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Invisível

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Publicado por em 07/11/2018 em Reflexão

 

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Injusto

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Publicado por em 04/11/2018 em Poesia

 

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Nada será como antes

injustiça social

A injustiça avança hoje a passo firme;
Os tiranos fazem planos para daqui há muitos anos.
O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são
Nenhuma voz além da dos que mandam
E em todos os mercados proclama a exploração
Mas entre os oprimidos muitos há que agora dizem
Aquilo que nós queremos nunca mais o alcançaremos.
Quem ainda está vivo não diga: nunca
O que é seguro não é seguro
As coisas não continuarão a ser como são
Depois de falarem os dominantes
Falarão os dominados
Quem pois ousa dizer: nunca
De quem depende que a opressão prossiga? De nós
De quem depende que ela acabe? Também de nós
O que é esmagado que se levante!
O que está injustiçado, lute!
E nunca será: ainda hoje
Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã!

 
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Publicado por em 04/11/2018 em Política, Reflexão

 

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Sempre do lado de cá

E a luta continua… Eu detestaria estar do lado dos vencedores!

darcy

 
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Publicado por em 30/10/2018 em Política, Reflexão

 

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Ganhamos!!

Ganhamos

🌹🌹🌹🌹📚📗📒📕❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️

Jair Bolsonaro já perdeu essa eleição! Quando alguém vai para uma praça e serve uma xícara de café e um pedaço de bolo em troca de um bom papo sobre política, um papo sincero e delicado, qualquer forma de autoritarismo cai de joelhos diante da democracia.

Independentemente do resultado das eleições, vencemos! Essa campanha vai deixar um legado de união dos que não pensam no próprio umbigo, dos que querem um estado para todos. Perdeu a admiração por alguns parentes? Perceba quantas pessoas passou a admirar! Deixou para trás amizades antigas? Veja quantos novos amigos surgiram!

Olhamos para frente!

Famílias brasileiras!

Lembrem-se que tradição rima com inclusão. Ou passou da hora de ser enterrada!

Deve ser horrível não ter esperança. Deve ser angustiante acreditar que um país só pode mudar na base da brutalidade. E que a violência só acaba com o uso de munição pesada.

Deve ser triste querer ter um arma.

Deve ser perturbadora a necessidade de criminalizar o outro para garantir o seu. Deve ser desesperador viver com medo!

Do lado de cá, não temos medo de nada!

Nem do grito, nem do canhão!

Nem do milico, nem do patrão!

Sonhamos!

Queremos melhorar!

Nossas mães aceitam filhos gays!

Nossos homens querem ser menos machistas!

Nossas mulheres querem igualdade!

Nossos brancos não toleram o racismo!

Nossos negros querem liberdade!

Seguimos em frente e seguramos o rojão!

Bolsonaro já perdeu essa eleição!

Ganhamos!

Ganhamos luta pela frente!

Gostamos de lutar!

Em paz!

 

Por Alexandre Lyrio 

Para: Mídia Ninja

 
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Publicado por em 28/10/2018 em Política, Reflexão

 

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Por quê??????

reflexão1

 
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Publicado por em 27/10/2018 em Política, Reflexão

 

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Deixe-me ir, preciso Anddad…(Elisa Lucinda)

Elisa Lucinda

ARTIGO – “A ditadura não foi uma revolução, nem um movimento. Foi, sobretudo, um misto de ignorância e covardia” 

Fonte: Jornalistas Livres

O que mais me preocupa nessas eleições é o domínio da irracionalidade diante de uma escolha tão importante. E para que essa irracionalidade se concretizasse, o ódio foi vendido em massa na cara da população, que consome todos os dias um excesso de espelho do modelo americano imperialista, que há muito nos subjuga.

Vivemos no país da melhor música do mundo, onde se ouve de norte a sul música americana em todas as lojas. Nas boates, nas salas de espera, nas festas. Uma chatice. Uma espécie de estrangeirisse em todos os lugares. É a trilha oficial da academia, quem aguenta? E junto com isso vem o lixo dos games de guerra, a indução à violência em todos os canais abertos a toda pobre inocente criancinha brasileira.

A educação pela superação para vencer o outro, ser melhor do que o outro, ser o único, avança a cada dia. “Colégio São Sicrano, seu filho em primeiro lugar no vestibular!” Acontece que esse vencedor terá 799 inimigos ali, porque são 800 alunos. O que é isso, o tempo inteiro melhor do que o outro? A cultura da vantagem: pessoas compram o que não querem por causa da vantagem e começam a consumir o que escolheram só por causa da vantagem. “Comprei cinco latas de salsicha, estava na promoção”. Mas você gosta? “Agora eu gosto, né? Saio ganhando”. É tudo meio torto.

