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Uma gota d’água

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Você já parou, alguma vez, para observar uma gota d`água?

Sim, uma pequena gota d`água se equilibrando na ponta de um frágil raminho.

Com graciosidade a gotícula desafia a lei da gravidade, se balançando nas bordas das folhas ou nas pétalas de uma flor.

São gotas minúsculas, que enfeitam a natureza nas manhãs orvalhadas ou permanecem como pequenos diamantes líquidos, depois que a chuva se vai.

É por isso que um bom observador dirá que a vida seria diferente se não existissem gotas de água para orvalhar a relva e amenizar a secura do solo.

Madre Tereza de Calcutá foi uma dessas almas sensíveis.

Um dia, um jornalista que a entrevistava disse-lhe que, embora admirasse o seu trabalho junto aos pobres e enfermos, considerava que o que ela fazia, diante da imensa necessidade, era como uma gota d`água no oceano.

E aquela pequena sábia-mulher, lhe respondeu: “sim, meu filho, mas sem essa gota d`água o oceano seria menor.”

Sem dúvida uma resposta simples e extremamente profunda.

 Pois sem os pequenos gestos que significam muito, a vida não seria tão bela…

Um aperto de mão, em meio à correria do dia-a-dia…Um minuto de atenção a alguém que precisa de ouvidos atentos, para que não caia nas malhas do desespero…

Uma palavra de esperança a alguém que está à beira do abismo.

Um sorriso gentil a quem perdeu o sentido da vida.

Uma pequena gentileza diante de quem está preso nas armadilhas da ira.

O silêncio, frente à ignorância disfarçada de ciência… A tolerância com quem perdeu o equilíbrio.

Um olhar de ternura para quem pena na amargura. Pode-se dizer que tudo isso são apenas gotas d`água que se perdem no imenso oceano, mas são essas pequenas gotas que fazem a diferença para quem as recebe.

Sem as atitudes, aparentemente insignificantes, que dentro da nossa pequenez conseguimos realizar, a humanidade seria triste e a vida perderia o sentido.

Um abraço afetuoso, nos momentos em que a dor nos visita a alma…

Um olhar compassivo, quando nos extraviamos do caminho reto… Um incentivo sincero de alguém que deseja nos ver feliz, quando pensamos que o fracasso seria inevitável…

Todas essas são atitudes que embelezam a vida. E, se um dia alguém lhe disser que esses pequenos gestos são como gotas d`água no oceano, responda, como madre Tereza de Calcutá, que sem essa gota o oceano de amor seria menor.

E tenha certeza disso, pois as coisas grandiosas são compostas de minúsculas partículas.

Pense nisso!

Sem a sua quota de honestidade, o oceano da nobreza seria menor.

Sem as gotas de sua sinceridade, o mar das virtudes seria menor.

Sem o seu contributo de caridade, o universo do amor fraternal seria consideravelmente menor.

 Pense nisso!

 E jamais acredite naqueles que desconhecem a importância de um pequeno tijolo na construção de um edifício.

 Lembre-se da minúscula gota d`água, que delicadamente se equilibra na ponta do raminho, só para tornar a natureza mais bela e mais romântica, à espera de alguém que a possa contemplar.

E, por fim, jamais esqueça que são essas mesmas pequenas e frágeis gotas d`água que, com insistência e perseverança conseguem esculpir a mais sólida rocha.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

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Publicado por em 28/07/2017 em Otimismo

 

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Feliz 2015!!!

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Feliz Ano Novo para todos!!!

Que seja pleno, leve e ativo… Que o amor consiga quebrar o gelo da indiferença que teima em avançar sobre os corações humanos…

Que os abraços sejam fortes e sinceros… Que as palavras sejam ternas e repletas de compreensão…

Que os bons sentimentos façam morada no peito de cada ser humano e que Deus abençoe cada lar terreno para que possamos caminhar juntos rumo ao Mundo Melhor que tanto desejamos.

Abraços Fraternos com carinho!!

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 31/12/2014 em Otimismo

 

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Anúncios de primavera

ipê

Quando florescem os ipês em minha cidade, sei que a geada não tornará a se manifestar nesta estação invernosa.

Os ipês floridos, derramando seu amarelo na grama verde, em fantasias nacionais, são anúncios da primavera, que se prepara para reinar, por noventa dias.

São como batedores que vêm à frente, verificando as veredas e embelezando as estradas, as ruas, as avenidas e as praças.

Recordamos que, há cerca de dois mil anos, um homem se ergueu na Palestina, andando pelos caminhos, alertando as populações.

Semelhante aos ipês, Ele anunciava a nova estação que estava prestes a encher de flores de esperança o mundo. O Seu era o anúncio da primavera da renovação.

Preparai os caminhos do Senhor…

Depois de mim, virá aquele do qual não sou digno de desatar as sandálias.

Eu sou a voz que clama no deserto… no deserto dos corações humanos.

E o Batista trazia as sementes fartas de profecias anunciadas há séculos.

