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É hora de agir!

O mundo fervilha, cheio de conflitos entre nações, atritos pessoais e crises existenciais.

No entanto, estamos presenciando o fim de um tempo de confusão e sofrimento e o despertar de uma Nova Era.

Sem dúvida o momento em que nos encontramos, por vezes pode parecer interminável. Mas já podemos vislumbrar muitos sinais de um novo tempo.

A Ciência começa a se aproximar das coisas Espirituais, num movimento que definitivamente mudará o destino do Planeta.

Chegam notícias de todos os países, dando conta de estudos na área da medicina. Onde equipes médicas dos mais renomados hospitais do mundo ampliam seus horizontes, aceitando o fato de que é preciso tratar os pacientes de uma forma mais ampla cuidando também da alma.

Comprovando assim que o equilíbrio espiritual do doente contribui de maneira decisiva na evolução do tratamento e até na cura de suas moléstias físicas.

Pesquisas na área da Física já consideram a possibilidade da existência de outros planos no Universo. Sem contar os avanços no campo da Psicologia.

Esta aproximação entre Ciência e Espiritualidade é o sinal mais evidente da mudança que se aproxima.

Neste momento em que o mundo científico passou da fase de negação sistemática para a fase da experimentação e da possibilidade, está em nossas mãos ajudar a acelerar este processo.

Nós, Espíritas e Espiritualistas de todas as religiões, espíritos simples que já há algum tempo percebemos e recebemos dos bons irmãos do plano espiritual, fartos ensinamentos e instruções, devemos intensificar nossas ações, a fim de que a luz se espalhe cada vez mais.

E a melhor maneira de fazer isto é vivermos de acordo com aquilo o que estudamos, pois só vamos provar que aprendemos, quando começarmos a incluir nas nossas atitudes cotidianas tudo o que o Mestre ensinou, quando esteve por aqui, e que continua ensinando através do seu exército invisível.

É chegado o momento de divulgar a Boa Nova com a prática diária da teoria até agora estudada. É hora de agir!

É hora de mesmo ainda de forma acanhada, por em prática o amor, a compreensão, a tolerância… de valorizar os sentimentos mais do que os sentidos.

É hora de provarmos a força do pensamento positivo, da prece simples e sincera. É hora de eliminarmos os preconceitos, o materialismo inconsequente e tudo aquilo que nos faz mal.

É a hora do Bem que habita em cada um de nós, construir definitivamente a vitória do Amor.

 

Silvia Gomes

Obs: ” Escrevi este texto, mas tenho plena consciência de que tive ajuda.”

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Publicado por em 24/10/2012 em Espiritualidade

 

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Mundo de Irmãos

 
“Cinco de maio. Mukhtar, um somaliano residente em Copenhagen, na Dinamarca, se ergue pela manhã e comparece ao serviço.
 
Ele é motorista de ônibus.Tudo parece normal, como todos os dias. As pessoas entram, saem, o ônibus faz as paradas devidas.
 
 
E é justamente numa dessas que, entre outros, entra um jovem vestindo o mais fino traje a rigor. Na mão, um instrumento de sopro. Coloca-se em lugar estratégico do ônibus e toca.
 
O motorista olha pelo espelho e continua sua rota. Então, uma mulher começa a cantar.
É uma música que, com certeza, fala de felicidades, de dia de aniversário. Mukhtar sorri agora, abrindo a boca, mostrando os dentes alvos.
 
É o dia do seu aniversário. Outras vozes se unem à primeira e também cantam.
A viagem prossegue. Então, ao entrar em determinada via, ele se depara com uma marcha de protesto.
 
Bom, não dá para ele saber com exatidão contra quem ou o que eles protestam. As pessoas, jovens, homens, mulheres, estão de costas para ele. Portam cartazes, que ele não consegue ler.
Eles gritam palavras de ordem, erguendo os punhos.
 
Mukhtar sabe que deve ter cuidado. Avança devagar, aproxima-se delas e pede passagem buzinando. A marcha continua imperturbável na sua manifestação.
 
