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Mensagem aos meus Amigos

Carinho é fonte energética.
Carinho é caminho de amor.
Carinho nunca é demais.
A afetividade é importante, sim.
Pois, como um ser humano ainda imperfeito,
ainda aprendiz, pode bastar-se a si mesmo?
Não, amigos, a individualidade, sem dúvida,
é direito de cada um de nós.
Mas, em excesso, é egoísmo.

Viemos aqui para aprender.
Aprendizagem é sinônimo de troca de experiências,
troca de energia, troca de informações,
troca de afeto, troca e troca…

Carinho é plumagem bonita, macia, gostosa de sentir.
Quem dá afeto se fortifica; quem o recebe se acalma,
se tranquiliza, se equilibra.

Carinho é sinônimo de amor, amigos.
Amor é bálsamo para a nossa condição de criança espiritual.
Criança precisa de amor para crescer psicologicamente,
afetivamente e fisicamente saudável.

Criança precisa de apoio e de muita troca.
Portanto, também nós precisamos de afeto.
Não esqueçam desse detalhe amigos:
amor é fonte de energia, é vida, é crescimento.
Dêem e aceitem todo o tipo de afeto com verdadeiro amor.

Amo vocês!

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Publicado por em 09/07/2017 em Reflexão

 

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Bem perto de Deus

Se você já parou para admirar o incrível e interminável
trabalho de uma simples formiga…

Se você já parou espantado e tentou compreender a beleza
admirável de uma casa de abelhas…

Se você já parou e procurou acompanhar a extraordinária
velocidade e a maravilha espantosa do vôo de um beija-flor…

Se você já parou sentado no chão, e ofereceu
suas mãos para seu cão lambê-las…

Se você já parou e procurou sentir o perfume mágico
do cheiro humilde das flores…

Se você já parou e se dispôs mansamente a escutar
o barulho eterno das ondas do mar…

Se você já parou e sentiu em seus lábios o mesmo sorriso
que você viu naquela criança…

Se você já parou e sentiu derramar em seu rosto as mesmas
lágrimas que você viu descerem tristes pela face enrugada
daquele pobre velho…

Se você sentiu tudo isto, se você conseguiu compreender e
observar isto tudo, na verdade você não parou um segundo
sequer.

Você viveu da maneira mais intensa cada instante da
sua vida, porque você encheu de beleza a sua alma e de amor o seu
coração.

Saiba que você chegou bem perto de Deus…

( Autor Desconhecido)

 
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Publicado por em 06/07/2017 em Reflexão

 

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A ação mais importante

amigos apoio

Um dia, um advogado famoso foi entrevistado. Entre tantas questões, lhe perguntaram o que de mais importante fizera em sua vida.

No momento, ele falou a respeito do seu trabalho com celebridades.

Mais tarde, penetrando as profundezas de suas recordações, relatou: “o mais importante que já fiz em minha vida ocorreu no dia 8 de outubro de 1990.

Estava jogando golfe com um ex-colega e amigo que há muito não via.

Conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele contou-me que sua esposa acabara de ter um bebê.

Estávamos ainda jogando, quando o pai do meu amigo chegou e lhe disse que o bebê tivera um problema respiratório e fora levado às pressas ao hospital.

Apressado, largando tudo, meu amigo entrou no carro de seu pai e se foi. Fiquei ali, sem saber o que deveria fazer. Seguir meu amigo ao hospital?

Mas eu não poderia auxiliar em nada a criança, que estaria muito bem cuidada por médicos e enfermeiras.
Nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação.

Ir até o hospital e oferecer meu apoio moral? Talvez. Contudo, tanto meu amigo como a sua esposa tinham famílias numerosas.

Sem dúvida, eles estariam rodeados de familiares e de muitos amigos a lhes oferecer apoio e conforto, acontecesse o que fosse.

A única coisa que eu iria fazer no hospital era atrapalhar. Decidi que iria para minha casa.

Quando dei a partida no carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu veículo aberto. E com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis.

Decidi, então, fechar o seu carro e levar as chaves até o hospital.Como imaginara, a sala de espera estava repleta de familiares. Entrei sem fazer ruído e fiquei parado à porta.

Não sabia se deveria entregar as chaves, conversar com meu amigo…Nisso, um médico chegou, se aproximou do casal e comunicou a morte do bebê.

Eles se abraçaram, chorando. O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.

Eles ficaram de pé e se encaminharam para a porta. Ao me ver, aquela mãe me abraçou e começou a chorar.

