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Valorize

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Valorize a vida que Deus te deu

Valorize o pai, a mãe o irmão

Valorize o dia que amanheceu

Valorize a flor que brotou do chão

 

Valorize os bons momentos

Valorize o sol que desponta cedo

Valorize seus bons sentimentos

Valorize sua coragem e não seu medo

 

Valorize quem a seu lado decidiu ficar

Pelo simples prazer de tudo compartilhar

Pois junto a ti gosta de estar

 

Valorize o amigo que se importa

Que liga, que se interessa

Que quando bate em tua porta

Só quer saber se você está bem 

E desfrutar a sua companhia sem pressa

 

Valorize porque ninguém, mantém a presença

Por mais que queira, por mais amor que tenha

Onde reina a indiferença

 

Valorize o amor que lhe é ofertado

Pois não há sensação mais doce que amar

E não há felicidade maior que sentir-se amado.

 

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 04/11/2016 em Poesia

 

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A primeira pedra

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Reflitamos hoje sobre esse costume humano de apontar faltas, defeitos, problemas, no outro.

Julgamos sempre.

Na maioria das vezes, ainda, com uma severidade desproporcional – dessa que não desejaríamos para conosco de forma alguma.

Somos demasiadamente cruéis em nossos julgares, pois raramente analisamos a situação com cuidado. Raramente consideramos atenuantes e quase nunca somos imparciais.

Recordamos os acusadores da mulher adúltera, na conhecida passagem evangélica.

O julgamento foi sumário. A lei humana, na pobreza de achar que a punição pela morte seria a solução, condenou aquela mulher ao apedrejamento em praça pública.

Assim, achamo-nos no direito de apedrejar.

Enchemo-nos de razão e raiva, carregamos as mãos das melhores pedras, e apontamos para o criminoso.

Mas, quem de nós não está criminoso? – Poderíamos inquirir, inspirados pela pergunta feita por Jesus naquela feita.

Dizemos não está ao invés de não é, pelo simples fato de que ninguém está fadado ao mal, ninguém foi feito criminoso. É um estado temporário no erro.

Quem de nós não está criminoso?

Esta proposta – que é de Jesus – não isenta a pessoa de assumir a responsabilidade sobre seus atos.

Ela apenas ajuda a controlar nossa crueldade, num primeiro momento, e depois, auxilia no reconhecimento de nossas próprias falhas.

A lição do atire a primeira pedra aquele que não se encontra em pecado é um exercício de tolerância e de autoconhecimento também.

Evita-se a condenação cruel, intolerante, e, logo após, se promove uma reflexão íntima, buscando cada um as suas próprias dificuldades a vencer.

Todos estamos inseridos neste processo de erros e acertos. Todos fazemos parte dos mecanismos da lei de progresso que nos impulsiona para frente.

Perdoar, compreender os erros alheios, não é promover a impunidade – de maneira nenhuma. A Lei Divina sempre irá cobrar seus devedores.

Tolerar significa estender as mãos de amor a quem precisa de amparo, de orientação.

Quando nos detemos nos defeitos e faltas dos outros, o espelho de nossa mente reflete-os, de imediato, como que absorvendo as imagens deprimentes de que se constituem.

Põe-se nossa imaginação a digerir essa espécie de alimento, que mais tarde se incorpora aos tecidos sutis de nossa alma.

Com o decurso do tempo nossa alma não raro passa a exprimir, pelo seu veículo de manifestação, o que assimilara, fazendo-o, seja pelo corpo carnal, entre os homens, seja pelo corpo espiritual de que nos servimos, depois da morte.

É por essa razão que geralmente os censores do procedimento alheio acabam praticando as mesmas ações que condenam no próximo.

Interessados em descer às minúcias do mal, absorvem-lhe inconscientemente as emanações, surpreendendo-se, um dia, dominados pelas forças que o representam.

Estejamos, assim procurando incessantemente o bem, ajudando, aprendendo, servindo, desculpando e amando, porque, nessa atitude, refletiremos os cultivadores da luz…

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 8 do livro
Pensamento e vida, pelo Espírito Emmanuel, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 4.10.2016.

