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Aquivos por Autor: Silvia Gomes

Sobre Silvia Gomes

Não me defino, porque definições traçam limites. Sou um espirito em constante evolução, parte integrante do universo, procurando aprender com os próprios erros, resgatando o passado e tentando construir um futuro melhor através do amor.

Sou de Esquerda!

“Eu nasci num berço privilegiado. Tive uma educação conservadora, fui evangelizada nos preceitos do espiritismo, estudei nos melhores colégios particulares de Curitiba e casei com um médico aos 19 anos. Fui bela, recatada e do lar. Votei no Serra. Achava que o sistema de cotas era vitimismo.

Falava que era feminina, jamais feminista. Repetia a máxima: não dê o peixe, ensine a pescar. Já achei Bolsa Família uma máquina de produzir pobres preguiçosos. Já fiz piada sobre nordestinos e baianos e já acreditei em “racismo reverso”.

Também já falei que sucesso escolar dependia de escolhas e levantava a bandeira da meritocracia como se ela fosse um mecanismo das leis da natureza, simples assim. Nos almoços de família, sentia minhas teorias sobre a “grande mudança social” validadas por pessoas que pensavam como eu. Os churrascos eram agradabilíssimos.

Um belo dia, aceitei uma proposta de trabalho, lá no interior de Goiás, para fundar e administrar um projeto social que atendia crianças e adolescentes da periferia de Rio Verde. Foi a primeira vez que aquelas teorias vociferadas no churras de domingo foram postas à prova. Era o meu momento de mostrar pro mundo que, com 27 anos, eu sabia exatamente o que estava fazendo. Bom, eu não sabia. E como não temos uma temporada da Netflix pra desenvolver esse post aqui, basta dizer: MINHAS TEORIAS CAÍRAM POR TERRA.

Caíram por terra quando um aluno recém chegado da Paraíba com uma vontade enorme de estudar era obrigado a entregar drogas na vizinhança sob ameaça de que suas irmãs seriam estupradas se ele não o fizesse – a polícia fazia parte do esquema – descobri que esforço pessoal não era o problema desse garoto.

Caíram por terra quando eu encaminhei alunos pra estágio de jovem aprendiz e, de um grupo de 4 adolescentes, somente o menino negro não conseguiu entrar, apesar de ter competências muito semelhantes às dos colegas. Caíram por terra quando um aluno (veja só, também negro) desapareceu porque foi trancado E ESQUECIDO numa sala de aula como método corretivo por não ter copiado a tarefa de matemática. – descobri que o racismo é um fenômeno estrutural e institucionalizado e que as especificidades da população negra exigem políticas de ação afirmativa, como as cotas, que tentam diminuir as desigualdades e restituir direitos negados há seculos.

Caíram por terra quando eu dei colo pra uma menina que só dormia em sala de aula e com péssimo rendimento escolar porque ela fazia todo o trabalho doméstico para os homens da casa, além de ser abusada sexualmente pelo avô todas as noites – descobri que a violência contra meninas é uma questão de gênero e que o olhar feminista é imprescindível para entender e enfrentar esse fenômeno.

Caíram por terra quando eu soube que nenhuma das famílias atendidas havia parado de trabalhar para receber 90 reais de Bolsa Família, mas que esse valor era muito importante para complementar a renda no mês – descobri que as exigências educacionais e as condicionalidades na área da saúde eram cumpridas pelas famílias – criança na escola, vacinas em dia e acompanhamento do crescimento no posto de saúde.

Caíram por terra quando fui no hospital visitar 2 alunos, irmãos, negros, atingidos por bala perdida, um deles ficou paraplégico – descobri que jovens negros são exterminados, EXTERMINADOS no Brasil.

Caíram por terra quando minha aluna mais querida caiu nas garras da exploração sexual e passou a cometer delitos, na tentativa de fugir dos abusos que sofria de todos os homens da família dela.