O rei se encontrava entre os homens. E escolheu o palco da natureza para entoar sua canção de amor. Compôs poemas e somente os corações de boa vontade registraram seus versos, na intimidade do próprio ser.

Mas os versos ficaram ecoando, levados pelos ventos, repetidos pelas montanhas, acolhidos entre as paredes generosas dos que aderiam ao convite. Convite do amor. Convite para amar.

Era o auge da primavera. O Governador planetário viera para estar com os Seus.

Estou entre vós como quem serve. Eu sou o bom pastor.

Nenhuma das ovelhas que o pai me confiou se perderá. O pastor dá a sua pela vida das suas ovelhas.

Crede em Deus. Crede também em mim.

Versos recitados na montanha, no vale, nas estradas. E dedilhados no alaúde do lago de Genesaré.

Primavera celestial. Jamais igualada.

*   *   *

Nos dias que vivemos, novos anúncios se fazem. A era da regeneração se aproxima e a pouco e pouco se instala.

Os arautos se multiplicam. A genialidade retorna ao palco do mundo e as crianças declamam, versejam, compõem sinfonias e executam peças magistrais, em evocações da sublimidade celeste.

Gênios avançam estudos nas ciências, sonhando com viagens interplanetárias, em mensagem de vera fraternidade.

E outros se debruçam sobre lâminas, livros, em laboratórios, academias, institutos, em investigações que objetivam a cura de males que afligem seus irmãos, o diminuir das dores.

Outros mais empreendem campanhas em prol dos que nada ou quase nada têm. As suas preocupações não são os folguedos da infância, mas sim o bem-estar de outras tantas crianças, amigos próximos ou desconhecidos distantes.

Primícias de primavera. Primavera nos corações. Primavera de um mundo novo, regenerado. Um mundo em que o homem abandonará as armas que aniquilam e abraçará a lira, a ciência, a arte, o amor.

Um mundo que já se faz presente. Como os ipês que bordam arabescos pelo chão, que enchem os olhos e afirmam: A primavera se aproxima!

Pensemos nisso e deixemo-nos penetrar pelo hálito primaveril do mundo novo.

Redação do Momento Espírita.
Em 8.10.2014.

 
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Publicado por em 10/10/2014 em Otimismo

 

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Campanha do Bem

campanha do bem

Quando você assiste ao noticiário televisivo, com frequência se cansa, rapidamente, não é verdade? As notícias são, na grande maioria, as da corrupção, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.

Ou imagens de tragédias que vão desde a queda de um avião, consumindo mais de uma centena de vítimas, ao naufrágio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preservação da própria vida.

Você troca de canal e ali, as imagens são incêndios, explosões, acidentes rodoviários. Sombras e mais sombras.

E você conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, então, o mundo renovado do Terceiro Milênio? Utopia?

No entanto, se você retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das páginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrirá um panorama bem diverso.

Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificará que os fiéis são em tal número, que ficam, em pé, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela está lotada.

Isso diz que as pessoas estão em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.

Se você transitar frente a um centro espírita, verá o expressivo número de carros estacionados à porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.

Isso falará de quantos estão à procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?

Se você adentrar uma livraria, verificará o número não pequeno de crianças, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou mídias diversas, com áudio e vídeo.

Todos interessados em algo bom, construtivo.

Se você comparecer a asilos, hospitais, instituições de caridade, encontrará uma legião de voluntários que se ocupa com o próximo, em desveladas horas de trabalho.

Em nome do amor.

A lista é interminável: jovens que se debruçam horas a fio sobre livros, no intuito de alcançar ensino superior, a graduação, a especialização.

Outros que se esmeram nos treinamentos diários no intuito da primorosa execução musical. E há os que dançam, cantam, no cultivo do belo.

Observe e concluirá: há muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.

O que estamos precisando é desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes índices de audiência, deixar de comprar o jornal, de cujas páginas verte tanto mal.

Isso fará com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ciências, nas artes, para o bem da Humanidade.

E hoje é o momento ideal para iniciar esta campanha.

Pense nisso! Comece agora!

Privilegie os canais televisivos que mostram os avanços da ciência, a beleza das artes, o altruísmo impregnando as pessoas.

Ouça o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.

Comece hoje! Estamos com você!

Redação do Momento Espírita.
Em 8.7.2014.

 
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Publicado por em 17/07/2014 em Otimismo

 

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A alegria dos outros

alegria dos outros

Um jovem, muito inteligente, certa feita se aproximou de Chico Xavier e indagou-lhe:

Chico, eu quero que você formule uma pergunta ao seu guia espiritual, Emmanuel, pois eu necessito muito de orientação.

Eu sinto um vazio enorme dentro do meu coração. O que me falta, meu amigo?

Eu tenho uma profissão que me garante altos rendimentos, uma casa muito confortável, uma família ajustada, o trabalho na Doutrina Espírita como médium, mas sinto que ainda falta alguma coisa.

O que me falta, Chico?

O médium, olhando-o profundamente, ouviu a voz de Emmanuel que lhe respondeu:

Fale a ele, Chico, que o que lhe falta é a “alegria dos outros”! Ele vive sufocado com muitas coisas materiais. É necessário repartir, distribuir para o próximo…

A alegria de repartir com os outros tem um poder superior, que proporciona a alegria de volta àquele que a distribui.

