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Arquivo de etiquetas: individualidade

Mensagem aos meus Amigos

Carinho é fonte energética.
Carinho é caminho de amor.
Carinho nunca é demais.
A afetividade é importante, sim.
Pois, como um ser humano ainda imperfeito,
ainda aprendiz, pode bastar-se a si mesmo?
Não, amigos, a individualidade, sem dúvida,
é direito de cada um de nós.
Mas, em excesso, é egoísmo.

Viemos aqui para aprender.
Aprendizagem é sinônimo de troca de experiências,
troca de energia, troca de informações,
troca de afeto, troca e troca…

Carinho é plumagem bonita, macia, gostosa de sentir.
Quem dá afeto se fortifica; quem o recebe se acalma,
se tranquiliza, se equilibra.

Carinho é sinônimo de amor, amigos.
Amor é bálsamo para a nossa condição de criança espiritual.
Criança precisa de amor para crescer psicologicamente,
afetivamente e fisicamente saudável.

Criança precisa de apoio e de muita troca.
Portanto, também nós precisamos de afeto.
Não esqueçam desse detalhe amigos:
amor é fonte de energia, é vida, é crescimento.
Dêem e aceitem todo o tipo de afeto com verdadeiro amor.

Amo vocês!

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Publicado por em 09/07/2017 em Reflexão

 

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Não tenha medo de quem te ama

amor

Não tenha medo, pois quem te ama de verdade, jamais fará deliberadamente, algo para lhe prejudicar.

Só fará alguma coisa parecida, quem considera o outro uma propriedade, da qual não quer abrir mão por mero capricho.

Quem sente o amor com pureza d’alma, preferirá inclusive ir embora, para não atrapalhar sua felicidade, se você não sentir do mesmo jeito.

Não tenha medo… Porque quem ama genuinamente, estará sempre de portas, coração e braços abertos a qualquer momento que você precisar ou simplesmente quiser, pois será seu amigo fiel além do tempo.

Aquele que ama tem como marca a coragem de priorizar a felicidade do ser amado, mesmo que isto custe a sua. E por incrível que pareça, esta coragem desperta o medo, já que nos acostumamos a entender por  amor o que nada mais é que apego e sentimento de posse.

Mas, chegará o dia em que compreenderemos que o verdadeiro amor se baseia na amizade e no respeito à individualidade.

E não importa a distância e nem o tempo, pois como diz o poeta Carlos Drumond de Andrade: “Amar se aprende amando e só quem ama escutou o apelo da eternidade.”

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 25/10/2015 em Reflexão

 

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Tu e eu somos iguais

“Minha alma instruiu-me e ensinou-me a nunca me ufanar por um elogio, nem me deprimir por uma censura.

Antes de minha alma falar, eu vivia na incerteza acerca do valor das minhas ações e precisava de alguém para me orientar.

Mas agora, aprendi que as árvores florescem na primavera e dão frutos no verão, sem almejar louvor algum, e desfolham-se no outono e desnudam-se no inverno sem temer os censores.

 

Minha alma instruiu-me e ensinou-me que não sou superior aos pigmeus nem inferior aos gigantes.

Antes de minha alma falar, eu costumava classificar os homens em duas categorias: os fracos que desprezava e de quem me apiedava – e os fortes que seguia ou contra os quais me rebelava.     

Mas agora, sei que fui amassado com a mesma argila com que todos os homens foram amassados.

Minha essência é igual à sua essência.

Meus elementos são iguais aos seus.

Minhas aspirações e as suas aspirações convergem. E nossos alvos convergem.

Quando pecam, eu também sou responsável. E quando agem meritoriamente, compartilho o seu mérito.

Quando andam, ando com eles, e quando param, eu também paro. Minha alma instruiu-me e ensinou-me.

E tua alma te instruiu, meu irmão, e te ensinou.

Tu e eu somos iguais.”

Iguais na essência… Iguais nos meios e condições recebidos para progredir…

Não há ser que não esteja aqui na Terra para aprender.

Misturada na água da argila ainda úmida, o escultor derramou gotas de perfectibilidade, fazendo com que sua obra, embora já guardando beleza sem igual, pudesse ainda se aformosear infinitamente através das eras.

Não há ser que não esteja aqui para conviver.

Em nossos elementos fundamentais, o Grande Alquimista combinou a individualidade com a coletividade.

Misturou o eu com o nós, fazendo-nos dependentes uns dos outros para que nos amparássemos mutuamente, contudo, entregou-nos o controle pleno apenas de uma das partes: do eu.

Não há ser que não esteja aqui para amar.