Meu amigo se refugiou em meus braços e me disse: ‘muito obrigado por estar aqui!’

Durante o resto da manhã, fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurando seu bebê, e se despedindo dele.

Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!”

***

A vida pode mudar em um instante.

Podemos fazer planos e imaginar nosso futuro. Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que esse futuro pode se alterar em um piscar de olhos.

Esquecemos que podemos perder o emprego, sofrer uma doença, cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas.

Por isso, entre as tantas coisas que nos tomam as horas todos os dias, não esqueçamos de eleger um tempo para umas férias, passar um dia festivo com a família.

Uma hora para estar com as crianças, ler para elas, participar de uma festa na escola.
E, naturalmente, guardar um tempo para cultivar amizades.

Equipe de Redação do Momento Espírita com base em texto sem menção a autor,
intitulado Lição de vida.

 
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Publicado por em 02/08/2013 em Reflexão

 

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Tempo, questão de escolha!

 
Quanto tempo você dispensa a seu filho, em um dia?
 
Quanto tempo você dedica para uma leitura edificante, que lhe traga elevados objetivos e lhe retempere o ânimo?
 
Quanto tempo você dedica à oração?
 
Será você um daqueles que afirma não ter tempo para nada e leva a vida de roldão? Uma verdadeira roda viva, um turbilhão?
 
 
Tempo é uma questão de escolha. Equacionar as horas de forma a tudo resolver, sem desequilíbrio, esquecimentos e correrias, é questão de administração.
 
Existem criaturas que surpreendem pelo tanto que realizam nas mesmas vinte e quatro horas em que nada fazemos além de reclamar da falta de tempo.
 
Um consagrado escritor, James Michener, que morreu em outubro de 1997, era uma dessas pessoas que sabia exatamente como lidar com o tempo.
 
Foi professor, revisor de livros, alistou-se na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, teve histórias suas adaptadas para musicais na Broadway.
 
Certa vez, uma garotinha de oito anos, acompanhada de seu pai, o visitou em sua residência. Levou-lhe um livro que continha uma história que ela mesma escrevera.
 
O homem ocupado com tantas coisas dispôs de tempo para se sentar no sofá junto à pequena, abrir a primeira página e ler em voz alta: Focas, por Hana Grobel.
 
Enquanto prosseguia a leitura, o telefone tocou. Ele atendeu e ao interlocutor explicou: Estou lendo os originais de uma jovem escritora. Pediu licença e atendeu a ligação em outra sala.
 
Depois, tornou a sentar-se ao lado de Hana e prosseguiu a leitura.
Esse homem inacreditável fora uma criança rejeitada. Jamais soube quem foram seus pais.
 
Foi recolhido por uma viúva e por ela criado e amado. Jamais descobriu o local e a data do seu nascimento.
Passou toda sua vida ajudando discretamente a quem desejasse estudar, reconhecendo que sua instrução foi o que de mais precioso sua mãe adotiva lhe dera.
 
Dispunha de tempo para tudo e para todos. Até mesmo para uma criança que escrevera uma história minúscula em um pequeno livro.
 
A história é muito boa, foi seu comentário, porque no final todos ficam felizes.
Incentivar as gerações futuras era uma missão que considerava importante e a que se dedicava.
 
Atender a uma criança de oito anos que buscava estímulo, a um estudante de engenharia que lhe vinha agradecer a bolsa de estudos, atender a ligações de instituições de ensino que lhe solicitavam recursos, fazia parte do seu cotidiano.
 
Dez dias antes de sua morte, com os rins falhando, teve tempo para oferecer a uma jovem a oportunidade de estudar na Universidade do Texas, oferecendo-se para lhe custear a primeira anuidade escolar.
 
Mesmo lhe restando poucos dias, o seu tempo era para fazer o Bem.
 
Valorizemos o tempo, usando-o com propriedade. Não menosprezemos o tesouro dos minutos porque a eternidade é feita de segundos.
 
Utilizemos os valores do tempo e conquistemos méritos, não nos permitindo a sua desvalorização em atitude morna e inútil.
 
O tempo nos é dado pela Divindade para a realização da grande tarefa de transformação de nós mesmos, na jornada da perfeição.
 
 
Redação do Momento Espírita, com base em artigo publicado
na Revista Seleções Reader’s Digest de outubro/1998 e no verbete Tempo, do livro Repositório de
sabedoria, v.2, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 1, ed. Fep.
Em 17.08.2009.
 
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Publicado por em 29/09/2012 em Reflexão

 

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