 

 
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Publicado por em 07/10/2016 em Reflexão

 

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Eu não tenho escolha

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Gostei! Rebloguei!

Rino Sonhador

Faça o que quiser com o meu amor.

Ele é meu, mas eu te dei

Você pode ignorá-lo, guarda-lo, expô-lo

VOCÊ pode. Eu não.

Porque sou eu quem sente

E sei que parte dele

vai continuar aqui.

Escondida, é verdade.

Porque ninguém gosta do papel de tolo

E, se em algum momento ele te interessar

Me consulte… pode ser que ele ainda exista

O amor é um item raro

Nasce e morre sozinho

Não tenho poder sobre ele…

Não é uma questão de querer

Porque se eu pudesse escolher

Ele sequer teria nascido.

A semente era de espinho.

Soube desde que a vi…

Mas cuidei-a com carinho,

regando aqui e ali.

Cresceu, espinho deu… e me feriu.

Não tive ódio, não quis arrancá-la.

Na verdade, agradeci…

Pois até os espinhos têm flor…

A semente, era de amor,

mas floresceu só em mim.
(E não fui eu quem plantou…)

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Publicado por em 07/09/2016 em Poesia

 

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Sementeiras da violência

sementeira

Nos dias atuais a preocupação com a violência e a falta de segurança é constante.

Os governos se mobilizam para encontrar uma solução definitiva para esse terrível mal que assola o mundo.

Lamentavelmente, grande parte das medidas para se conter a violência são apenas propostas repressivas, passíveis de aumentá-la ao invés de eliminá-la.

Quando se quer vencer uma guerra pela força, usam-se as mesmas armas que os adversários, só que em maior número ou mais potentes.

No entanto, o bom senso diz que para se vencer, definitivamente, uma guerra é preciso minar as bases da violência com ferramentas eficazes para esse fim.

Dessa forma, não será com uma agressão maior que se eliminará a violência da face da Terra.

Em nosso país, por exemplo, o tráfico de drogas é o grande fomentador da violência, da bestialidade, do embrutecimento do ser humano e da falta de valorização da vida.

Mas o que precisa ser pensado, é que não haveria oferta de drogas e, por conseguinte, as máfias que disputam esse mercado, se não houvesse o viciado.

Dentro dessa lógica, é racional que pensemos em eliminar esse mal pela raiz e não pelo topo.

É preciso encarar o problema de frente, e não de forma caolha, ou com uma venda nos olhos para não enxergar o que não se quer ou não convém.

Sob esse ponto de vista, deveremos começar a direcionar o nosso olhar para a base do problema, que é a forma com que se está conduzindo a infância.

Se na infância é que se aprende sobre os valores e desvalores da vida, é preciso envidar esforços para plantar, na mente e no coração da criança, os verdadeiros valores da vida.

Com a lucidez que o século XXI enseja, deveremos eliminar dos desenhos animados, dos jogos infantis, das telenovelas e dos programas que a criança assiste, todo tipo de violência, de vícios, de desonestidade, de cenas que incitam à desvalorização da vida.

Sim, porque as novelas, desde as noturnas até as vespertinas, que geralmente são as noturnas vistas de novo, estão repletas de sementes de violência, de vícios. Basta observar.

A prostituição, as bebidas alcoolicas, o fumo, o uso das pessoas como se fossem objetos descartáveis, são uma constante.

Muito embora algumas novelas tentem amenizar isto fazendo abordagens sobre os prejuízos causados pelas drogas, com depoimentos de personagens reais, isso se torna hipocrisia nas cenas seguintes, mostrando pessoas em mesas de bares, em conversas animadas regadas a cerveja.

Isso logo após as afirmativas de que o álcool é a porta de entrada para as demais drogas.

Programas, cuja audiência é formada, em sua maioria, por crianças e adolescentes, mostram personagens quase sempre seminus, exibindo latinhas ou copos de alcoolicos.