O desprezo por si, pelo que se come, o desprezo pelo outro que é potencialmente aquele que eu vou vencer, e por isso é que se vende nos EUA armamento a todo momento e o povo dispõe de balas, de armas de fogo expostas e vendidas ao lado das balas de chupar no cinema. Socorro! Não se pode vender arma sem vender o ódio. Estamos experimentando uma civilidade que não quer pensar além da capa, e tudo que lhe é contrário não existe, é mentira, é fake news. Um mundo irreal, onde é preciso criar uma paranoia para justificá-lo.

Estamos experimentando o resultado de uma negligência e uma irresponsabilidade que o nosso jornalismo sofreu nos últimos tempos. Em especial na história mais recente do país, onde há omissão dos muitos dos que narram a informação e deixaram-se contaminar pela teoria e prática da polarização política do país, pela uniformidade da informação, e de nos deixar ausentes de uma avaliação crítica do nosso tempo com mais independência.

Parece que a população está com raiva, parece que fomos mordidos por uns cachorros bravos. Peraí, mas ao mesmo tempo, as mulheres se reuniram em 37 cidades brasileiras e não se registrou nenhuma briga. Não estou puxando sardinha para o nosso lado não, meninas. Mas pode fazer sentido: à mulher foi dada uma educação onde a sensibilidade, o gosto pelas coisas pequenas e delicadas e, principalmente, pelas tarefas de doação, como amamentar, carregar criança dentro da barriga, cozinhar com ela no colo, cuidar do outro, coisa que toda mulher aprende e o homem não. Talvez culturalmente tenhamos mesmo a boa  possibilidade de produzir a paz.

Por isso também agora pulsa em mim uma certeza de que, ainda que a critiquemos, a democracia ainda é o melhor sistema político encontrado para respeitar a diversidade dos seres e a liberdade do pensamento. É ela que quero garantir nesse primeiro turno. É ela que está ameaçada. O projeto de país que me atrai não pode ser mais excludente do que esse já é, nem mais homicida e violento. A cidadania avançou, nós caminhamos para respeitar o jeito de ser de cada um, sem racismo, sem homofobia, sem tudo o que não presta, tudo que vem pela via da intolerância.

No país que eu quero o Estado não é grande nem pequeno. É do tamanho do seu povo. Estado mínimo para mim é povo mínimo. Eu pago meus impostos e quero receber por ele: saúde, segurança, educação e cultura. Simples assim. E mais, no meu sonho, os bens de um tempo devem pertencer a todos daquela comunidade, no caso a grande comunidade brasileira. Não quero mais do só olhar para o MEU próprio umbigo, a segurança do MEU condomínio, do colégio do MEU filho, o seguro do MEU carro. Esse negócio de pouca gente ter tudo e muita gente ter pouco ou nada não parece que nos levará a alguma espécie de paz.

Fui criada na ditadura, a infância passei sob ela. E não era bonito ser criança e ver a tensão dos pais com seus filhos estudantes adolescentes em perigo, cantores sendo presos, intelectuais silenciados. A impressão que se tinha, mais tarde confirmei, era de que os presos eram inocentes. Muita gente morreu, muita gente foi torturada. E o Brasil paga até hoje um custo alto por esta interrupção muito violenta num país de Darcy Ribeiro e Paulo Freire, para citar dois. A ditadura não foi uma revolução, nem um movimento. A ditadura foi, sobretudo, um misto de ignorância e covardia. Foi sério. As cabeças cortadas, os exílios que foram impostos a inteligentes brasileiros, tudo isso faz falta no país que hoje somos. 

Ando todo tempo pelo Brasil, e em São Paulo um taxista me disse: “Comprei essa autonomia e minha casa no governo Lula e o Haddad que era nosso ministro da Educação, bicho inteligente, mandou construir entre três cidades lá do Ceará, com distância de 11 km uma da outra, uma universidade e uma escola politécnica. Hoje meus sobrinhos não precisam sair do Nordeste para ser taxista aqui em São Paulo; são professores, estão na universidade”. Então, meus amores, este é o Brasil que eu quero. Um país de todos. E confio nele, pois tem uma juventude negra, aliás, uma juventude excluída que entrou nas universidades e vai votar certamente por uma educação para todos. Não vou esperar o segundo turno para ter certeza da minha vontade. Fico com o povo. Voto com o povo. Sou povo. Domingo já vou de Haddad!
 
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Publicado por em 24/10/2018 em Política, Reflexão

 

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