Nas mãos cuidadosas do artesão estava o amor, em sua expressão mais alva e luminescente, transformando o barro elementar em peça sem forma e dimensões materiais. Fez-se o imponderável, o abstrato. E nada foi como antes…

Por mais tenhamos aberto vales entre nós, através dos tempos; por mais tenhamos nos apartado uns dos outros sob a égide de brasões, bandeiras, crenças e cores múltiplas, essencialmente, somos iguais.

Por mais tenhamos nos afastado uns dos outros, corroídos pelos preconceitos, pela dificuldade em conviver com o diferente, faz-se urgente entender que o diferente está apenas na casca.

Triste época! – Afirmou Einstein. – Mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.

É chegado o tempo de aplicar as potências humanas que desvendaram as estruturas atômicas, no descobrir a alma em toda sua complexidade e beleza, e de encontrar em seu núcleo luzente as partículas comuns a todos nós: a perfectibilidade e o amor.

 

Redação do Momento Espírita com base em trecho da obra
“Curiosidades e belezas”, de Gibran Khalil Gibran, ed. Acigi, e no cap.
Tu e eu somos iguais, do livro “O que as águas não refletem”, de Andrey
Cechelero, edição do próprio autor.
Em 24.09.2012.

 
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Publicado por em 09/10/2012 em Espiritualidade

 

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Os sinais da renovação

 
Ante a assembleia familiar, o Mestre tomou a palavra e falou, persuasivo:
 
– E quando o Reino Divino estiver às portas dos homens, a alma do mundo estará renovada.
 
O mais poderoso não será o mais desapiedado e, sim, o que mais ame.
 
O vencedor não será aquele que guerrear o inimigo exterior até à morte em rios de sangue, mas o que combater a iniquidade e a ignorância, dentro de si mesmo, até à extinção do mal, nos círculos da própria natureza.
 
O mais eloquente não será o dono do mais belo discurso, mas, sim, o que aliar as palavras santificantes aos próprios atos, elevando o padrão da vida, no lugar onde estiver.
 
O mais nobre não será o detentor do maior número de títulos que lhe conferem a transitória dominação em propriedades efêmeras da Terra, mas aquele que acumular, mais intensamente, os créditos do amor e da gratidão nos corações das mães e das crianças, dos velhos e dos enfermos, dos homens leais e honestos, operosos e dignos, humildes e generosos.
 
O mais respeitável não será o dispensador de ouro e poder armado e, sim, o de melhor coração.
 
O mais santo não será o que se isola em altares do supremo orgulho espiritual, evitando o contato dos que padecem, por temer a degradação e a imundície, mas, sim, aquele que descer da própria grandeza, estendendo mãos fraternas aos miseráveis e sofredores, elevando-lhes a alma dilacerada aos planos da alegria e do entendimento.
 
O mais puro não será o que foge ao intercâmbio com os maus e criminosos confessos, mas aquele que se mergulha no lodo para salvar os irmãos decaídos, sem contaminar-se.
 
O mais sábio não será o possuidor de mais livros e teorias, mas justamente aquele que, embora saiba pouco, procura acender uma luz nas sombras que ainda envolvem o irmão mais próximo…
 
O Amigo Divino pousou os olhos lúcidos na noite clara que resplandecia, lá fora, em pleno coração da Natureza, fez longo intervalo e acentuou:
 
– Nessa época sublime, os homens não se ausentarão do lar em combate aos próprios irmãos, por exigências de conquista ou pelo ódio de raça, em tempestades de lágrimas e sangue, porquanto estarão guerreando as trevas da ignorância, as chagas da enfermidade, as angústias da fome e as torturas morais de todos os matizes… Quando o arado substituir o carro suntuoso dos triunfadores, nas exibições públicas de grandeza coletiva; quando o livro edificante absorver o lugar da espada no espírito do povo; quando a bondade e a sabedoria presidirem às competições das criaturas para que os bons sejam venerados; quando o sacrifício pessoal em proveito de todos constituir a honra legítima da individualidade, a fim de que a paz e o amor não se percam, dentro da vida – então uma Nova Humanidade estará no berço luminoso do Divino Reino…
 
Nesse ponto, a palavra doce e soberana fez branda pausa e, lá fora, na tepidez da noite suave, as estrelas fulgentes, a cintilarem no alto, pareciam saudar essa era distante…
 
 
Fonte: extraído do livro “Jesus no lar”, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Neio Lúcio.
Federação Espírita Brasileira.
 
 
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Publicado por em 12/08/2012 em Espiritualidade

 

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