Ele torna a buzinar. Aí, o inusitado acontece. Todas aquelas pessoas se voltam de frente para ele. Os cartazes agora estão virados para ele e o saúdam pelo seu aniversário. São felicitações. Todos cantam, sorriem. O ônibus para. Não há como prosseguir.
 
Entre a surpresa e a emoção, o motorista abre a porta do veículo.
Um homem vem ao seu encontro, o abraça e lhe entrega flores. Outros lhe oferecem presentes.
Mukhtar disfarça as lágrimas da emoção que o toma por inteiro.
 
Algumas daquelas pessoas são passageiros habituais da sua linha de ônibus, outras se encontravam na rua e foram convidadas a participar da homenagem ao aniversariante.
 
Tudo organizado pela empresa de ônibus que o emprega. Uma empresa que lembrou que aquele somaliano, vivendo distante de sua terra, de sua gente, apreciaria uma manifestação de alegria e de afeto, no dia do seu aniversário.”
 
Enquanto houver pessoas que se preocupam em ofertar momentos de alegria a outras pessoas; enquanto houver tempo para manifestações de afeto; enquanto um empresário se lembrar de parabenizar seu funcionário pelo seu aniversário, pelo filho que lhe nasceu, pelo diploma que conquistou, tenhamos certeza: o mundo está melhor.
 
Enquanto alguns ainda se comprazem em prejudicar o seu irmão ou se mostram indiferentes à dor alheia, acreditemos: há um número expressivo de pessoas que se importam com o seu semelhante.
 
Pessoas que se sentem felizes em propiciar felicidade a outros. Mesmo que isso possa ser somente cantar uma canção de aniversário, ofertar um abraço, tocar uma música, aceitar participar de uma homenagem a um servidor de todos os dias.
 
Pensemos nisso, vibremos e nos unamos a tais pessoas, engrossando a fileira dos que mentalizam o bem, fazem o bem e materializam, dia a dia, um mundo de irmãos, um mundo de amor.
 
 
Redação do Momento Espírita, com
dados colhidos na Internet.
 
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Publicado por em 03/07/2012 em Otimismo

 

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Cantigas de Perdão

Não te iludas, amigo 
Por mais se expandam lágrimas contigo,
Todo lamento é vão…
Tudo o que tende para a perfeição,
Todo o bem que aparece e persiste no mundo
Vive do entendimento harmônico e profundo,
Através do perdão…
Perdão que lembre o sol no firmamento,
Sem se fazer pagar pelo foco opulento,
A vencer, dia-a-dia,
A escuridão da noite insondável e fria
E a nutrir, no seu longo itinerário,
O verme e a flor, o charco e o pó, o ninho e a fonte,
De horizonte a horizonte,
Quanto for necessário;
Perdão que nos destaque a lição recebida
Na humildade da rosa,
Bênção do céu, estrela cetinosa,
Que, ao invés de pousar sobre o diamante,
Desabrocha no espinho,
Como a dizer que a vida,
De caminho a caminho,
Não despreza ninguém,
E bela, generosa, alta e fecunda,
Quer que toda maldade se transfunda
Na grandeza do bem…
Perdão que se reporte
À brandura da terra pisoteada,
Esquecida heroína de paciência,
Que acolhe, em toda parte, os detritos da morte
E sustenta os recursos da existência,
Mãe e escrava sublime de amor mudo,
Que preside, em silêncio, ao progresso de tudo!…
Amigo, onde estiveres,
Assegura a certeza
De que o perdão é lei da Natureza,
Segurança de todos os misteres.
Perdoa e seguirás em liberdade
No rumo certo da felicidade.
Nas menores tarefas que realizes,
Para lembrar sem sombra os instantes felizes,
Na seara da luz,
Na qual a Luz de Deus se insinua e reflete,
É forçoso exercer o ensino de Jesus
Que nos manda perdoar
Setenta vezes sete
Cada ofensa que venha perturbar
O nosso coração;
Isso vale afirmar,
Na senda de ascensão,
Que, em favor da vitória,
A que aspiras na luta transitória,
É mais do que importante, é essencial!
Que te esqueças, por fim, de todo mal!…
E que, em tudo, no bem a que te dês,
Seja aqui, mais além, seja agora ou depois,
Deus espera que ajudes e abençoes,
Compreendendo, amparando e servindo outra vez!…
 
