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Arquivo da Categoria: Otimismo

O bem anônimo

o bem anonimo

Pessoas famosas, em geral, tomam páginas e páginas da imprensa escrita todos os dias. Revistas especializadas mostram como eles vivem, do que gostam, o que fazem das suas horas.

Se viajam, casam ou descasam são notícia. Se cometem uma infração à lei, qualquer que seja, se tornam manchete.

São seres humanos, com virtudes e defeitos. Praticam tolices, como todos nós, com a diferença de que estão sempre em evidência.

Por isso, é muito bom se falar a respeito das coisas positivas que alguns desses seres realizam em suas vidas. E, digamos bem, sem querer que outros saibam.

Foi assim que um dia, Irmã Dulce, a freira baiana que deixou uma mensagem de amor para a Humanidade, com sua vida de dedicação aos doentes pobres, confidenciou a um amigo íntimo que, certa vez, andava muito preocupada com as dívidas da sua obra benemérita.

Aproximava-se a época de pagar o décimo terceiro salário aos funcionários do hospital e ela não tinha de onde tirar o numerário. Armada de fé, orou a Maria, mãe de Jesus:

“Mãe Santíssima, peço a ti, como mãe de nosso Mestre, que me ajudes. Eu já pedi a Ele que olhe pela nossa obra. Mas, sabe, mãe, acho que Ele anda muito ocupado com outras coisas ou, então, deve estar cansado dos meus pedidos constantes. Ele não está me atendendo.

Por isso, eu te peço, Maria, intercede por mim junto a Ele. Precisamos muito de dinheiro. Os funcionários não podem ficar sem o seu salário.

Além disso, temos umas outras tantas dívidas que me estão preocupando. Ajuda-me, Maria.”

Alguns dias depois, Irmã Dulce conta que recebeu um telefonema. Era o cantor Roberto Carlos.

Olá, Irmã, como vai?

Na resposta de Irmã Dulce, ele percebeu a preocupação.

A senhora está com problemas de dinheiro?

Pois é, meu filho, estou. A obra é grande, muitos os necessitados e as obrigações sociais.

De quanto precisa, Irmã?

Depois que ela declinou a quantia, ele completou perguntando o nome do banco, o número da agência e da conta corrente. No dia seguinte, lá estava o depósito.

Mas, disse o cantor, tem uma condição para eu lhe remeter o que a sua obra precisa, Irmã. A senhora deve me prometer que não contará para ninguém.

Foi por esse motivo que, durante muito tempo, Irmã Dulce guardou segredo. Mas, um dia, resolveu contar para um amigo porque, dizia, queria que ao menos outra pessoa pudesse saber que almas nobres existem neste maravilhoso mundo de Deus.

E, por acreditarmos que o bem merece lugar de destaque no mundo, optamos por narrar o episódio.

Sejamos sempre aqueles que têm olhos de ver o bem, o belo, o bom.

Antes de permitir que a nossa inveja ou simplesmente nossa vontade de criticar, estabeleça comentários desabonadores sobre quem quer que seja, disponhamo-nos a nos tornar os divulgadores das boas notícias, dos gestos nobres, das ações nobilitantes.

Nosso sofrido mundo necessita de vibrações positivas, de anúncios de bondade.

Pensemos nisso e construamos o bem com nossas palavras, todos os dias.

 

Redação do Momento Espírita, com base em
informações colhidas no seminário O perdão e o

autoperdão, desenvolvido
por Divaldo Pereira Franco.
Em 21.11.2013.

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Publicado por em 29/11/2013 em Otimismo

 

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Chegou a primavera

primaveraVocê já deve ter ido, certamente, a muitas festas de casamento, formaturas, eventos sociais, onde os arranjos florais estão sempre presentes.

Aliás, são sempre muitas flores, muitos enfeites, cada vez mais criativos e bem elaborados.

Mas você já parou para pensar para onde vão todos aqueles ornamentos no dia seguinte? Pois é… Na maioria, vão para o lixo! Flores ainda belas, vigorosas, no auge de seu brilho são desperdiçadas todos os dias.

Felizmente algumas pessoas se sentiram incomodadas com isso e resolveram tomar uma atitude positiva.

Profissionais que trabalham na área de cenografia e decoração de eventos e campanhas publicitárias, criaram o projeto flor gentil.

