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Por que não compartilhar?

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Ser autêntico, pensar com os próprios neurônios são condições primordiais para a nossa evolução como seres únicos e especiais que somos perante Deus.

Porém, aprimorar nossa inteligência não deve ser algo que nos impeça de desenvolver e viver a humildade de saber compartilhar e caminhar junto.

Talvez este mundo virtual em que mergulhamos todos os dias, seja um bom exemplo disso.

Assim como no nosso cotidiano real, podemos usar e abusar do ‘copiar e colar’, de uma forma indiscriminada, como uma opção de levar a vida sem muito esforço, quando somos indolentes e sem vontade firme de progredir e caminhar com nossas próprias pernas.

Porém há que separar a preguiça, da humildade de reconhecer que não somos donos da verdade absoluta, nem o único depositário de toda a inspiração do mundo e que o outro também pensa, tem inspiração e pode sim nos ensinar muitas coisas.

Por que não compartilhar o pensamento alheio, quando este lhe faz bem, faz raciocinar e ensina o bem?

Por que não querer que mais pessoas se sintam bem, façam o bem e queiram o bem?

Neste artigo, venho expressar o meu profundo sentimento de gratidão ao Momento Espírita, a tantos outros Autores Conhecidos e Desconhecidos que publico e aos amigos que me acompanham e incentivam, pois com eles aprendo e evoluo.

Aprendizado este que já me proporcionou desenvolver a capacidade de publicar textos próprios.

Então por que não dar a mão e caminhar lado a lado… Aprendendo, ensinando… Auxiliando, sendo auxiliado…?

Este Planeta é uma grande aldeia em que todos precisam uns dos outros para Sobreviver… Viver… Voar!

Não vale a pena voar sozinho!

Silvia Gomes

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Publicado por em 11/10/2013 em Reflexão

 

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A diferença pede licença.

 
A sociedade é um imenso mercado, onde muito cedo as pessoas são etiquetadas e colocadas em algum lugar, sem escolha possível. O bonito, o feio, o desajeitado, o inteligente, o atrasado, o grande, o pequeno, o normal, o anormal…
E julga-se, sem piedade, os fracos, os fortes, os vencedores, os perdedores, os sãos, os doentes.
Chama-se de diferente aquele que não está na mesma linha de normalidade que a maioria do ser humano. Mas, o que é ser diferente senão o fato de não ser igual? Não somos assim, todos diferentes?
 
Por que etiquetas, se todos trazemos em nós riquezas inúmeras, mesmo se muitas vezes imperceptíveis aos olhos humanos?
A diferença pede licença sim!!!
Dá-me oportunidade!
Deixa-me mostrar quem sou, ao meu tempo! Deixa-me desenvolver minhas capacidades e farei florir meu deserto.
Peço é oportunidade para mostrar do que sou capaz.
Peço aceitação para estar no meu lugar, não o escolhido pra mim, mas aquele onde sou capaz de chegar.
Se não plantarmos sementes, jamais colheremos frutos!
Deixar que cada qual desenvolva a seu tempo e seu ritmo o seu potencial é dar abertura ao mundo.
É a diversidade de flores que dá a beleza a um jardim.
Quem é normal e quem é anormal se o sangue corre da mesma forma para todos, se o coração bate da mesma forma, se as lágrimas têm a mesma cor e se o sorriso fala com as mesmas palavras?
A diferença pede aceitação, pede respeito, pede tolerância e pede, sobretudo, muito amor.
Anormal não é quem foge dos padrões sociais; anormal é quem não compreende e não aceita que somos todos seres imperfeitos, mas, nem por isso, diminuídos aos olhos de Deus; anormal é quem se acredita grande e pensa que o mundo todo é pequeno; é quem não percebeu o verdadeiro significado da palavra amar.
Quando Jesus morreu de braços abertos foi para abraçar toda a humanidade; quando perdôou o ladrão, lavou pés, sarou cegos e leprosos, foi para nos dar a lição da humildade, para nos mostrar que grande mesmo é aquela pessoa capaz de abrir todas as portas do seu coração e de olhos fechados receber com amor todo aquele que a vida coloca em seu caminho, independente de classe social, raça, orientação sexual, religião, condição física ou mental.
A diferença pede licença!…
Abra-lhe o caminho e você vai ver onde ela é capaz de chegar!
 