Enquanto o descaso com a vida e o desrespeito ao ser humano forem ingredientes da comunicação de massa, a luta contra a violência será apenas um curativo numa ferida viva.

Enquanto não se buscar a solução efetiva, moralizando os seres, colocando o homem no lugar que lhe compete nos cenários do mundo, continuaremos a assistir o triste espetáculo da violência movida pela ganância e pela prepotência.

Para lograr êxito na luta pela paz, é preciso despertar para a vida, para os valores nobres que devem reger uma sociedade justa e feliz.

A melhor, a mais eficiente e econômica de todas as modalidades de assistência é a educação, por ser a única de natureza preventiva. Ela não remedeia os males sociais; evita-os.

 

Redação do Momento Espírita  com  pensamento final extraído do livro O mestre na educação, de Pedro de Camargo, Ed. FebDisponível no livro Momento Espírita, v. 3, ed. Fep. Em 18.05.2011.

 
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Publicado por em 17/08/2016 em Reflexão

 

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Amor é o que se faz

o amor e o que se faz

Possivelmente um dos vocábulos mais utilizados por nós seja amor.

A indústria cinematográfica, de um modo geral, distorceu a essência do amor ao torná-lo emocional e sexualizá-lo, em vez de transmitir a sua mensagem autêntica.

Os gregos usavam o substantivo ágape para descrever o amor incondicional. Amor que nada exige em troca.

Quando Jesus se refere ao amor refere-se ao amor ágape, um amor que se expressa pelo comportamento e pela escolha, não o sentimento do amor.

Isso nos remete ao conceito de que amor é o que se faz, muito mais do que o que se sente.

O amor deve ser expressado, demonstrado. Alguns de nós, costumamos dizer: Amo você.

E repetimos a frase, em muitas ocasiões. Contudo, a pessoa que ouve a frase, nem sempre se sente verdadeiramente amada.

Exatamente por isso: o amor exige ação. Exige que, ao passarmos por uma banca de flores, o olhar encantado nos remeta à lembrança do ser amado.

E, por isso, paremos, compremos, mesmo que seja somente um botão da mais expressiva flor para levar, em mãos, surpreendendo a quem amamos.

O amor nos pede que sejamos gentis. Que, no meio da manhã, sem motivo algum, simplesmente enviemos uma mensagem: Pensei em você, neste momento.

Somente para aquecer o coração amado.

Ou, que telefonemos para dizer, poucos minutos depois de sair de casa: Olá, tudo bem? Já estou com saudades. Inté.

O amor nos leva a levantarmos mais cedo, em um dia qualquer, prepararmos um café especial e nos demorarmos à mesa, um pouco mais do que o habitual, somente para usufruir do encantamento a dois ou com a família toda, os preciosos filhos.

Amar é sair a passear, sem hora para voltar, a não ser quando o sol resolver se recolher e a noite nos convidar ao repouso.

É ensinar as crianças a andar de bicicleta, insistir com o pequeno que tente se equilibrar sem as rodinhas acessórias e gritar de felicidade, com ele, comemorando a conquista.

É assistir à festinha da escola, onde a filha somente declamará um verso, mas vibrar e ser o primeiro a se erguer para aplaudir.

É se sentar ao lado do filho e observar, sorrindo, cada traço que ele concretiza, tentando formar as letras do alfabeto que vai descobrindo.

É ouvi-lo ler e reler a mesma frase, várias vezes, no contentamento de quem descobriu o valor das sílabas.

Amar é muito mais do que sentir. É agir. É renunciar a algo que deseja muito para que o outro possa concretizar seu sonho.

É estar presente na solenidade de formatura, na sagração de uma homenagem importante, e ter a certeza de ter colaborado para aquele êxito.

E isso quer dizer sacrifício de horas de sono, de muitas idas e vindas a lugares diversos, acompanhando a esposa, o filho, o marido.

Amar é cuidar das crianças enquanto o outro se faz ausente, na conquista de lauréis para a própria carreira.

É segurar a mão quando o medo se faz presente, quando a doença chega, quando as dificuldades se tornam maiores.

