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Meu Natal

Natal

O meu Natal tem guirlanda pendurada na porta de entrada, tem sinos dourados enfeitando as portas internas.

Tem árvore enfeitada… Confraternização em família com alimentos preparados sempre com muito amor e carinho.

Meu Natal tem amor e gratidão a Deus por colocar em meu caminho aqueles que amo e que aceitaram compartilhar a vida comigo.

Por me permitir ter o trabalho que gosto e que me garante uma existência sem sobressaltos.

Tem a lembrança e a prece pela paz na Terra, para que a compreensão e a fraternidade sejam objetivo de todos e que sejam banidos deste Planeta o ódio, a miséria e a exploração do homem pelo homem.

Meu Natal, como o de qualquer um, também tem no coração a lembrança e o amor eterno por aqueles que já fizeram parte da minha história, mas que já cumpriram sua missão aqui e partiram para a Pátria Espiritual.

Também tem a lembrança, o amor e a amizade eternos por aqueles que um dia encontrei, vivi momentos de rara felicidade, mas que por mais que eu ame e queira por perto, não podem ou não querem estar ao meu lado.

Por isso o meu Natal também tem o pedido sincero de perdão a quem magoei com atitudes e palavras infelizes, fruto da imperfeição inerente a todo o aluno desta grande Escola em que estamos matriculados.

Em fim… Meu Natal tem para todos que cruzaram o meu caminho até aqui, e que hoje não mais me acompanham, a gratidão pelas lições recebidas… E a esperança de ter deixado algo de bom em suas vidas.

Sei que muitas vezes não consigo, mas tanto para aqueles que passaram, quanto para aqueles que permanecem em minha vida, sempre vou tentar dar o meu melhor.

… E porque ele é assim; feliz e abençoado, mesmo com todos os erros, tropeços e obstáculos enfrentados até este momento, é que desejo que seja para todos; um abençoado e feliz Natal.

Que nossos corações estejam abertos para receber o amor e a paz Daquele que deu a vida pela nossa felicidade, não só nesta época, mas em todos os dias de todos os anos que temos para viver.

Abraços fraternos!

Silvia Gomes

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Publicado por em 23/12/2013 em Reflexão

 

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Por que não compartilhar?

compartilhar

Ser autêntico, pensar com os próprios neurônios são condições primordiais para a nossa evolução como seres únicos e especiais que somos perante Deus.

Porém, aprimorar nossa inteligência não deve ser algo que nos impeça de desenvolver e viver a humildade de saber compartilhar e caminhar junto.

Talvez este mundo virtual em que mergulhamos todos os dias, seja um bom exemplo disso.

Assim como no nosso cotidiano real, podemos usar e abusar do ‘copiar e colar’, de uma forma indiscriminada, como uma opção de levar a vida sem muito esforço, quando somos indolentes e sem vontade firme de progredir e caminhar com nossas próprias pernas.

Porém há que separar a preguiça, da humildade de reconhecer que não somos donos da verdade absoluta, nem o único depositário de toda a inspiração do mundo e que o outro também pensa, tem inspiração e pode sim nos ensinar muitas coisas.

Por que não compartilhar o pensamento alheio, quando este lhe faz bem, faz raciocinar e ensina o bem?

Por que não querer que mais pessoas se sintam bem, façam o bem e queiram o bem?

Neste artigo, venho expressar o meu profundo sentimento de gratidão ao Momento Espírita, a tantos outros Autores Conhecidos e Desconhecidos que publico e aos amigos que me acompanham e incentivam, pois com eles aprendo e evoluo.

Aprendizado este que já me proporcionou desenvolver a capacidade de publicar textos próprios.

Então por que não dar a mão e caminhar lado a lado… Aprendendo, ensinando… Auxiliando, sendo auxiliado…?

Este Planeta é uma grande aldeia em que todos precisam uns dos outros para Sobreviver… Viver… Voar!

Não vale a pena voar sozinho!

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 11/10/2013 em Reflexão

 

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Calças molhadas

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Venha comigo a uma sala de aula do terceiro ano…

Há um menino de nove anos sentado à sua carteira e de repente há uma poça entre seus pés, e a parte dianteira de suas calças está  molhada.