Foram 10 anos de Escola de ser. E foi lá que eu conheci um pouco do mundo como ele é. É muito fácil defender uma visão política toda trabalhada na meritocracia e bem estar individual quando você faz três refeições por dia, tem casa própria, um salário razoável e uma boa perspectiva de futuro. Eu já estive nesse lugar e me sinto profundamente constrangida por isso.
Não sou especialista em Sociologia, Economia, Política e Direito, mas hoje meu posicionamento político é baseado na minha experiência profissional e em todas as leituras que dedico para entender o cenário político atual, de grandes e renomados estudiosos, juristas, pensadores, assim como me interessa ouvir o que as minorias constantemente atingidas pela desigualdade social têm pra falar e reivindicar. Não me sinto a dona da verdade por isso, mas entendo que esse esforço me aproxima de uma visão de mundo mais coerente, realista, responsável e conectada com o coletivo.

O Brasil tem uma história colonialista, escravocrata, conservadora, militarista que mostra uma inclinação anti-esquerdista predominante, da qual eu quero distância, nem que isso custe os churrascos com amigos, uma vida mais solitária (porém mais coerente) e xingamentos in-box.
E embora eu não santifique Lula nem venere o PT, eu sou de esquerda. ESQUERDA. Nesse contexto, desde o impeachment de Dilma à prisão de Lula, repudio todo o processo que culminou num golpe que flerta com a ditadura, num despotismo judicial concretizado numa condenação sem provas e na constante ameaça ao Estado democrático de direito.

Eu reafirmo a minha posição: SOU DE ESQUERDA.”

Caroline Arcari. (Possui graduação em PEDAGOGIA pela Universidade de Rio Verde (2006) e especialização em Educação Sexual pela CESEX-WAS e Arteterapia em Educação pela Universidade Cândido Mendes. Mestra em Educação Sexual pela Unesp, atualmente é presidente do Instituto CORES, CEO da Editora Caqui, escritora de livros infantis, consultora da Rede Globo, consultora na área de Educação Sexual e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, atuando em projetos de Educação Sexual escolar e políticas públicas de prevenção de violência sexual infanto-juvenil. Seu perfil profissional contempla os seguintes temas: educação sexual, sexualidade infantil, formação de educadores, prevenção de violência sexual, programas de autoproteção contra violência sexual.)

Retirado do Facebook de Loraine Scholz Gomes, publicado originalmente por Claudio Viola Pinheiro

Em tempo: Também eu, Silvia Gomes, SOU E SEMPRE SEREI DE ESQUERDA!!

 

 
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Publicado por em 24/11/2019 em Reflexão

 

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Querer e merecer

Insistir em algo que nunca dá certo é como calçar um sapato que não serve mais. Machuca , causa bolhas e as vezes até sangra. Aí você percebe que o melhor é ficar descalço. Deixar totalmente livre o coração enquanto vive. Deixar livre os pés enquanto cresce. Porque quando a gente vai crescendo o número muda e o que você insistia em por, não lhe serve mais. As vezes na vida, precisamos esquecer o que queremos, para começar a entender o que merecemos.

 
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Publicado por em 28/10/2019 em Reflexão

 

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Renascer das cinzas

Ninguém estava com você quando a água do chuveiro se misturava com as suas lágrimas de dor, ou quando o travesseiro era testemunha dos seus soluços implorando socorro. Portanto, você não tem que provar nada a ninguém, somente à si mesmo, o quanto é forte e capaz de renascer quantas vezes for preciso, de suas próprias cinzas.

 

 
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Publicado por em 24/10/2019 em Reflexão

 

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A farsa da polarização

Desde as eleições de 2018, um falso discurso da polarização política no Brasil tem sido construído pela grande mídia. De um lado estaria uma extrema-direita, nunca realmente chamada assim; de outro, uma extrema-esquerda, posição ocupada pelo PT. Acrescente-se a esta caracterização o discurso de ódio recíproco, que separa os brasileiros em dois grandes grupos inimigos.

O discurso de ódio circulante no Brasil é protagonizado pelo governo Bolsonaro, por grupos de apoiadores da sociedade civil e por setores das igrejas, tanto a católica como as pentecostais.

