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Ser amado

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Publicado por em 15/06/2017 em Reflexão

 

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Chaplin e o sorriso

chaplinCharles Chaplin foi o artista do sorriso, da docilidade, dos gestos pequenos e da grandeza de coração. Há um texto, de sua autoria, traduzido para o português que diz mais ou menos assim:

Ei, você, sorria!

Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

Não faça dos defeitos uma distância, e sim uma aproximação.

Aceite a vida, as pessoas. Faça delas a sua razão de viver.

Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você. Não as reprove.

Ei! Olhe! Olhe à sua volta quantos amigos!

Você já tornou alguém feliz hoje, ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?

Ei! Não corra! Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.

Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.

Chore! Lute! Faça aquilo que gosta. Sinta o que há dentro de você.

Ei! Ouça! Escute o que as outras pessoas têm a dizer. É importante!

Suba! Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo, mas não esqueça daqueles que nunca conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Procure acima de tudo ser gente. Eu também vou tentar.

Ei, você. Não vá embora. Eu preciso lhe dizer que… gosto de você, simplesmente porque você existe!

*   *   *

O poeta dos sorrisos, o criador de Carlitos, das cenas inesquecíveis de Luzes da ribalta, de O garoto, de O grande ditador, acreditava que a Humanidade precisava sentir mais do que pensar.

Dizia ele: Pensamos em demasia, e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.

O homem enigmático, talvez um tanto triste, por trás do personagem cômico, brilhou no mundo do cinema, mas também irradiou muita luz para o mundo dos homens.

Coragem! Não se entregue! Sempre há uma esperança. – Disse ele, levando aos solitários, aos sofredores, um pouco de alento, de confiança, de graça na vida, quem sabe.

Chaplin foi o menino pobre que, passando de orfanato em orfanato, não esquecia o seu dom – o de representar, vindo da herança da mãe, a arte da pantomima.

Foi a criança que cedo viu a mãe acolhida pela insanidade mental, certamente fruto das privações em que ela, Hanna Chaplin, e os filhos, viviam.

Foi o homem que fez o cinema de uma época, o cinema de um século rir das trapalhadas de um certo Carlitos, e com isso trouxe alegria ao mundo.

Ouçamos seus conselhos e jamais deixemos de sorrir, de ter esperança nas pessoas, e em nós mesmos.

Ei, você, sorria! Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

 

Redação do Momento Espírita, com base
em texto atribuído a Charles Chaplin.
Em 12.12.2013.

 

 
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Publicado por em 19/12/2013 em Otimismo

 

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Nem castigo, nem perdão!

 
 
Um dos maiores temores que vibram no coração do homem é o medo do castigo
divino.
 
Convivendo com a possibilidade de que Deus possa se ofender e castiga-lo por
suas faltas, o indivíduo sofre e se divide entre o amor e o temor de Deus.
 
Atribuindo ao Criador os mesmos vícios que ainda possui, o ser humano teme ser castigado a qualquer momento por um Deus caprichoso e cruel que está sempre à procura de defeitos para se vingar, impondo-nos sofrimentos.
 
Paulo, o apóstolo, se manifestou a respeito desse tema dizendo o seguinte:
“Gravitar para a Unidade Divina, eis o fim da humanidade.
 
Para atingi-lo, três coisas são necessárias: a justiça, o amor e a ciência.
Três coisas lhe são opostas e contrárias: a ignorância, o ódio e a
injustiça.
 
Pois bem! Digo-vos, em verdade, que mentis a estes princípios fundamentais,
comprometendo a idéia de Deus, exagerando-lhe a severidade.
Duplamente a comprometeis, deixando que no espírito da criatura penetre a
suposição de que há nela mais clemência, mais virtude, amor e verdadeira
justiça, do que atribuis ao ser infinito.
 
Quem é, com efeito, o culpado? É aquele que, por um desvio, por um falso
movimento da alma, se afasta do objetivo da criação, que consiste no culto
harmonioso do belo, do bem, idealizados pelo arquétipo humano, pelo
Homem-Deus, por Jesus-Cristo.
 
Que é o castigo? A conseqüência natural, derivada desse falso movimento; uma
certa soma de dores necessária a desgosta-lo da sua deformidade, pela
experimentação do sofrimento.
 
