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Amor, é o que merecemos!!

Que os corações bons se conectem.

Que gente que quer construir uma história bonita esbarre em alguém que também quer construir uma história bonita.

Que quem quer o raso, fique no raso com pessoas que querem isso também. Que nenhum atrapalhe mais o caminho do outro.

Eu sei que cada conexão é uma lição, mas a gente já cansou de aprender, a gente quer é ser feliz, pô.

Ter leveza, paz, reciprocidade, propósitos parecidos, vontades conectadas, disposição para fazer dar certo.

Que os intensos possam ser intensos sem pesos e sem medos, e sabendo que estão em território seguro.

Que os verdadeiros possam ser transparentes a ponto de não se aproveitarem da sensibilidade e dos sentimentos que carregam.

Que os intensos se encontrem. Que os verdadeiros se abracem.

Que os corações bons fiquem intactos, porque ninguém merece ficar esbarrando em decepções e se reconstruindo toda hora.

Vitor Fernandes

Fonte: https://www.facebook.com/pagedovictorofern

 
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Publicado por em 03/10/2020 em Reflexão

 

Troca

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Precisamos falar sobre troca.

Sobre reciprocidade.

Sobre aquela sensação gostosa de receber sem pedir.

Sentimento precisa de raiz pra fincar.

Mas raiz é cultivo.

E cultivo não desenvolve de um lado só.

É preciso que todos os envolvidos estejam entregues.

Entregues de verdade.

Somos autossuficientes, sim, mas não é sobre isso.

É sobre se permitir ficar onde seja gostoso sentir.

Precisamos parar de romantizar joguinhos e pessoas que não retribuem à altura.

Somos raros.

e somos valiosos.

 

Fonte:https://www.facebook.com/maisbrasil  Via @mas.teu

 

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O Futuro

Passamos toda a vida nos preocupando com o futuro. Fazendo planos para o futuro. Tentando prever o futuro. Como se desvendá-lo fosse aliviar o impacto. Mas o futuro está sempre mudando. O futuro é o lar dos nossos medos mais profundos e das nossas maiores esperanças. Mas uma coisa é certa: quando ele finalmente se revela, o futuro nunca é como imaginamos.

Grey’s Anatomy

 
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Publicado por em 29/07/2020 em Reflexão

 

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As aglomerações sem máscara e a maldição do Rio de Janeiro

Este texto (desabafo) é de uma carioca, mas poderia ser, apenas trocando os pontos turísticos, de qualquer morador de qualquer cidade do Brasil, pois em todas elas a população tem o mesmo comportamento diante da maior crise sanitária do Planeta.