Em todos os lugares de enunciação, este discurso apela para a emoção, se antagoniza à razão e até mesmo ao bom senso. Possui alguns enunciadores privilegiados: o presidente da república; os ministros Damares, Weintraub, Ernesto Araujo; alguns deputados e deputadas, alguns pastores, blogueiros e youtubers. Nele há muito pouco do que se poderia chamar de político, de defesa de posições políticas, mesmo as mais radicais. Seu objetivo é atingir os sentimentos e emoções, articular-se aos conteúdos que vinham perdendo protagonismo nos corações e mentes dos brasileiros ao longo dos anos vividos em uma democracia, mas que permaneciam como resquícios e estão sendo reativados.

Duas características deste discurso são especialmente fortes: o machismo primário e o anticientificismo/anticultura.

O presidente abusa de um vocabulário machista chulo, para dizer o mínimo. Responde à pergunta de um repórter sobre a desaparecida figura de Queiroz dizendo: “está com sua mãe!”. Sobre a Amazônia, outro dia, declarou que não estava interessado na “porra da árvore”. A ministra Damares Alves, entre as barbaridades que tem dito, afirmou, em encontro de um grupo estadunidense de extrema direita em São Paulo: ‘Faz 24 horas que estou aqui e nenhuma mulher enfiou um crucifixo na vagina.”. As fantasias sexuais desta senhora desafiam a imaginação de qualquer roteirista de filme pornô, mas dão a medida do radicalismo fundamentalista irracional. Em respeito ao leitor e à leitora, não citarei a fala de Eduardo Bolsonaro, idealizador do evento, sobre as mulheres feministas. Tal discurso de ódio tem endereço certo: as mulheres em geral e a comunidade LGBT, consideradas inimigas da família cristã – composta de homem, mulher, filhos e pets – e defendida pela mesma ministra em Budapeste, no ultra conservador Congresso de Demografia, há algumas semanas.

O discurso de ódio também se coloca contra a ciência, a cultura e as artes. Num país como o Brasil, em que a educação é precária e mesmo os escolarizados, até com nível superior, são culturalmente pobres, tanto como cidadãos quanto como agentes do conhecimento, há um caldo de cultura para a construção do ódio às universidades, às artes plásticas, ao cinema, à literatura ou ao teatro. O ministro da educação, Abrahan Weintraub, corta verbas e despreza das universidades, mas se presta – e isto não é de menor importância – para o papel de bufão, ao chamar os docentes das universidades de “zebras gordas”. O Diretor da FUNARTE, Roberto Alvim, ofende a maior atriz de teatro brasileira, a nonagenária Fernanda Montenegro, chamando-a de sórdida. Já vi muitas homenagens à atriz pelos seus 90 anos na mídia brasileira, mas não vi qualquer manifestação de repúdio a Roberto Alvim, o que é sério, muito sério. Isto faz lembrar uma história recorrente na Alemanha pré Segunda Guerra . “eu estou vendo o racismo diário contra judeus no meu trabalho mas fico quieto, pois continuo amigo do judeu que vive na minha rua”. A omissão é sempre política e diz muito de quem se omite.

Agora pergunto: onde está o discurso de ódio do outro lado, o que daria forma à polarização? Quando, no Brasil, durante os governos de FHC e de Lula/Dilma, houve perseguição à ciência, apesar da penúria que o governo do sociólogo condenou às universidades federais? Quando houve perseguição às artes, às manifestações culturais em geral? Quando exposições foram proibidas? Quando foram definidos temas para apoiar o cinema? Alguma Igreja foi proibida de funcionar e ou se manifestar?

O maior líder da esquerda brasileira, Luiz Inácio Lula a Silva, está preso desde abril de 2018. Nos últimos meses, concedeu inúmeras entrevistas. Alguém viu Lula destilar ódio? Alguém ouviu Lula dizer uma única expressão chula? Alguém viu Lula exortar seus seguidores à violência?

Mataram Mariele. Houve muitas manifestações de repúdio a sua morte. Muitas. Mas ninguém saiu para rua pedindo vingança. Mandando matar. As manifestações tem sido todas para que a lei seja cumprida.