Trata-se de uma ONG que reaproveita flores da decoração de casamentos e outras festas, transformando-as em novos arranjos que são entregues a idosos em casas de repouso.

A iniciativa conta com diversos voluntários que participam, desde o recolhimento dos arranjos usados nas festas, passando por uma pequena seleção das flores, até a elaboração dos singelos novos buquês que ganharão outro lar em breve.

Já são diversos os lares de idosos que recebem, periodicamente, a visita das flores. Ver a reação daqueles corações ao receberem o singelo mimo é emocionante.

Como pode um simples buquê levar tanta alegria, tanta cor àquelas vidas!

A expressão de surpresa e júbilo de uma dessas senhoras resume bem a emoção. Chegou a primavera!! – Disse radiante.

Outro fator interessante é que nenhum buquê é igual ao outro e todos são lindíssimos e muito bem elaborados. Cada idoso recebe o seu, único, especial.

Os voluntários do projeto contam como é gratificante a tarefa que fazem, e como ela afeta, poderosamente, quem oferece as flores e não apenas quem as recebe.

São flores que abrem portas, criam laços e fortalecem quem tem cada vez menos condições de lidar sozinho com seus problemas.

São flores que levam cores para a vida já tão preto e branco daqueles corações.

A idealizadora do projeto confessa que, quando vai embora, após cada visita, costuma dar uma última olhadela para trás e ver como a paisagem se transformou.

Os sorrisos que deixou e as flores que agora colorem aquele ambiente. Nada fica como antes…

São as flores da gentileza… É a primavera nascendo a qualquer momento do ano.

Você já levou a primavera para a vida de alguém?

Flores inesperadas, uma visita de surpresa, uma carta, um e-mail gentil.

São tantas as formas de transformar, de alegrar o dia das outras pessoas!

Encontre a sua. Encontre o seu caminho das flores, das cores, dos gestos que demonstram que você se importa, se interessa…

Encontre o outro. Encontre a vida além da sua vida. Participe da vida do outro. Um estranho, quem sabe…

Quem é capaz de dizer quando um estranho se transformará num grande amor?

Aliás, todo grande amor foi um dia um estranho… Até que enfim, chegou a primavera.

 

Redação do Momento Espírita.
Em 19.10.2013.

 
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Publicado por em 21/10/2013 em Otimismo

 

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Um novo mundo

mundo novo

Quem nunca sonhou com um mundo onde todos pudessem viver em constante clima de fraternidade, de amor e de esperança?

Um mundo no qual as armas não existissem e onde todos tivessem as mesmas oportunidades de crescimento pessoal e social? Um mundo onde viveríamos sobretudo do amor; onde o Criador seria uma presença insubstituível e reinaria soberano na família humana, como fonte inesgotável de todas as dádivas.

Quem não sonhou com esse lugar? Qual de nós não quer viver em um mundo regenerado?

Independente de nossas opções políticas, filosóficas ou religiosas, todos carregamos intimamente esse sonho.

Contudo, devemos nos conscientizar de que os elementos que irão promover as mudanças necessárias para transformar o mundo de hoje em um novo lugar somos nós mesmos.

A História nos diz que a transformação do planeta começou com a nossa própria modificação.

Há mais de dois mil anos, a Misericórdia Divina nos enviou Jesus que, através de Seus ensinamentos, veio nos oferecer diretrizes para essa obra de recuperação moral e espiritual.

Ele nos trouxe o Evangelho e, com ele, mostrou-nos a possibilidade de seguirmos um novo caminho, que nos impulsiona a construirmos a própria grandeza espiritual e a mantermos uma verdadeira ligação com Deus.

O Divino Amigo nos apresentou a conduta adequada a todas as circunstâncias da vida.

A Boa Nova é roteiro infalível para alcançarmos a felicidade, que deve ser construída com base nas imutáveis leis Divinas.

E, a partir da vinda do sublime Galileu, o Evangelho prosseguiu transformando os corações, e continua assim fazendo, ao longo dos tempos.

Jesus sabe que ainda somos muito falíveis, mas que todos somos anjos em potencial. Também que há sempre a esperança na renovação do ser humano.

A obra regeneradora do Cristo não é obra que exclui aquele que erra. Ela é, antes de tudo, obra educativa.