 
Maria Dolores
Livro: Poetas Redivivos Psicografia de: Francisco C. Xavier
 
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Publicado por em 02/06/2012 em Poesia

 

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É possível ser bom

          

Há no mundo pessoas cuja bondade causa encantamento geral.

São exemplos: madre Teresa de Calcutá, irmã Dulce, Francisco Cândido Xavier, dentre outros.

Não há nada como a grandeza alheia para fazer a criatura perceber a própria pequenez. 

Assim, o altruísmo dessas grandes almas torna as pessoas conscientes da necessidade de burilarem o próprio caráter.

Ao mesmo tempo, exemplos de virtudes tão transcendentes parecem demasiado longínquos às criaturas comuns.

Realmente, ninguém vira missionário do amor de um momento para outro.

Ocorre que o bem possui infinitas formas. Não é necessário ser sublime para ser bom.

As virtudes são conquistas graduais do espírito, que lentamente as incorpora em seu modo de ser.

A criatura aprende a amar em um círculo restrito, composto de familiares e amigos.

Paulatinamente, ela expande o sentimento, que por fim abarca a humanidade toda. Jesus é o perfeito exemplo do amor universal. 

Malgrado as fissuras morais que ainda caracterizam a humanidade, ele nos ama profundamente.

Ainda estamos muito longe de tão sublime sentimento. Mas em algum momento é preciso que nos decidamos pelo bem.

A vaidade faz com que o homem vincule a idéia de virtude a atos retumbantes. Ele imagina que somente assim todos perceberiam o seu valor e o admirariam.

Nessa ótica, pequenas coisas não teriam qualquer valor. Mas é a soma de diminutos esforços que conduz a um grande resultado. Ademais, a felicidade, que constitui a meta real da humanidade, não se identifica com a aclamação pública.

Esse sentimento de plenitude relaciona-se com a paz de quem possui a consciência tranqüila.

Ante a exortação do cristo: “amai-vos”, torna-se evidente nosso dever de colaboração mútua. Somente quem procura auxiliar o progresso geral realiza sua missão na terra. E não há como viver em paz traindo o próprio destino.

Na verdade, todos no mundo têm oportunidade de ser úteis. Apenas o egoísmo impede a prática do bem.
Talvez ainda não tenhamos estofo moral para atos de genuíno desprendimento. Quiçá, dedicar a vida ao bem coletivo ainda não esteja ao nosso alcance.

Mas podemos fazer o bem em nosso restrito círculo de atuação. Embora certas atitudes sejam singelas, elas constituem os primeiros passos na direção ao sumo bem.

Por exemplo, ser bom pai, filho ou irmão. Não é preciso ostentar virtudes angelicais para tratar bem os
subordinados, para ser um bom profissional.

A gentileza com o próximo, qualquer que seja a sua situação, não demanda grande esforço. Ser pontual, honesto e confiável também nada tem de excepcional. Contudo, tais características são preciosas na vida em sociedade.

Imagine-se um ambiente composto exclusivamente de seres gentis, íntegros e cumpridores de seus deveres. Não é difícil conceber o quão prazeroso seria viver nele.

O clima psíquico da terra compõe-se da vibração de todas as
pessoas que a ela se vinculam.

Está em nossas mãos colaborar para que nosso planeta gradualmente se converta em um paraíso. Para tal, não são necessários atos grandiosos.

Basta fazermos o bem na medida de nossas possibilidades.
Pensemos nisso.

 

Equipe de Redação do Momento Espírita.

 
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Publicado por em 28/02/2012 em Reflexão

 

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