“Ontem nós decidimos dar uma volta. Pegamos o carro e saímos olhando do mar, do Arpoador até o Pontal. Vimos a praia de Ipanema e o Leblon cheias. Gente sem máscara batendo papo na areia em todo o percurso. Aglomerações nos quiosques da Reserva. E na volta, muita gente nos bares do Leblon.
O vírus é uma inexorabilidade da vida. A natureza nos impõe esse tipo de desafio ao longo da história. A vida é uma batalha. A ecologia é um equilíbrio constante entre a vida e a morte. Algumas sociedades e civilizações acreditam que os seres humanos devem estar preparados para os desafios que a vida lhes impõe.
Essas sociedades têm maior resiliência, essa capacidade fundamental para a prosperidade, que é a de aprender com as dificuldades e ficar mais forte após supera-las.
Uma característica das sociedades resilientes é a autonomia dos indivíduos. Autonomia é a capacidade de autogoverno, de autodisciplina.
É produto da consciência das próprias responsabilidades e das consequências das próprias ações.
É ela que torna possível sociedades livres, menos dependentes de autoridades e governos. E ela que torna possível as democracias representativas sólidas e estáveis, onde o político é um representante de adultos responsáveis e éticos com o papel de organizar a interação coletiva para melhores resultados para todos.
O seu oposto é a anomia. A dificuldade de entender, aceitar e colaborar para o desenvolvimento de normas e regras que regulem o próprio comportamento e a vida em sociedade de forma justa.
Ou a heteronomia. Ambas são um tipo de infantilização que torna o conjunto dos cidadãos dependentes de uma autoridade que resolva os seus problemas. São uma forma, em adultos educados e bem formados, como os habitantes do Leblon na frente dos seus bares ontem, de recusa da responsabilidade, essa precondição tão necessária à liberdade com responsabilidade.
É um tipo de egoísmo, de auto-centramento, de autoindulgência, de autocomplacência, de inconsequência, de irresponsabilidade. Essas pessoas serão os vetores de contaminação e talvez de morte de seus amigos e familiares. Mas e daí? Eles estão a fim de tomar um chope! E daí? Eles estão a fim de dar um rolé! E daí? Eles precisam dar uma paquerada.
É o mesmo tipo de comportamento que leva à preguiça em se organizar para que a nossa política não fique nas mãos de oportunistas. Afinal, eles precisam ir à Praia, viajar para Miami, curtir a vida! Mas não se conformam com as injustiças do mundo!
São tão legais…. Tão descolados…… Tão revoltados com os problemas da sociedade brasileira! Eles vão matar muita gente por sua irresponsabilidade. Mas vão votar em quem prometer reverter as consequências dos seus atos. Como isso não é possível, vão colocar mais um oportunista inconsequente, corrupto e canalha no governo. Mas farão isso com a consciência limpa de ter votado em quem defende mais justiça para os pobres.
Quando as pessoas continuarem morrendo, vão debater, nas mesas dos bares, sobre os políticos canalhas que falharam em conter a pandemia. Vão elogiar os resultados Noruega e do Japão. Vão se lamentar pela corja que nos governa. Sempre com a consciência tranquila. Sempre se achando do bem. Sempre virando a cara para as consequências dos próprios atos. Sempre colocando a culpa nos outros pelas desgraças que causam.
Nas próximas eleições talvez não votem! Estão “enojadinhos” da política”. No fim de semana das eleições vão para Angra. Para Búzios. Dar um rolezinho de barco para conseguir lidar com a dureza e a injustiça da sociedade brasileira. E vão falar mal dos brasileiros, desse “zé povinho” que vota mal e não faz a sua parte. E revoltadinhos vão aplicar para vistos para a Europa para os EUA. Afinal, não tem que aguentar a tosquice dessa gente fraca, incapaz de assumir responsabilidades.”
Carmen Migueles
 
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Publicado por em 28/07/2020 em Reflexão

 

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O que virá depois…?

Hoje vivemos com esse questionamento na cabeça. Só se fala em “novo normal”.

Mentes inventivas em todos os setores da sociedade apresentam ideias para adaptar a vida humana as exigências que a pandemia do novo coronavírus está impondo a todos nós.

Desde equipamentos sofisticados à simples adaptações ao cotidiano estão surgindo.

Como em tempos de guerra o avanço da tecnologia e da ciência está sendo acelerado.

Mas, será que vamos realmente aproveitar a oportunidade para acelerar também nossa evolução espiritual? Será que vamos aprender as lições nas entrelinhas?

Vamos rever nossas convicções e atitudes? Vamos finalmente entender que cada indivíduo é parte de um todo, que uns dependemos dos outros e que devemos caminhar juntos?

O que virá depois…? Já que o que aparentemente estamos vendo é uma incansável insistência, de uma parte muito grande da população mundial que se nega a proteger-se do perigo da doença como resiste à mudança existencial necessária e urgente?

Por que continuamos enquanto agentes de segurança praticando abordagens violentas e selvagens?

Por que enquanto detentores de cargos de autoridade, seguimos segregando por classes e negando a igualdade de oportunidades e atendimento?

O Espiritismo nos ensina que a Lei Divina é imutável e se não aprendemos com o amor, iremos inevitavelmente aprender com a dor. E isso vem se comprovando através dos tempos, mas por que tão poucos assimilam esse conhecimento?

A obra de Alan Kardec nos informa que o planeta Terra passará de um mundo de provas e expiações a um novo e promissor mundo de regeneração.

Certamente as mudanças materiais, em matéria de higiene e distanciamento, diminuindo aglomerações irracionais, poderão inaugurar uma era com menos doenças físicas, desde que aplicadas com isonomia, sem distinção de raça, cor, gênero e qualquer condição humana.

Mas percebam… Para isso se tornar realidade, como dito no parágrafo anterior, as mudanças materiais não se darão sem as mudanças existenciais, portanto, precisamos priorizar a conquista do valor maior contido na Lei Divina. Precisamos aprender a AMAR!

Porque AMAR, significa nos tratarmos todos como irmãos que somos; dependentes uns dos outros para, não só sobreviver, mas para finalmente começar a VIVER!

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 13/07/2020 em Reflexão

 

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A vida

 
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Publicado por em 23/06/2020 em Reflexão

 

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O risco

 
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Publicado por em 23/06/2020 em Reflexão

 

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