É isto que está lhe fazendo falta, meu filho: a “alegria dos outros”.

Será que já paramos para refletir que todas as grandes almas, que transitam pela Terra, estiveram intimamente ligadas com algum tipo de doação?

Será que já percebemos que a caridade esteve presente na vida de todos esses expoentes, missionários que habitaram o planeta?

Sim, todos os Espíritos elevados trazem como objetivo a alegria dos outros.

Não se refere o termo, obviamente, à alegria passageira do mundo, que se confunde com euforia, com a satisfação de prazeres imediatos.

Não, essa alegria dos outros, mencionada por Emmanuel, é gerada por aqueles que se doam ao próximo, é criada quando o outro percebe que nos importamos com ele.

É quando o coração sorri, de gratidão, sentindo-se amparado por uma força maior, que conta com as mãos carinhosas de todos os homens e mulheres de bem.

Possivelmente, em algum momento, já percebemos como nos faz bem essa alegria dos outros, quando, de alguma forma conseguimos lhes ser úteis, nas pequenas e grandes questões da vida.

Esse júbilo alheio nos preenche o coração de uma forma indescritível. Não conseguimos narrar, não conseguimos colocar em palavras o que se passa em nossa alma, quando nos invade uma certa paz de consciência por termos feito o bem, de alguma maneira.

É a Lei maior de amor, a Lei soberana do Universo, que da varanda de nossa consciência exala seu perfume inigualável de felicidade.

Toda vez que levamos alegria aos outros a consciência nos abraça, feliz e exuberante, segredando, ao pé de ouvido:  É este o caminho… Continue…

Sejamos nós os que carreguemos sempre o amor nas mãos, distribuindo-o pelo caminho como quem semeia as árvores que nos farão sombra nos dias difíceis e escaldantes.

Sejamos os que carreguemos o amor nos olhos, desejando o bem a todos que passam por nós, purificando a atmosfera tão pesada dos dias de violência atuais.

E lembremos: a alegria dos outros construirá a nossa felicidade.

Redação do Momento Espírita, com base em relato sobre episódio da vida de Francisco Cândido Xavier, de autor desconhecido, e que circula pela Internet.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 20, ed. Fep.
Em 20.10.2011.
 
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Publicado por em 07/03/2014 em Otimismo

 

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Feliz 2014!!!

virada

Claudio Viana Silveira

http://www.blogdovelhinho.com.br/

 
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Publicado por em 31/12/2013 em Otimismo

 

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Chaplin e o sorriso

chaplinCharles Chaplin foi o artista do sorriso, da docilidade, dos gestos pequenos e da grandeza de coração. Há um texto, de sua autoria, traduzido para o português que diz mais ou menos assim:

Ei, você, sorria!

Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

Não faça dos defeitos uma distância, e sim uma aproximação.

Aceite a vida, as pessoas. Faça delas a sua razão de viver.

Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você. Não as reprove.

Ei! Olhe! Olhe à sua volta quantos amigos!

Você já tornou alguém feliz hoje, ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?

Ei! Não corra! Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.

Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.

Chore! Lute! Faça aquilo que gosta. Sinta o que há dentro de você.

Ei! Ouça! Escute o que as outras pessoas têm a dizer. É importante!

Suba! Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo, mas não esqueça daqueles que nunca conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Procure acima de tudo ser gente. Eu também vou tentar.

Ei, você. Não vá embora. Eu preciso lhe dizer que… gosto de você, simplesmente porque você existe!

*   *   *

O poeta dos sorrisos, o criador de Carlitos, das cenas inesquecíveis de Luzes da ribalta, de O garoto, de O grande ditador, acreditava que a Humanidade precisava sentir mais do que pensar.

Dizia ele: Pensamos em demasia, e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.

O homem enigmático, talvez um tanto triste, por trás do personagem cômico, brilhou no mundo do cinema, mas também irradiou muita luz para o mundo dos homens.

Coragem! Não se entregue! Sempre há uma esperança. – Disse ele, levando aos solitários, aos sofredores, um pouco de alento, de confiança, de graça na vida, quem sabe.

Chaplin foi o menino pobre que, passando de orfanato em orfanato, não esquecia o seu dom – o de representar, vindo da herança da mãe, a arte da pantomima.

Foi a criança que cedo viu a mãe acolhida pela insanidade mental, certamente fruto das privações em que ela, Hanna Chaplin, e os filhos, viviam.

Foi o homem que fez o cinema de uma época, o cinema de um século rir das trapalhadas de um certo Carlitos, e com isso trouxe alegria ao mundo.

Ouçamos seus conselhos e jamais deixemos de sorrir, de ter esperança nas pessoas, e em nós mesmos.

Ei, você, sorria! Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

 

Redação do Momento Espírita, com base
em texto atribuído a Charles Chaplin.
Em 12.12.2013.

 

 
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Publicado por em 19/12/2013 em Otimismo

 

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