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Questões a Meditar

meditando

Gosto de escrever as vezes.

Colocar em um texto o que vai dentro da alma ajuda a enfrentarmos as batalhas diárias.

Mas gosto também de ler e compartilhar os pensamentos e meditações dos amigos, ou simplesmente navegar e encontrá-los por aí neste universo digital, que por vezes se mostra muito amargo e violento, mas contém muitas coisas boas, que nos confortam e que não raras vezes nos trazem lições necessárias.

Compartilho este texto,com os devidos créditos, publicado por uma amiga no Facebook, que acredito de muita valia, para os tempos em que vivemos. Vale apena meditar sobre o que nele está escrito.

Questões a Meditar

“Tenho observado as pessoas e os pactos que elas fazem com a vida…
Algumas fazem pacto com o ódio e estão sempre em busca de alguém pra ser o alvo de seu ódio…. alimentam esse animalzinho e ele vai crescendo e se fortificando a cada dia… depois reclamam quando o câncer as visita….
Outras fazem pacto com a inveja e estão sempre a olhar para a vida alheia acreditando que os outros são sempre mais felizes, que a grama do vizinho é sempre mais verde….
Há quem faça pacto com a fofoca.. estes estão sempre a espreita das novidades da vida alheia…
Outros fazem pacto com a tristeza, deitam-se abraçados com ela e choram até adormecer e ao acordar ela está ali sentada na beira da cama com as mãos no rosto. Ela não é feia, mas parece mais velha do que realmente é… ela parece ter uns duzentos anos e é amarga, muito amarga.
Outras fazem pacto com o fanatismo, seja ele de qual tipo for… e acreditam que somente o seu ponto de vista está certo, que os demais são errados e que talvez por isso devam inclusive ser exterminados…
Outros fazem pacto com a doença. Inacreditável não? Mas sim, eles fazem… estão sempre com alguma dorzinha, aqui, ali, as costas, a cabeça…
Outros fazem pacto com o trabalho e mergulham nele sem olhar para os lados atrás de uma ambição desenfreada e sem limites que nunca conquista o suficiente e quer sempre mais e mais… depois reclamam ao encontrarem-se no final do caminho com a solidão…
Mas também conheço gente que faz pacto com a alegria, e acredite ela é uma mulher muito antiga, mas com ar de menina. Num dia de sol ela te tira pra dançar e dançam até os pés não mas aguentarem rindo muito e cercados de crianças alegres… crianças que também dançam… e num dia de chuva ela te ensina a correr pulando as poças… Ela é tão bonita, mas também sincera… não te promete nada, fica ao teu lado por um tempo, mas não pode ficar o tempo todo, algumas vezes ela se afasta, mas se você abre os braços pra ela, ela volta correndo e dançando, ah sempre dançando que menina levada… ainda sinto seu perfume e posso ver sua saia esvoaçante…
Ainda há os que fazem o pacto com o amor e amam, amam sem medida… amam o próximo como a si mesmo, estão sempre de mãos estendidas, prontos ajudar quem necessita… esses são mais raros e quão raros, feliz daquele que um dia cruzar pelo caminho com alguém assim… E algo que eles entendem é que o amor é um jovem senhor sorridente e sábio, ele não aperta, não prende, porque se aperta vira nó e deixa de ser laço…
Algumas vezes é preciso parar pra pensar… qual o pacto que você fez? Mas o mais importante…. nenhum deles é eterno, é sempre tempo de desfazer aquele que te faz mal e criar novos laços…
Em tempos de dor e de revoltas… paremos pra pensar…”

Cauby Nobre Filho II (Página do Facebook)

Publicado no Facebook por Fernanda Geri

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Publicado por em 17/11/2015 em Reflexão

 

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Oração da Amizade

fraternidade

Agradeço Senhor,
Cada afeição querida
Com que me deste a vida
Alegria, esperança, entendimento, amor!

Enaltece, por mim, a amizade que vem
Resguardar-me a fraqueza em caridade infinda,
Sem perguntar porque não posso ainda
Entregar-me de todo a prática do bem.