Se o leitor tiver paciência, vá aos diários do Congresso Nacional e busque um único pronunciamento de deputados de esquerda que estimule a radicalização. As universidades estão sendo ofendidas e desmoralizadas pelo ministro da educação. Como tem sido a resposta? Mostrando dados, expondo as pesquisas científicas realizadas para a sociedade civil, fazendo demonstrações públicas a favor da educação e da ciência nas ruas, sem incitação à violência, todas absolutamente pacíficas.

Portanto, não há polarização entre uma extrema-direita e uma extrema-esquerda no Brasil, é falso o discurso da polarização. Mais do que isso, é uma farsa montada pelos grandes derrotados de 2018. Os grandes derrotados não foram os que tiveram seu mais importante líder na cadeia, os que enfrentaram uma justiça na qual o juiz era o principal acusador e fake news foram propagadas com recursos até hoje não explicados. Os derrotados foram aqueles que montaram o golpe que derrubou Dilma Rousseff: o PSDB, o PMDB e a grande mídia. Eles apostaram, desde as manifestações de 2013, em afastar o PT do poder e assumir o governo do país. Deu errado. A nova investida agora é construir a farsa dos dois discursos, dois lados extremistas, para poderem se cacifar como os pacificadores do país.

Não há uma polarização de extremismos, há um governo extremista, reacionário, entreguista, ignorante, atrasado, fundamentalista, policialesco, antipopular, profundamente vulgar e chulo. O resto é farsa. Mais uma que está sendo montada, tijolo sobre tijolo. Cabe reagir.

 

Céli Pinto

Professora Titular do Departamento de História da UFRGS.

Fonte: https://www.sul21.com.br

 
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Publicado por em 20/10/2019 em Política

 

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Ainda há Esperança!!

Discurso formatura de Jornalismo | UFRGS 2019/1

Nessa noite, pedimos licença para lhes contar uma história.

Era uma vez, em um reino não tão distante, mergulhado em tempos de trevas, uma jornalista chamada Esperança.

Esperança era idealista. Não conseguia assistir o que acontecia sentada em uma sala de aula. Esperança queria ser voz. Queria dar voz a todo e cada uma.

Esperança reuniu aqueles dos quais conhecia o descontentamento com a condição do reino para compartilhar sua grande ideia: Vamos criar um jornal!!! Contar para essa gente toda o que o tirano faz por ódio e põe na conta do seu Deus.

Os murmúrios eram de dúvida. Mas como boa idealista, Esperança não desistia e acabou por convencer por A+B cada um naquela sala sobre a importância de ser jornalista! “É de interesse público”, dizia ela.

E foi assim que nasceu um jornal que tinha por objetivo ser humano. Por ser humano, talvez contrariasse as 58 milhões de pessoas que escolheram aquele que traria para o reino uma nuvem de pânico e ódio.

Por ser humano, talvez tocasse parte desses 58 milhões lhes mostrando quem sofre mais com essa tirania. Era nessa segunda opção que a jornalista Esperança acreditava. Mas a lista de quem precisava ser ouvido era grande.

Em uma tarde, voltando para casa cheia de sonhos, Esperança sentiu estar em um pesadelo. Passava por um supermercado quando viu um homem açoitado. Era negro. E como o tirano que governava o reino já havia declarado “nem para procriar servem”, esse não tinha direito a ter esperança. Mas nossa jornalista não tinha medo e escreveu a manchete na capa “1800 OU 2019?”

A vida, no entanto, açoitava não só corpos como sonhos. Esperança viu seu reino queimar. Foram dias e dias de fumaça e desespero, alimentados pela ganância dos homens que para lucrar, não medem consequências e não se preocupam com o futuro. A fumaça da sua amada floresta quase lhe matou, mas Esperança não desistiu e revelou aquilo que eles queriam esconder: O PULMÃO DO NOSSO REINO QUEIMA. O mundo ouviu Esperança e os tiranos daqui não puderam mais se esconder por trás de suas cortinas de fumaça.

