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Brisa Leve

brisa leve

Tempo virá

Em que a brisa leve do amor puro

Derrubará os muros

Que o orgulho e a vaidade

Insistem em levantar.

 

Haverá cuidado… Haverá carinho,

Iluminando a estrada

Colorindo o caminho.

 

A brisa varrerá as dores

Reconstruindo amores

E corações feridos

Que a vagar, andam perdidos.

 

Brisa leve chega ligeiro

E trás de volta

O amor verdadeiro

 

Que aquece a alma

Que a mente acalma

Que faz feliz o mundo inteiro.

 

Silvia Gomes

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Publicado por em 22/01/2016 em Poesia

 

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E por que não?…

porque nao

É natural que todos nós sigamos regras de conduta, já há muito convencionadas em sociedade e que muitas vezes estão subentendidas em padrões de comportamento que a própria sociedade e seus indivíduos, não ousam questionar.

Pelo contrário, já que não raras vezes, quem se arrisca a questionar ou é ousado o bastante para não seguir o padrão e agir diferente, está condenado à marginalidade.

Uma dessas regrinhas é aquela que diz que se terminamos um relacionamento que tem em princípio o objetivo de construir uma vida a dois e constituir uma família, seja por que motivo for, devemos apagar da memória, não só a pessoa em questão, como todas as outras que viemos a conhecer através deste encontro.

As opiniões são quase unânimes e apontam quase sempre para o rompimento absoluto com tudo e todos que têm alguma ligação com um e outro.

Talvez esta regra de conduta seja o que nos impeça de dar um grande salto na estrada  evolutiva em direção ao amor universal.

Muitas vezes convivemos longo tempo com alguém em clima de grande amor, afeto e amizade; em dado momento, por qualquer razão, há um rompimento e simplesmente todo aquele afeto some como poeira no vento de nosso orgulho, na chuva do nosso egoísmo.

Certamente que essas situações requerem tempo para curar os arranhões e um inevitável, mas não definitivo afastamento, se realmente houver afeto. Mas que culpa tem aqueles que cruzaram nosso caminho através deste encontro, que nos cativaram e a quem também cativamos?

Por que afastar definitivamente de nosso convívio pessoas que apreciam a nossa presença, como nós a delas e que não são responsáveis por nossos desencontros?

Ninguém deixa de amar, seja o amor romântico ou o amor fraterno. Se o sentimento é verdadeiro, é para sempre e resiste a qualquer tempestade.

Como diz o poeta Djavan:  

“Por ser exato, o amor não cabe em si, por ser encantado… o amor revela-se… por ser amor… invade e fim.”

Então por que não trilharmos um caminho diferente?… Por que não sermos ousados o bastante para andar por um caminho que ninguém se arrisca a seguir?

Quem sabe não está aí a cura de grande parte de nossas depressões? Quem sabe é essa a porta que nos levará a tão sonhada liberdade?

Não tema se isto causar a princípio, um certo…“estranhamento” ao seu redor e siga firme abrindo caminho, pois só o amor liberta!

Vale a pena tentar!

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 04/04/2013 em Reflexão

 

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Vivendo sem melancolia e sem lamentações

 
Tudo que nos acontece é uma mensagem da Vida Mais Alta tentando equilibrar nosso mundo interior. Se desejamos sair do circuito do desespero e ir gradativamente resolvendo dificuldades e conflitos, comecemos por compreender que a nossa existência é controlada por uma Fonte Divina – perfeita e harmônica – cuja única intenção é somente a evolução das criaturas.
 
Reconheço que as dores íntimas são como prelúdios de um violino ferindo o peito profundamente. Mas lembre-se: ninguém pode procurar nos outros um recado que está dentro de si. Aprendamos a ler essas mensagens impronunciáveis; elas são a chave da solução dos sofrimentos. As leis divinas estão em nossa consciência.
 
Se você busca livrar-se da melancolia, apegando-se às pessoas para que cuidem de você, haverá um dia em que perceberá que a busca é ineficiente, pois essa pessoa terá que ser você mesma.
 
Não se faça de fraco e impotente; retire de seus olhos a angústia e a aflição. Você pode transformar esse processo doloroso em fator saudável de crescimento e progresso.
 
Não basta mudar um mau comportamento irrefletidamente; é preciso mudar a causa que provoca esse comportamento. Apenas assim poderá efetuar uma autêntica mudança.
 
De início, não espere satisfação e felicidade imediatas, porque os efeitos negativos vão continuar cruzando o seu caminho – resultado de anos vividos entre padrões inadequados. No entanto, quando descobrir esses padrões e começar a modificá-los de maneira gradativa, automaticamente terá início a redução das sensações desagradáveis e aflitivas que você experimenta.
 
