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Por amor

por amor

Nasce um novo dia…

No céu azul… A luz do sol,

Na Terra… Os campos em flor…

Sublime convite ao amor

 

No meu coração a brilhar

A luz do teu olhar risonho

Ilumina o impossível sonho…

 

E eu que te amo tanto,

E só queria por perto de ti viver…

Sufoco meu pranto… E por amor…

Não posso… Não quero, mas preciso te esquecer.

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 26/02/2014 em Poesia

 

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O choro da estrela

estrela

Conta uma lenda que, certo dia, caminhava Deus, sossegadamente, pelo Universo.

Contemplava a Sua criação, verificando se tudo estava correndo bem.

Em certo ponto de Sua caminhada, deparou com uma estrela, num choro convulsivo.

Aproximou-se e com Seu carinho de Pai, perguntou: Por que você chora, minha filha?

A estrela, em pranto, mal conseguia falar:

Sabe, meu Pai, estou triste. Não consigo achar uma razão para a minha existência.

O sol, com todo o seu brilho, fornece calor, luz e energia. Serve especialmente ao planeta azul e as pessoas ali o esperam todos os dias, alegrando-se com o seu surgimento.

As estrelas cadentes alimentam os sonhos dos românticos que as contemplam, maravilhados.

Os cometas geram dúvidas e mistérios, movimentando cientistas de todo lugar para os estudar e analisar. Todos são importantes. Todos, menos eu. Eu fico aqui parada, sem utilidade nenhuma.

Deus ouviu tudo atentamente. Com paciência, decidiu explicar para a estrela os porquês de sua existência.

Porém, nesse instante, uma voz interrompeu o diálogo. Era uma voz que vinha de longe, uma voz infantil.

Era uma criança, que caminhava com sua mãe, em um dos planetas da região.

A criança dizia: Veja, mamãe! O dia já vai nascer!

A mãe ficou um tanto confusa. Como podia uma criança que mal sabia as horas, saber que o sol logo nasceria, se tudo ainda estava escuro?

Como você sabe disso, meu filho?

E a criança alegre respondeu: Veja aquela estrela, mamãe! Papai me disse que ela anuncia o novo dia.

Ela sempre aparece um pouco antes do sol, e aponta o lugar de onde o sol vai sair.

Ouvindo aquilo, a estrela se pôs a chorar. Mas de emoção.

Não era mais preciso que Deus lhe explicasse o motivo da sua existência. Como tudo o que Ele criou, ela também tinha uma razão de ser.

Era a estrela que anunciava o novo dia. E com o novo dia, se renovam sempre as esperanças, os sonhos.

Ela servia para orientar os homens, indicando-lhes o caminho a percorrer.

Quando a vissem, eles poderiam ter certeza que logo mais o sol surgiria, abrilhantando tudo, espancando a escuridão da noite, secando as estradas da chuva torrencial das horas anteriores, aquecendo as manhãs frias.

A estrela, sentindo-se imensamente útil, encheu-se de felicidade e brilhou com mais intensidade.

Descobrira, enfim, como ela era importante e indispensável ao ciclo da vida.

 *****

Todos temos uma razão para existir, mesmo que ainda não a tenhamos descoberto.

Alguns nascem para ser estrela de outras vidas, orientando-as na caminhada.

Outros nascem para iluminar estradas, conduzir mentes, acalentar corações.

Muitos nascem para ser o suporte de outros, em sua trajetória de glórias e sucessos.

Se você ainda não descobriu porque está na Terra, eleja a si próprio estrela de luz e comece a semear amor e espalhar alegrias ao seu redor.

Assim, você iluminará a sua própria vida, iluminando todos que estão à sua volta.

 

Redação do Momento Espírita, com base
no artigo O choro da estrela, de autoria ignorada.
Em 23.4.2013.

 

 
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Publicado por em 24/04/2013 em Otimismo

 

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22/12/2012… O Futuro já começou…!

mudar_o_mundo

Então… Estamos no dia 22 de dezembro de 2012 e o mundo não acabou como apregoaram os alarmistas de plantão, sedentos pelos holofotes da mídia e alguns autointitulados estudiosos da civilização Maia.

E já que a terra não se desintegrou levando na sua poeira cósmica toda a história da nossa humanidade, quem sabe começamos a dar um novo rumo para o planeta?!