Amor é o que se faz, demonstrando o verdadeiro sentimento que nos vai na alma.

É jamais deixar para amanhã o gesto de ternura, de carinho, de atenção.

Isso porque o momento de amar é hoje, no presente, agora.

Pensemos nisso. Amor é o que se faz.

Redação do Momento Espírita, a partir do cap. 11,
do livro De volta ao mosteiro, de James C. Hunter,
ed. Sextante.
Em 11.7.2016.

 
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Publicado por em 17/07/2016 em Reflexão

 

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O inverno da alma humana

inverno da almaEstamos no inverno, os dias são na sua maioria mais sombrios e gelados e é natural sentir certa nostalgia. Mas nos dias atuais, além do frio e do céu quase sempre cinza, se aproxima de nós uma época delicada para não dizer obscura.

A alma humana, embora os vastos tempos decorridos, já que estamos no século 21 DC, a alma humana enfrenta no mundo inteiro um inverno gelado promovido pela ação de espíritos renitentes que se recusam a evoluir.

Após vários anos de avanços coletivos na convivência humana, com diminuição das distâncias não só físicas, mas espiritual e emocional dos seres humanos, onde muito se falou e fez no campo da fraternidade e da integração entre os povos, cresce uma onda reacionária no mundo inteiro e falando daquilo que presenciamos, principalmente aqui no Brasil.

Vemos retrocesso em toda parte, com o aumento da intolerância que julgávamos em processo de extinção, dados os eventos ocorridos no passado, que trouxeram grandes ensinamentos e que não deveriam se repetir no presente.

Enquanto homens sem Deus se dizem “de bem” ao tomar o poder das nações, muitas vezes de forma ilegítima, para depois submeter seu povo mais humilde a sacrifícios insanos afim de garantir o privilégio material de poucos, homens honestos que realizam trabalho edificante na busca de uma sociedade mais justa e fraterna, e que não alardeiam sua religiosidade usando o nome de Deus em onze de dez palavras pronunciadas, são rotulados e perseguidos como bandidos.

Infelizmente o progresso tecnológico, assim como facilitou a vida da humanidade, nos trouxe a possibilidade do mau uso por aqueles que ainda não compreenderam o verdadeiro sentido da vida. Principalmente no que se refere ao poder de manipulação de massas pelos detentores dos meios de comunicação.

Hoje temos bilhões de seres humanos anestesiados pelo excesso de informação usado ao sabor dos interesses daqueles que têm poder e dinheiro, numa tática nazista de manipulação das mentes, que endurece os corações e gela as almas fazendo com que acreditem que Deus seria capaz de criar homens de primeiras e segundas classes, sendo estas condições eternas.

Almas enrijecidas pelos preconceitos alimentados de forma metódica, para que sejam capazes de explorar e não só desejar, mas ocasionar a morte daqueles que não se enquadram nos padrões estabelecidos pelos poderosos, isentando-os de sujarem as mãos.

Este clima sombrio pode nos trazer desânimo e desesperança, mas há que se ter fé, porque Deus está no comando e redobrará as forças daqueles que verdadeiramente honram a Sua Palavra, para que resistam e persintam no bem, contagiando e resgatando os que ainda insistem em permanecer no breu.

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 03/07/2016 em Reflexão

 

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Amor

livro-amor

AMOR…
É um conceito divino,
É dimensão sem medida,
É viagem sem destino,
É melodia da vida.

AMOR…
É um caminho sem fim,
É não ter que perdoar,
É não querer e dizer sim,
É dar tudo o que há para dar !…

 AMOR…
É voz da razão que cala,
É ter dor e não sentir,
É o silêncio que fala,
É ver o mundo sorrir. 

 AMOR…
É sopro de nostalgia,
É canção leve e suave,
É das trevas fazer dia,
É saber de quem não sabe. 

AMOR…
É bem mais que sentimento,
É sussurro de magia,
É da alma o alimento,
AMOR…
É hoje aqui…feito poesia!… 

(Autoria Desconhecida)

 
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Publicado por em 23/06/2016 em Poesia

 

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