Infelizmente, tirania nenhuma se sustenta sozinha, o governante do reino tinha seu respaldo em outras instâncias. Para Esperança, isso ficou claro no momento em que um governante provinciano usou de sua autoridade para calar o amor. Onde já se viu podar cultura por preconceito. “NÃO À CENSURA” seria o editorial do dia seguinte. A imagem de capa? Os mesmos dois homens se beijando que a intolerância tentou esconder como se errados fossem.

Esperança achava que os tiranos nada mais poderiam fazer contra seu povo, quando ouviu o braço direito do governante entoar em alto e bom som: “nós, homens, nos sentimos intimidados pelo crescente papel da mulher em nossa sociedade. Por conta disso, parte de nós recorre à violência para afirmar nossa superioridade”. Nesse momento, Esperança lembrou de Mariele, de Maria, de Joana e tantas outras, que a cada 4 minutos sofrem algum tipo de agressão no reino e decidiu que seria resistência e escreveu no jornal em letras garrafais: NEM UMA A MENOS!

Quando percebeu que revelar essas atrocidades era a melhor forma de atingir aqueles 58 milhões que não mais acreditavam, Esperança decidiu compartilhar seus conhecimentos, viu na universidade a oportunidade de formar muitos mais, que como ela, poderiam acabar com a tirania do reino, porém, o malévolo governante percebeu que conhecimento é poder e cortou pela raiz os desejos de Esperança.

Agora, Esperança andava cabisbaixa. Havia perdido seu viço de jornalista iniciante. O bloco e a caneta não carregava mais em punho, mas guardados no fundo do bolso. Um dia, andava olhando para o chão quando esbarrou em Resistência.

Essa, caminhava de cabeça erguida por mais que apanhasse a cada passo. Joelhos já flexionados pelo cansaço da estrada. Não tinha bloco e caneta. Ela carregava livros. Resistência era professora.

Deram-se as mãos.

Reconheceram-se na luta.

Viram os seus serem açoitados pelas palavras, mandos e desmandos de um governante tirano que tem nome e sobrenome: Jair Bolsonaro.

Viram seu reino ruir e sua bandeira ser tomada em um reino com nome de Brasil. Mas não soltaram as mãos. Como fazemos agora.

Portanto, deem-se as mãos. Colegas, professores, familiares e amigos. Deem-se as mãos. Olhem-se nos olhos. Olhem nos nossos olhos.

Nos vejam humanas. Com direitos.

Somem esperanças.

Porque sou negra

branca

amarela

vermelha

homem

mulher

não-binário

cis

trans

gay

lésbica

hétero

bi

pam

Sou brasileira

E lhe dou a mão

Porque aqui: NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM!!!!

Oradoras: Liz Ribeiro Diaz e Thayse Ribeiro

Fonte: https://medium.com/@thayse_sfr/discurso-formatura-de-jornalismo-ufrgs-2019-1-ff942217ef11

 
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Publicado por em 15/09/2019 em Política, Reflexão

 

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Ninguém desiste do Amor

 
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Publicado por em 11/09/2019 em Reflexão

 

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A Lei

Alan Kardec ao estudar a vida espiritual de maneira científica, trouxe esclarecimentos sobre a Lei de causa e efeito. Lei da Ciência Divina nos diz que não há efeito sem causa nem causa sem efeito, portanto dela nada pode escapar.

Aqueles que deram e ainda estão dando causa por ativismo ou omissão à barbárie que é o atual governo brasileiro e vários outros pelo mundo, com seus Ministros, militares e civis, adeptos da teoria da terra plana, que negam os avanços da ciência e avessos às causas ambientais e sociais, trazendo o obscurantismo e a crueldade da Idade Média para o século XXI, não idealizem a existência de juízes e procuradores amigos que passarão a mão por cima de suas ações nefastas.

Existe apenas um juiz e Ele é Justo!

Certamente lhes concederá o perdão, mas mediante a reparação incondicional dos efeitos desastrosos de sua ação ou omissão. Pois esta Lei sim é para TUDO e TODOS.

 
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Publicado por em 16/08/2019 em Reflexão

 

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