Pensa que seu coração vai parar porque não pode imaginar como isso aconteceu. Nunca havia acontecido antes, e sabe que quando os meninos descobrirem nunca o deixarão em paz. 

Quando as meninas descobrirem, nunca mais falarão com ele enquanto  viver.

O menino acredita que seu coração vai parar, abaixa a cabeça e reza esta oração:

“Querido Deus, isto é uma emergência! Eu necessito de ajuda agora! Mais cinco minutos e serei um menino  morto”.

Levanta os olhos de sua oração e vê a professora chegando com um olhar que diz que foi descoberto.

Enquanto a professora está andando até ele, uma colega chamada Susie está carregando um aquário cheio de água. Susie tropeça na  frente da professora e despeja inexplicavelmente a água no colo do menino.

O menino finge estar irritado, mas ao mesmo tempo interiormente diz “Obrigado, Senhor! Obrigado, Senhor!”

De repente, em vez de ser objeto de ridículo, o menino é objeto de  compaixão.

A professora desce apressadamente com ele e dá-lhe shorts de ginástica para vestir enquanto suas calças secam.

Todas as outras crianças estão sobre suas mãos e joelhos limpando ao redor de sua carteira. 

A compaixão é maravilhosa. Mas como tudo na vida, o ridículo que deveria ter sido dele foi transferido a outra pessoa – Susie. Ela tenta ajudar, mas dizem-lhe para sair. “Você já fez demais, sua  grosseira!”

Finalmente, no fim do dia, enquanto estão esperando o ônibus, o menino caminha até Susie e lhe sussurra, “você fez aquilo de propósito, não foi?”

E Susie lhe sussurra, “eu também molhei minha calça uma vez”.  

Possa Deus nos ajudar a ver as oportunidades que sempre estão em torno de nós para fazer o bem.

Lembrem-se… apenas ir à igreja não o faz um cristão, da mesma forma que ficar em sua garagem não o transforma em um carro. 

(Esta frase te incomoda ???)

Cada um e todos nós estamos atravessando épocas difíceis agora, mas Deus está pronto para abençoar-nos de uma maneira que somente Ele pode fazer. Mantenha a fé.

Autor desconhecido

 
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Publicado por em 05/05/2013 em Espiritualidade

 

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Quem se importa?!… Eu me importo!!!

o sentido da vida

“Quando um homem planta árvores sob cuja sombra sabe que nunca haverá de sentar-se, começou a entender o sentido da vida.”

Desconheço o autor desta frase, mas com certeza é um sábio, pois sintetizou a base dos ensinamentos de praticamente, todas as religiões e doutrinas espiritualistas que se baseiam na mensagem de Jesus.

O tempo todo, procuramos um sentido para nossas vidas, buscando o reconhecimento pelo que fazemos ou doamos aos outros.

E quase a totalidade dos conflitos e sofrimentos que experimentamos se dão justamente porque em matéria de gratidão, somos eternos insaciáveis.

Mas… não a cultivamos em nós, exigimos dos outros e por isso sofremos, cometemos injustiças, praticamos crimes, inclusive contra o nosso bem maior que é a vida, dando como desculpa a falta de…

Queremos recebê-la, mas não lembramos que o outro também a quer.

O contraditório em nós é que, mesmo nesta época do ano em que se encerra mais um ciclo e nossas almas se enternecem com as mensagens de amor e paz, também acreditamos que devemos encerrar ciclos virtuosos em vez dos viciosos.

“Se não recebo a reciprocidade de minhas ações e sentimentos, devo parar de praticar e sentir.”

Assim, paramos de ter atitudes fraternas e amorosas com relação a quem julgamos não valorizá-las e vamos substituindo sentimentos bons por magoas e ressentimentos que só nos fazem mal.

Verdadeiramente a vida é feita de ciclos e alguns, sem dúvida precisam ser encerrados. Não aqueles em que amamos e nos doamos mesmo que saibamos não ser amados da mesma maneira, mas aqueles em que nos deixamos envolver pelo o orgulho, exigindo dos outros o que ainda não sabemos dar.