Ele nos mostrou que não se reconstitui um mundo começando por fora e que essa regeneração do mundo é, na verdade, a regeneração de nós mesmos.

xxxxxxx

Deixemos que penetre em nosso espírito o amor desvelado do Cristo e, com certeza, encontraremos a luz que precisamos para iluminar nossos caminhos.

Não permitamos que um sonho comum a tantos de nós, o de viver em um lugar de paz duradoura, se perca no tempo de nossas vidas.

Busquemos a nossa melhora íntima e, dessa forma, estaremos trabalhando pela transformação de nosso planeta.

A Terra é hoje escola que, através de abençoadas provas, permite o nosso crescimento intelecto-moral.

Há de chegar o momento de vivermos intensamente em plenitude e harmonia.

Com pequenas e nobres ações, um mundo novo será construído.

Um mundo em que as leis Divinas serão os nossos códigos.

Um mundo em que a fraternidade será nosso cotidiano.

Nesse mundo regenerado, Jesus poderá caminhar calmamente entre nós, porque a obra do Evangelho, a obra Divina no coração dos homens, terá se completado na intimidade de cada um de nós.

 

Redação do Momento Espírita, com base na palestra
A regeneração do mundo, de Haroldo Dutra Dias,
proferida na XV Conferência Estadual Espírita, em
Curitiba/Pr, no dia 9 de março de 2013.
Em 25.6.2013.

 
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Publicado por em 26/06/2013 em Otimismo

 

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Razão de viver

viver o que ha pra viver

Muitas pessoas erguem-se pela manhã acreditando não existir qualquer sentido para despertarem.

Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experiência insossa ou vazia.

Vagam pelas ruas, sem destino certo, à mercê do que lhes aconteça no curso do dia.

Levam uma vida sem direção, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.

Deixam-se levar pelos ventos do acaso.

Não veem significado em família, em amigos, nem em trabalho.

Quando se estabelece esse estado d’alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunstâncias, sem quaisquer resistências morais para enfrentar as dificuldades.

Com certeza, não é o melhor modo de se viver.

É urgente que nos possamos sentir como peças importantes nas engrenagens da vida.

É necessário que tomemos gradual consciência quanto ao nosso exato papel frente às leis de Deus.

Seria muito belo se cada pessoa – principalmente as que não veem sentido para a própria vida – resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?

Para que, afinal, é que eu vivo?

Para quem é que eu vivo?

Dificilmente não achará respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbuída da vontade de conferir um sentido para sua existência.

Cada um de nós, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de alguém ou de alguma coisa, dando valor às suas horas.

É importante dar sentido à vida.

É importante viver por algo ou por alguém.

Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem vários.

Dedique-se a uma causa que lhe pareça significativa para o bem geral, e passe a viver em cooperação com ela.

Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.

Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentará o seu íntimo.

Assim seus passos na Terra não serão a esmo, ao azar.

Quando se encontram razões para viver, passa-se a respeitar e a honrar as bênçãos da existência terrestre.

Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.

A vida na Terra não precisa ser um campo de concentração a impor-lhe tormentos a cada hora.

Se você quiser, ela será um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, após a sementeira responsável e cuidadosa que você fizer.

Dedique-se a isso.

Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.

Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferença.

Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magnífico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.

Isso porque, todos nós somos alvos da dedicação de Deus.

O tempo é uma dádiva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.

Utilizá-lo de forma responsável e útil é dever que nos cabe a todos.

Dê sentido às suas horas, aos seus dias, e assim, por consequência, a toda a sua vida.

 

Redação do Momento Espírita, com base  no cap. 25, do livro Para uso
diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 2.1.2013.

 
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Publicado por em 14/06/2013 em Otimismo

 

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O Espelho… Uma história de Amor

espelho-da-vida

Renato quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda…

…Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. A senhora pensou que pudesse ser um bandido. Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto…

…Renato percebeu que ela estava com muito medo e disse:

“Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato”…

…Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante. Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos…

…Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava…

…Ela perguntou quanto devia. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado. Renato não pensava em dinheiro, Gostava de ajudar as pessoas…

…Este era seu modo de viver. E respondeu:

“Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar e lembre-se de mim”…

Alguns quilômetros depois a senhora em um pequeno restaurante simples, a garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso…

…A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a  tensão e as dores mudarem a sua atitude…

…A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato. Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava troco, a senhora se retirou…

…Quando a garçonete voltou  queria saber onde a  senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha 4 notas de R$ 100,00…

…Correram lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:

– Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém…

…Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito…

…Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil…

…Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso…

…Agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

Tudo ficará bem; eu te amo…

…Renato!