Sê louvado Jesus, pela criatura boa
Que me escora no caminho.
Estendendo-me paz, reconforto e carinho
Toda vez que me encontra, auxilia ou perdoa.

Faze brilhar, no mundo, o olhar branco e perfeito
Que me tolera as faltas, de hora a hora
Que me percebe o anseio de melhora
E me ensina a servir sem notar meu defeito…

Santifica, na terra, o ouvido que me escuta,
Sem espalhar a queixa e as aflições que faço,
Nos erros que cometo, passo a passo,
Nos meus dias de mágoa, sombra e luta!…

Abrilhanta, onde esteja, aquele coração.
Que me acolhe nos dons da palavra serena
E nunca me censura e nem condena,
Quando me vejo em treva e irritação.

Reclama de esplendor para a Glória Celeste
A mão, cuja bondade, em júbilo, proclamo,
Que me socorre e ampara aqueles que mais amo
No refúgio do lar que me fizeste

A Ti, Jesus, meu pálido louvor!…
Pelo gesto mais leve e pequenino
Das santas afeições que me deste ao destino.
Agradeço Senhor!….

Maria Dolores

 
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Publicado por em 07/02/2013 em Poesia

 

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Primavera

Primavera é quando, num pedacinho da Terra, as flores se abrem,
o sol fica mais forte e a vida fica mais alegre.
Quando, num canto da Terra, se faz primavera, nos outros cantos se faz verão,
inverno e outono.
Das quatro estações, a primavera é a mais bonita, porque colore a terra, perfuma o ar
e contagia os corações sensíveis com sua alegria.
A primavera é uma boa época para renovar o espírito, assim como as flores se renovam.
E de colher os frutos e semear a terra.
Semear a terra sempre, pois isso significa mantê-la sempre fértil.
E de terra fértil, sempre brota a vida.
Bom seria se a primavera acontecesse o tempo todo, em todos os corações
humanos… florescendo, enfim, na forma de atos, palavras e
pensamentos, sempre positivos…
se cada ser vivente, fosse como uma flor, bela, pura e
cheirosa, toda a Terra viveria uma eterna primavera…
Depende de cada um, fazer do próprio coração, a terra…
semeá-lo e cuidá-lo, para cultivar o espírito da primavera, todo o tempo…
em qualquer estação…

 

 
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Publicado por em 04/10/2012 em Poesia

 

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Milho de Pipoca

milho de pipoca

 
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.Assim acontece com a gente.

As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas.

Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui.

Com isso, a possibilidade da grande transformação também.Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.

Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém. 

 

Rubem Alves “O Amor que Acende a Lua”

“Em vez de sofrer pelas modificações que ainda não consegue, sinta-se grato(a) pelas mudanças que já realizou.”

Amor e Paz para você!

(Mensagem recebida por email da amiga Fátima Campos)

 
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Publicado por em 02/09/2012 em Reflexão

 

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Para todas as horas!

 
 
Um filho perguntou a mãe:
– Mãe, eu posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!
A Mãe responde com uma pergunta:
– Claro, mas o que ele tem?
O filho com a cabeça baixa, diz:
– Tumor no cérebro.
A Mãe furiosa diz:
– E você quer ir pra que? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai…
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar… dizendo:
 
– Mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A Mãe com raiva:
– E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma última lágrima caiu de seus olhos
e acompanhado de um sorriso, lhe disse:
– Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer…
 
– EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!!!
 
 
Amizade é alegria,
É o romper de um novo dia,
Acalentando um coração.
Dá a força da esperança
Que um peito não alcança
Na tristeza e solidão.
 
Amizade é como a rosa
Tão linda e perfumosa,
Um belo botão em flor.
Uma amizade sincera
É a amizade que se espera, 
Aonde viceja o amor.
 
N. Rogero
 
 
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Publicado por em 21/07/2012 em Reflexão

 

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Espalhando alegria!!!

De um periódico do Estado de Santa Catarina, colhemos a notícia feliz de alguém que se importa com o bem-estar e felicidade do seu próximo.