Por que cada um ama de um jeito e se; ser amado é bom, amar é imprescindível a nossa alma, é o que dá o verdadeiro sentido as nossas vidas, é o que preenche todas as necessidades do nosso ser.

Plantemos nossas árvores pelo caminho, regando-as com nosso mais puro amor, para que elas cresçam frondosas e seus galhos e folhas abriguem em sua sombra o maior número de irmãos que puderem.

Então, quando você continuar visitando aquele familiar enfermo que já perdeu a consciência de si mesmo e alguém lhe perguntar:

– Por que você insiste e vê-lo, já que ele não reconhece ninguém e nem vai saber que veio?

Responda com serenidade:

– Porque o amo! Sou grato pelo que me ensinou quando de nossa convivência fraterna e pelo que ainda me ensina, mesmo inconsciente e  preso ao leito. E ele não me reconhece, mas eu sei quem ele é e o que representa em minha vida.

Quando você persistir em procurar com carinho e atenção aqueles amigos que há muito, se afastaram de seu convívio e lhe perguntarem:

– Por que você continua a visitá-los, se não o procuram e nem se importam mais consigo?

Responda com um sorriso largo nos lábios, do tamanho da sua felicidade:

– Porque amo-os! Sou grato pelo que aprendi quando do nosso convívio mais estreito e pelo que ainda aprendo, mesmo com seu afastamento… E porque… Eu me importo!

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 27/12/2012 em Reflexão

 

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Luz do bem querer

A vida não está fácil, sobretudo nos dias atuais em que a demasiada valorização da matéria, nos empurra para um tempo de perturbação, inquietação e violência, não somente física como emocional.

Violência contra as nossas crianças, nossos idosos, contra os animais, em fim contra nós mesmos.

Infelizmente esta valorização exagerada do ter em detrimento do ser, é a mola que impulsiona os meios de comunicação que se utilizam da perturbação atual da humanidade para contabilizar lucros.

Assim, cria-se um círculo vicioso, onde mergulhamos, nos tornando profundamente inseguros e desconfiados de tudo e de todos.

No entanto, basta parar apenas alguns minutos, desacelerar a mente e o coração, sentarmos na grama de alguma praça no meio de qualquer centro urbano… e olhando para cima, observar os passarinhos calmamente construindo seus ninhos nas árvores, sem nem se importar com o caos do trânsito, muito menos com a nossa pressa.

Olhando para o chão, poderemos ver a formiga serenamente carregando folhas para o formigueiro, cumprindo a sua missão sem se importar com aqueles que caminham apressados sem olhar para baixo.

E olhando para o lado, certamente veremos um irmão sem teto, sem nada, se acomodando em um banco, protegendo seus filhos e lutando pela sobrevivência de sua família com um sorriso no rosto, transparecendo a gratidão a Deus por estar vivo, confiando que amanhã será outro dia e Deus os abençoará com o necessário para seguirem sua jornada.

Agora, neste mesmo instante há muitas pessoas vivendo calmamente suas vidas confiantes num futuro melhor que estão plantando hoje, através do amor, da gratidão, da gentileza da generosidade…

Pessoas que apesar de tudo, escolheram viver com o coração e alma abertos e deixaram o sol entrar.

Gente que sofre e tem dificuldades, passa fome, mas que quando tem divide com os companheiros do caminho. Que mesmo em meio a tanta miséria não nega amor nem amizade, iluminando o mundo ao seu redor com a luz do bem querer.

E nós que temos tudo a nosso alcance, vivemos em conflito, desconfiados, agitados, correndo, negando, rejeitando e perdendo o bom da vida, fechados em nós mesmos.

Que possamos dedicar um pouco de nosso tão precioso tempo, para prestar atenção na beleza da vida, na perfeição da natureza, apreciando as flores do caminho.

Para aproveitar o prazer e a alegria de estar junto, valorizando tudo o que todos temos de bom, deixando a luz do bem querer entrar em nossos corações e certamente estaremos experimentando já aqui na Terra um pedacinho do Céu.

Silvia Gomes

 

 
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Publicado por em 08/11/2012 em Reflexão

 

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