A alma, na agonia moral, é semelhante a um pássaro de asa partida: quer voar, mas não consegue. Só com o tempo ele se equilibra; aí, então, pode alçar voo perfeitamente.
 
A autodestruição além de inútil, intensifica a dor já existente, por interferir no processo natural da existência terrena.
 
A alma humana pode ser comparada a um candelabro: acesas as chamas da verdade, dissipam-se as sombras da ilusão.
 
Todos temos uma tendência de culpar o mundo por nossas ações, comportamentos, emoções e sentimentos inadequados. Justificamos nosso desalento acusando indiscriminadamente, mas é preciso assumir plena responsabilidade por tudo o que está acontecendo em nossa vida. Devemos reconhecer honestamente que está em nós a fonte que determina e controla nossas ações e reações. Somos responsáveis tanto pela nossa felicidade quanto pela nossa infelicidade.
 
Melhore seu íntimo; essa é a maneira mais eficiente de ser feliz. Podemos destruir o corpo, mas não temos o poder de acabar com a vida.
 
Quem faz a sua parte e deposita nas mãos de Deus todas as suas dificuldades alcança a tão almejada tranquilidade.
 
Lourdes Catherine.
Fonte: extraído do livro “Conviver e Melhorar”, de Francisco do Espírito Santo Neto. Editora Boa Nova
 
“Não coloque nas mãos de ninguém a resposabilidade de fazê-lo feliz. Isso é uma decisão só sua.”
 
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Publicado por em 17/09/2012 em Uncategorized

 

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Estranho versículo

 
 
Era uma noite fria na cidade de Chicago. O garotinho vendia jornais na esquina. Mas o frio era tanto que as pessoas passavam quase correndo, buscando as suas casas e nem paravam para comprar o jornal.
 
Por isso, o menino se aproximou de um policial e perguntou se ele lhe poderia arrumar um lugar quente para dormir, naquela noite. Estava muito frio para dormir na caixa de papelão no beco, como sempre.
 
O policial olhou para ele e falou:
Desça a rua até encontrar uma casa branca. Bata na porta e quando alguém vier abrir, diga: João 3:16.
 
O menino obedeceu e, quando uma senhora simpática atendeu, ele falou: João 3:16.
Ela o recolheu e o levou para se sentar em uma poltrona, próximo da lareira.
 
Ele pensou: Não sei o que quer dizer João 3:16, mas com certeza é uma coisa boa porque aquece um menino numa noite fria.
 
Mais tarde, a senhora o levou para a cozinha e lhe ofereceu farta comida. Enquanto se alimentava, o pequeno pensou:
 
Não estou entendendo, mas o que é certo é que João 3:16 sacia a fome de um menino.
Depois, ela o levou até o banheiro e ele mergulhou em uma banheira cheia de água quente.
 
Ainda molhado, ele pensou: João 3:16. Com certeza eu não entendi. Mas isso faz um menino sujo ficar limpo. Que me lembre, o único banho de verdade que tomei foi quando fiquei em frente a um hidrante de incêndio, que esguichava água fria.
 
A senhora o levou até o quarto e o colocou em uma grande cama e o cobriu com um cobertor macio. Deu-lhe um beijo de boa noite e apagou as luzes.
 
No escuro do quarto, ele olhou pela janela e observou a neve caindo lá fora.
Na manhã seguinte, a senhora o despertou e lhe ofereceu um delicioso café. Depois o levou para a mesma poltrona em frente à lareira, apanhou o Evangelho e perguntou:
 
– Você entendeu João 3:16?
 
– Não, senhora. Quem me disse para lhe falar isso foi um policial, ontem à noite.
Ela abriu o Evangelho de João e leu o versículo dezesseis do capítulo três: Porque Deus amou tanto o mundo, que deu seu único filho. E aquele que acredita nele não morrerá, mas terá vida eterna.
 
E a boa senhora lhe falou a respeito de Jesus e do Seu grande amor para com todos os homens.
 
O garoto continuou sentado, ouvindo e ouvindo. Finalmente, falou:  – Senhora, tenho que lhe dizer: ainda não consigo entender como Jesus concordou em vir à Terra e sofrer tudo o que sofreu, para nos ensinar o amor.
 
– Mas uma coisa eu entendi muito bem. Tudo isso faz a vida valer a pena.
 
 
Jesus é o nosso norte, nosso roteiro.
Os que O seguem, são identificados na Terra pela sua postura perante a vida. Onde quer que se encontrem, semeiam. E as suas sementes são luz nas estradas das vidas cheias de dores.
 