Que tal fazer valer os versos daquela música que invade os nossos lares todo o fim de ano na propaganda da grande e poderosa rede televisiva do país e que dizem:

 

“Hoje é um novo dia, de um novo tempo, que começou… Nestes novos dias as alegrias serão de todos; é só querer…”

Para começar poderíamos já de imediato, desligar durante uma hora por dia a televisão, o computador, o celular e etc.

Isso serviria para irmos aos poucos diminuindo a influência não muito positiva que estes aparelhinhos encantadores e cada vez mais multifuncionais, exercem sobre a nossa liberdade de raciocínio.

A maior parte do que captamos através deles está nos deixando cada vez mais individualistas e egoístas; o que sinceramente ameaça muito mais a vida na terra do que qualquer fenômeno natural ou “sobrenatural”.

Depois, de mansinho poderíamos ir deixando o carro e a moto na garagem uns dois dias por semana, aproveitando para esticar um pouco as pernas indo para o trabalho a pé ou de bicicleta, cuidando da saúde do nosso corpo e diminuindo a emissão de gás carbônico.

Estaríamos assim colaborando para aquele “Desenvolvimento Sustentável” de que tanto falam as reportagens da nossa poderosa mídia, mas do qual nem ela dá o exemplo, pois considera a nossa mente uma lata de lixo, tal a falta de qualidade da programação que oferece e a manipulação dos fatos que noticia.

Será que alguém acredita que vivemos numa Democracia plena e que a imprensa é livre, imparcial, sem nenhum outro interesse a não ser o de defender o direito do cidadão de ser realmente bem informado?

Aí aos poucos aumentaríamos o tempo para essas pausas e reencontraríamos os parentes e amigos que há muito não vemos.

Poderíamos voltar a entrar uns nas casas dos outros, sentar na sala ou no quintal aproveitando a sombra das árvores e conversar descansadamente sobre qualquer assunto, olhando olho no olho e segurando mão na mão.

Seria o início de um processo maravilhoso de desintoxicação que nos devolveria a vida, fazendo nossos olhos e corações mais atentos ao que realmente viemos fazer aqui neste plano.

E… Seria sem sombra de dúvidas o meio mais eficaz de começarmos a resolver os grandes problemas da nossa sociedade, pois dedicaríamos mais tempo, amor e atenção aos nossos filhos que assim cresceriam mais solidários e mais saudáveis tanto física quanto espiritualmente, derrubando drasticamente os índices de criminalidade e miséria que brotam em todos os cantos do planeta.

Daríamos mais do nosso carinho e do nosso tempo aos nossos idosos, proporcionando-lhes muito mais saúde e qualidade de vida.

Teríamos mais paciência e tolerância, construindo de verdade a tão sonhada Paz Mundial.

Aí sim poderíamos cantar todos juntos em meio a demonstrações de afeto sincero que:

“Todos os nossos já são verdade… O FUTURO JÁ COMEÇOU…”

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 22/12/2012 em Otimismo

 

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Viver com alegria

 
 