A nota em destaque tem como endereço a Praia Central de Balneário Camboriú. Como personagem, um gari que, junto a outros tantos, tem a responsabilidade de executar a limpeza da praia.

Pois Cícero Martins usa o rastelo e o sorriso espontâneo para fazer muito mais do que o próprio trabalho.

 

Todas as manhãs, na altura da Rua Dois Mil, ele escreve na areia um caprichado e enorme Bom dia.

Ele já se tornou conhecido de muitos. Vez ou outra, recebe um cumprimento vindo de um dos prédios em frente à praia.

Alguém, de lá de cima, grita: Bom dia, Amarelinho.

Amarelinho é o apelido que recebeu, inspirado na cor do uniforme que ele usa para trabalhar.

Eu escrevo para animar. Às vezes, vejo pessoas tristes pelos bancos da praia e acho que, dessa maneira, posso ajudar. – Conta o simpático homem de quarenta e cinco anos.

O funcionário encanta quem mora nos arranha-céus da Avenida Atlântica e aos que visitam a praia.

Por vezes, interrompe o passo sem pressa de um turista que caminha, com o olhar vago em direção ao mar e se surpreende com o Bom dia, escrito na areia.

Ele não ganha nada a mais para escrever o seu Bom dia. Nada, em termos materiais, porque a sua atitude já lhe rendeu novas amizades.

E também estimulou alguns a pensarem a respeito das próprias atitudes pois, por vezes, se acorda pela manhã e não se dá Bom dia nem para quem mora com a gente.

Há os que param, indagam da autoria da proeza e o vão cumprimentar, abraçar.

Há os que afirmam que a atitude desse gari lhes modificou a forma de encarar a vida. Porque, enquanto os outros vão à praia para tomar sol, passear, descansar, ele está lá, dia após dia, limpando a praia, uniformizado.

Com sol forte, com brisa ou sem ela, ele cumpre a sua tarefa, sem reclamar, com alegria. E distribuindo bom ânimo aos outros.

Acrescenta o seu algo mais, que diz da sua própria alegria de viver…

Não aguardemos o aplauso do mundo. Não esperemos que os nossos atos sejam louvados pelos que transitam ao nosso lado.

Seja a nossa caminhada assinalada pelas pegadas de claridade na Terra, a fim de que, aquele que venha após os nossos passos, encontre as setas apontando o caminho.

Sejamos os que cantam o hino da alegria plena na ação que liberta consciências, na atividade que nos irmana e no amor que nos felicita.

Se cada um de nós se decidir por viver o amor, por expressar a sua alegria de viver, a paisagem atual do mundo se modificará.

No planeta em convulsão, a primavera reflorescerá. Nas almas empedernidas, as flores dos sorrisos irão despontar.

Nos seres em cuja intimidade jazem ressecados os galhos da fraternidade, brotos novos se apresentarão.

Sejamos nós os promotores dessas mudanças. Ainda hoje, principiemos a espalhar alegrias.

 

Redação do Momento Espírita, com base em fato da vida do gari
catarinense Cícero Martins e com pensamentos do cap. 11, do livro
Momentos enriquecedores, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.06.2012.

 
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Publicado por em 14/06/2012 em Otimismo

 

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Vale a pena

 
 
Tem a alegria, tem tristeza no olhar
Tem a fantasia, tem a hora de acordar
Anda nas estrelas
Pode não saber onde pisar
Solidão que cura, ter alguém pra conversar
Alcançar o sonho, ser o último lugar
Se saber pra sempre
Nunca conseguir acreditar
Vivo e gosto muito de estar vivo
É um jogo e eu gosto de jogar
Vale a pena a vida, vale a pena
Mesmo quando dói e faz chorar
Tem o sol se pondo
Lua nova, quem não viu?
Tem o erro certo
Julho, junho, maio, abril
Tem mulher amada,
o homem que olhou e nada viu
Pai, irmã e filho
Ombro a ombro, mão na mão
Trama, trem e trilho
Vôo cego, ilusão
Palco, luz e música
Brilho que clareia a escuridão
 
(Roupa Nova)
 
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Publicado por em 31/03/2012 em Música

 

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