Assim, o que se chama castigo é apenas a conseqüência das leis naturais.
É graças à dor física que a criatura procura o remédio para sua enfermidade.
É graças ao sofrimento moral que a alma busca a própria cura.
O sofrimento só tem por finalidade a reabilitação, o retorno do aprendiz ao
caminho reto.
 
Como podemos perceber, o mal não é de essência Divina, é gerado pelas
criaturas, ainda imperfeitas.
 
O sofrimento não é imposto por Deus como castigo, é o efeito natural do
falso movimento da criatura, e que a estimula, pela amargura, a se dobrar
sobre si mesma, a voltar ao objetivo traçado pelas leis divinas, que é a
harmonia.
 
E essas leis são justas, imparciais e amorosas.
Um exemplo disso acontece quando um homem, enlouquecido, assassina várias
pessoas, foge e, na fuga, se fere profundamente.
 
O que acontece com seu organismo?
Suas células, obedecendo a lei natural, começam imediatamente a se
movimentar para estancar o sangue, cicatrizar a ferida e expulsar os germes
que causam infecção.
 
Se Deus quisesse castiga-lo, derrogaria suas próprias leis e faria com que
as células desse indivíduo não trabalhassem a seu favor, mas se rebelassem e
o deixassem morrer.
Afinal, ele é um criminoso!
 
Mas não é isso que acontece. As leis divinas seguem naturalmente seu curso.
O sol brilha, incansável, sobre justos e injustos, sem se importar com o que
acontece sob sua luz.
 
A chuva cai sobre a mansão e sobre o casebre. O frio fustiga a pobres e
ricos. As catástrofes naturais arrebatam sábios e ignorantes, velhos e
crianças, fortes e fracos.
 
Por todas essas razões devemos entender que o Criador não derroga suas
próprias leis para nos punir ou para nos premiar.
 
As nossas ações é que geram efeitos sobre essas leis.
As boas ações geram efeitos positivos, e as infrações às leis geram efeitos
desajustados.
 
Nada mais justo do que esta sentença: “a cada um segundo suas obras.”
Nem castigo, nem perdão. Deus não castiga porque suas leis são de amor, e
não perdoa porque jamais se ofende.
 
Pensemos nisso, e busquemos atender essas leis soberanas que estão inscritas
em nossa própria consciência.
 
 
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no item 1009 de O
Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
 
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Publicado por em 17/07/2012 em Espiritualidade

 

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O Grande Doador

Ele não era médico e levantou paralíticos e restaurou feridos, usando o divino poder do amor.
Não era advogado e elegeu-se o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo.
Não possuia fazenda e estabeleceu
novo reino na Terra.
Não improvisava festas e consolou os tristes e reergueu o bom ânimo das almas desesperadas.
Não era professor consagrado e fez-se o Mestre da Evolução e do Aprimoramento da Humanidade.
Não era Doutor da Lei e criou a universidade sublime do bem para todos os espíritos de boa vontade.
Ele não era rico e engrandeceu os celeiros dos séculos.
Padecendo amarguras – reconfortou a muitos.
Tolerando aflições – semeou a fé e a coragem.
Abatido – curou as chagas morais do povo.
Supliciado – expediu a mensagem do perdão e do amor, em todas as direções.
Esquecido pelos mais amados – ensinou a fraternidade e o reconhecimento.
Vencido na cruz – revelou a vitória da vida eterna, em plena e gloriosa ressurreição, renovando o destino das nações e santificando o caminho dos povos.
Quem oferecer o coração, em homenagem ao Divino Amor na Terra, poderá desse modo, no exemplo de Jesus, embora anônimo, aflito, apagado ou crucificado, atender à santificada colaboração com Deus, a benefício da Humanidade.
                                                                                                                                                                                                                          ANDRÉ LUIZ                                                                                                                                                         (Taça de Luz,33, FEESP)
 
Que nesta Páscoa, em meio a correria aos supermercados na busca de chocolates, todos nós encontremos um tempinho para refletir sobre o verdadeiro significado da mensagem que nos deixou Jesus. E os chocolates venham recheados com muito amor, perdão e solidariedade.
 
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Publicado por em 05/04/2012 em Espiritualidade

 

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