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Publicado por em 18/06/2012 em Reflexão

 

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A educação sempre em pauta

 
No amplo teatro, alugado especialmente para o encontro, se reuniam autoridades de todo o Estado. Discutia-se a questão de verbas para as tantas necessidades das diversas comunidades.
Horas foram planejadas para se apresentarem as necessidades, as estratégias de redução de gastos, a mais correta divisão dos recursos a fim de que todas as áreas fossem bem atendidas.
Planejava-se ali o atendimento à criança, ao jovem, ao idoso, à gestante, ao carente. Nenhum detalhe estava sendo esquecido.
As autoridades se revezavam ao microfone, falando de metas a serem alcançadas, de intenso trabalho a ser realizado.
Enfim, fez-se uma pausa para um pequeno descanso.
Todos demandaram o amplo salão onde várias mesas apresentavam o lanche com pães, doces, salgados, refrigerantes, café, água.
Entre um e outro salgadinho, os colegas aproveitavam para trocar ideias, para cumprimentar aqueles que já haviam discursado.
Retornando ao teatro para a continuidade dos trabalhos, um dos participantes levou um copo com refrigerante. Quase ao transpor a porta, a senhora encarregada da recepção pediu licença e lhe lembrou, conforme avisos afixados em vários lugares, que ele não poderia adentrar o teatro com o refrigerante.
O homem, até então muito educado, olhou-a de cima e falou alto:
A senhora sabe com quem está falando?
A senhora de pronto respondeu:
Não, senhor.
Ao que ele explicou:
Pois saiba a senhora que eu sou Fulano de tal. – E foi dizendo o cargo que ocupava no Estado.
Ela, ainda e sempre educada, prosseguiu:
Muito prazer em conhecê-lo, senhor. Mas devo continuar lhe dizendo para não entrar nas dependências do teatro com o refrigerante.
Mais do que ninguém, o senhor, como autoridade de um município do nosso Estado, sabe o quanto custa o patrimônio público e quanto custa mantê-lo.
O senhor é encarregado de zelar pelo dinheiro do povo e dar ao povo o melhor. O senhor, em sua cidade, zela pelas praças, pelos jardins, pelo teatro, a biblioteca pública, o museu, as escolas.
Mais do que ninguém o senhor sabe que o dinheiro público não pode ser desperdiçado. O refrigerante que o senhor deseja levar para o teatro pode derramar e manchar a poltrona ou o tapete. E haverá necessidade de se gastar para a substituição de uma ou de outro.
O homem olhou para a mulher, deu meia volta, depositou o copo de refrigerante sobre uma mesa próxima, voltou para a entrada do teatro e disse:
A senhora tem toda a razão. Obrigado pela lição.
E retornou para os trabalhos com seus colegas.
 
A verdadeira humildade está em reconhecer os próprios erros, não importando o cargo ou a função que se ocupa.
E todos podemos ser educadores, onde quer que estejamos. Podemos dar o exemplo, fazendo. Podemos falar, demonstrando o que é correto realizar.
Sempre que falemos com educação e demonstremos bom senso no que pedirmos, com certeza, seremos ouvidos e atendidos.
É que nem sempre estamos dispostos a realizar este trabalho e preferimos deixar passar. Com isso, estamos perdendo uma oportunidade sem par de melhorar o mundo em que nos encontramos.
 
 
Redação do Momento Espírita.
Em 29.02.2012.
 
Fica a mensagem, neste ano em que teremos novamente eleições, onde escolheremos quem vai nos representar nos governos municipais:
“Todos podemos ensinar e aprender, se tivermos humildade para ouvir, para falar e principalmente para agir.”
 
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Publicado por em 24/03/2012 em Reflexão

 

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