Na esteira dos seus passos, brilham estrelas que se acendem na noite dos tempos. Anonimamente, servem ao próximo, doando pão a bocas famintas, agasalho aos que padecem frio, esperança àqueles que perderam a fé na vida.
 
Como uma Via Láctea iluminada, apontam o caminho de estrelas na direção do Cristo que, hoje e sempre, é o Amor Incondicional que a todos ama.
 
 
Redação do Momento Espírita, com base em história de
autoria ignorada e no cap. 1, do livro 
O semeador de

estrelas, de Suely Caldas Schubert, ed. Leal.
Em 13.07.2012.
 
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Publicado por em 15/07/2012 em Espiritualidade

 

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Cantigas de Perdão

Não te iludas, amigo 
Por mais se expandam lágrimas contigo,
Todo lamento é vão…
Tudo o que tende para a perfeição,
Todo o bem que aparece e persiste no mundo
Vive do entendimento harmônico e profundo,
Através do perdão…
Perdão que lembre o sol no firmamento,
Sem se fazer pagar pelo foco opulento,
A vencer, dia-a-dia,
A escuridão da noite insondável e fria
E a nutrir, no seu longo itinerário,
O verme e a flor, o charco e o pó, o ninho e a fonte,
De horizonte a horizonte,
Quanto for necessário;
Perdão que nos destaque a lição recebida
Na humildade da rosa,
Bênção do céu, estrela cetinosa,
Que, ao invés de pousar sobre o diamante,
Desabrocha no espinho,
Como a dizer que a vida,
De caminho a caminho,
Não despreza ninguém,
E bela, generosa, alta e fecunda,
Quer que toda maldade se transfunda
Na grandeza do bem…
Perdão que se reporte
À brandura da terra pisoteada,
Esquecida heroína de paciência,
Que acolhe, em toda parte, os detritos da morte
E sustenta os recursos da existência,
Mãe e escrava sublime de amor mudo,
Que preside, em silêncio, ao progresso de tudo!…
Amigo, onde estiveres,
Assegura a certeza
De que o perdão é lei da Natureza,
Segurança de todos os misteres.
Perdoa e seguirás em liberdade
No rumo certo da felicidade.
Nas menores tarefas que realizes,
Para lembrar sem sombra os instantes felizes,
Na seara da luz,
Na qual a Luz de Deus se insinua e reflete,
É forçoso exercer o ensino de Jesus
Que nos manda perdoar
Setenta vezes sete
Cada ofensa que venha perturbar
O nosso coração;
Isso vale afirmar,
Na senda de ascensão,
Que, em favor da vitória,
A que aspiras na luta transitória,
É mais do que importante, é essencial!
Que te esqueças, por fim, de todo mal!…
E que, em tudo, no bem a que te dês,
Seja aqui, mais além, seja agora ou depois,
Deus espera que ajudes e abençoes,
Compreendendo, amparando e servindo outra vez!…
 
 
Maria Dolores
Livro: Poetas Redivivos Psicografia de: Francisco C. Xavier
 
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Publicado por em 02/06/2012 em Poesia

 

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Caminho do Meio

 
Ser justo, mas com amor.
Amar, mas sem aprisionar.
Amparar, mas sem fazer pelo outro o que ele deve fazer por si mesmo.
Ajudar, mas sem tirar do outro o direito de escolher seu próprio caminho.
Perdoar, mas sem ser conivente com o mal.
Esquecer o mal, mas sem ser indiferente a ele.
Ser pacífico, mas não passivo diante dos acontecimentos.
Cultivar a não violência, mas sem violentar a si mesmo.
Lutar com coragem, mas aceitar a derrota como parte das experiências da vida.
Ter coragem de enfrentar os próprios limites, mas também de reconhecer as próprias fraquezas.            
Servir ao dever, mas sem ser oprimido por ele e sem escravizar-se a coisa alguma.
Viver com prazer, mas não viver em função dele.
Ser simples e humilde, o que não significa andar mal vestido ou descuidar-se de si mesmo.
Conservar puro o coração, o que não significa esconder de si os próprios sentimentos.
Crer em Deus, mas sem atribuir a Ele aquilo que nos compete.
Cultivar a fé, mas sem abdicar da razão.
Caminhar com equilíbrio, eis o nosso maior desafio.
Sem equilíbrio, tombamos sempre …
… para um lado… … ou para outro.
Amor Sabedoria
Bondade Justiça
Sentimento Razão
Harmonia
 
” O Eu é o mestre do eu. Que outro mestre poderia existir? Tudo existe é um dos extremos. Nada existe, é o outro extremo. Devemos nos manter afastados destes dois extremos e seguir o… ” Caminho do Meio”
                                                                        (Sidharta Gautama)
 
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Publicado por em 27/02/2012 em Reflexão

 

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