*****

Pense nisso, e se você quiser retribuir esta mensagem, retransmita-a aos seus amigos e não deixe o circulo do amor morrer com  você….

A vida é assim… um espelho..

Tudo que você transmite volta pra  você!!

Um ótimo fim de semana para todos!

 
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Publicado por em 07/06/2013 em Otimismo

 

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Para mudar o mundo

manchetes

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.

Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.

Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.

Desgraças. Violência.

Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.

Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.

Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.

Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?

Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?

Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?

Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?

Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom,  belo e deve ser imitado?solidariedade1

Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?

Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?

Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará  portadores de determinada enfermidade?

Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?

Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?

Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?

Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?

Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?

Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?

O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?velhice alzheimer

Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?

Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?

Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?

Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.

Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?

*  *  *

Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.

Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.

Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.

Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.

E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.

Guardemos a certeza que, desta forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

 

Redação do Momento Espírita.
Em 13.09.2010.

 
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Publicado por em 29/05/2013 em Otimismo

 

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Profissionais Liberais

trabalhadores do bem

Em determinada publicação, encontramos um interessante anúncio intitulado: Profissionais liberais. Precisa-se!

Grandiosa obra de renovação do mundo precisa urgentemente de profissionais liberais diversos para as seguintes funções:

Engenheiros – que edifiquem pontes para aproximar mais as pessoas entre si, na construção da verdadeira fraternidade;

Advogados – para que defendam as causas da justiça e do bem;

Psicólogos – com grande poder de penetração no complexo mundo interior das criaturas para que consigam ajudar, de maneira direta e simples, as pessoas a se relacionar entre si e a viver em paz. Especialmente as que vivem sob o mesmo teto, nos agrupamentos familiares;

Dentistas – que, melhorando o aspecto bucal dos pacientes, consigam descontrair-lhes também a face e estimulá-los a sorrir. Sorrir sempre, a fim de amenizar as tensões da vida;

Professores – de todas as matérias, que saibam promover a formação integral da personalidade dos novos habitantes que diariamente aparecem no cenário do mundo, através dos renascimentos.Que levem em conta a formação moral dos educandos, com a base do Evangelho de Jesus, para o pleno desenvolvimento do ser;

Cirurgiões – para extirpar do íntimo do homem, sem lhe mutilar o ser, as raízes do mal que ali ainda insistem em habitar;

Economistas – que, além de resolver devidamente os problemas de ordem material da coletividade, sejam capazes de fazer ver ao homem que as questões relacionadas com o abastecimento, produção e distribuição de bens e serviços são o mais elementar dos desafios da evolução.

Que interesses mais altos esperam por suas iniciativas, como seja o aperfeiçoamento do saber, o vasto mundo da arte etc;

Enfermeiras dedicadas – que saibam tratar não somente das lesões do corpo, como também amparar os acidentados da alma, os que se envolveram nos lamentáveis sinistros do ódio, da paixão arrasadora, do egoísmo, dos atritos, dos vícios, de modo a corrigir com paciência e amor as causas dos desequilíbrios humanos.

Todos esses profissionais e quaisquer outros trabalhadores sinceros serão prontamente admitidos, no maior número possível, na grande obra de preparar uma nova civilização, onde sejam reais as palavras felicidade, justiça, prosperidade e paz.

*   *   *

Para realizar a obra de renovação do mundo, nenhum de nós precisa sair do local onde se encontra, nem se desvincular daqueles com quem convive.

Todos os percalços e entraves que, porventura, encontremos na família, no local de trabalho, devem simplesmente constituir estímulo para que trabalhemos mais depressa, a fim de abreviar o advento da nova era de paz e harmonia, fraternidade e beleza, que todos aguardamos.

 

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Profissionais liberais: precisam-se!, de Lauro F. Carvalho, publicado no jornal Mundo Espírita, de janeiro de 1992, ed. Fep.

Em 30.06.2011.

 

 
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Publicado por em 23/05/2013 em Otimismo

 

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