Sauda o dia nascente com alegria de viver aureolada pela gratidão a Deus.
Cada novo dia é abençoada oportunidade de crescimento espiritual e de iluminação interior.
Atravessar o rio dos problemas de uma para a outra margem, onde se encontram as formosas atividades de engrandecimento moral, é a tarefa inteligente da pessoa que anela pela conquista da felicidade.
Quando se abre a mente e o coração à alegria, é possível descobri-Ia em toda parte, bastando olhar-se para a Vida, e ei-la jubilosa…
Quando se adquire a consciência da responsabilidade, de imediato sente-se que se é livre, mas essa liberdade é sempre conquistada pela ação que se converte em bênção de amor.
Somente através do amor perfeito é que o ser humano pode considerar-se realmente livre de todas as amarras, mesmo que essa aquisição seja lograda, de alguma forma, através do sofrimento.
O sofrimento faz mal, no entanto, não é um mal, porque oferece os recursos valiosos para a aquisição do bem permanente.
Eis porque o trabalho de qualquer natureza deve ser realizado com o sentimento de amor, o que equivale a uma postura de liberdade em ação.
Quando o amor não está presente no sentimento, a alegria não se enfloresce, porque permanece sombreada pelas dúvidas e suspeitas, porquanto somente através do amor é que se adquire a perfeição, em face dos mecanismos de ação que movimenta.
Pessoas existem que afirmam não poderem amar porque não compreendem o seu próximo, tendo dificuldade em aceitá-lo conforme é. A questão, no entanto, é mais sutil, e deve ser formulada nos seguintes termos: porque não ama, torna-se difícil compreender, em razão dos caprichos egoísticos que dificultam a bondade em relação aos outros.
Quando o amor se instala, a alegria de viver esplende como resultado da própria alegria de ser consciente.
A alegria não é encontrada em mercados ou farmácias, mas nos recônditos do coração que sente e ama, favorecendo-lhe o surgimento como um contínuo amanhecer.
Basta que se lhe ausculte a intimidade, e ei-la triunfante sobre a noite das preocupações.
Em realidade, viver com alegria não impede a presença dos sofrimentos que fazem parte do processo da evolução. Pelo contrário, é exatamente por serem compreendidos como indispensáveis que proporcionam satisfações e bem-estar.
Sempre que possível expressa a tua alegria de viver.
Os sentimentos cultivados transformam-se em estímulos para as ações que se materializarão mais tarde.
Se permitires que a tristeza torne-se companheira frequente das tuas emoções, a melancolia em breve estará instalada nos teus sentimentos, tirando a beleza da existência.
Se te apoias à queixa contumaz, a tua será uma conduta amargurada, fazendo-te indisposto e desagradável.
Se optas pelo cultivo de ideais enobrecedores de qualquer natureza, o entusiasmo pela sua preservação fará dos teus dias um contínuo encantamento.
Se tens o hábito de encontrar sempre o melhor, quase invisível ou imperceptível, nos acontecimentos menos felizes, desfrutarás de esperança e de júbilos permanentes.
A existência física não é uma viagem miraculosa ao país da fantasia, mas uma experiência de evolução assinalada por processos de refazimento uns e outros de conquistas inevitáveis, que geram sofrimento porque têm a finalidade de desbastar os duros metais da ignorância e aquecer o inverno do primarismo…
É natural, pois, que a dor seja companheira do viajante carnal.
Quando jovem, tudo são expectativas, ansiedades, incertezas…
Quando na idade madura, a colheita de reflexos da juventude propicia, quase sempre, insatisfações e desencantos.
Quando na velhice, em face do desgaste, o aborrecimento pela perda da agilidade, da memória, da audição, da visão, da facilidade que era habitual, se manifesta…
Sempre haverá motivo para reclamação, porque cada dia tem a sua própria quota de aflição, que deve ser aceita com bonomia e naturalidade.
Com a alegria de viver instalada no imo, sempre haverá uma forma de encarar os acontecimentos, concedendo-lhe validade e dele retirando a melhor parte, como afirmou Jesus, aquela que não lhe será tirada, porque representa conquista inalienável para a mente e para o coração.
Adapta-te, desse modo, às ocorrências existenciais, alegrando-te por estares no corpo, fruindo a oportunidade de corrigir equívocos, de realizar novos tentames, de manter convivências saudáveis, de enriquecimento incessante…
A vida com alegria é, em si mesma, um hino de louvor a Deus.
Não te permitas, portanto, a convivência emocional com as manifestações negativas do caminho por onde transitas.
Observa as margens do teu caminho e rega-as, mesmo que seja com suor e lágrimas, a fim de que as sementes do Divino Amor que se encontram nelas sepultadas, germinem e transformem-se nas flores que adornarão a tua marcha ascensional.
Liberta-te, mesmo que te seja exigido um grande esforço, das heranças primárias, filhas da agressividade, do inconformismo, dos impositivos egoístas que te elegem como especial no mundo, e considera que fazes parte da grande família terrestre, sujeito como todos os demais às injunções dos mecanismos da evolução.
Alguém que cultiva a alegria de viver já possui um tesouro. Esparze-o onde te encontres e oferta-o a quem se te acerque, tornando mais belo o dia a dia de todos os seres com o sol do teu júbilo.
Se já encontraste Jesus, melhor razão tens para a alegria, porque envolto na Luz do mundo, nenhuma sombra te ameaça.
Serás, ao longo da vilegiatura carnal, o que te faças a cada instante, conforme o és, resultado do que te fizeste.
Alegra-te com a vida que desfrutas e agradece sempre a Deus a glória de saber e de amar para agir com acerto.
 
 
Joanna de Ângelis
Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na manhã
de 29 de maio de 2009, no G-19, em Zurique, Suíça.
Em 09.10.2009.
 
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Publicado por em 09/03/2012 em Espiritualidade

 

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