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Pessoas são Música

pessoas sao musica

Pessoas são Música.
Você já percebeu?
Elas entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde.
Como os ataques de guitarras e metais
presentes em cada clarão da manhã.

Olhe a pessoa que está ao seu lado
e você vai descobrir, olhando fundo,
que há uma melodia brilhando no disco do olhar.
Procure escutar.

Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, interpretadas.
Para tocarem nossas vidas com a mesma força do instante em que foram criadas,
para tocarem suas vidas com toda essa magia de serem música.

E de poderem alçar todos os vôos,
de poderem vibrar com todas as notas,
de poderem cumprir, afinal, todo o sentido que a elas foi dado pelo COMPOSITOR.

Pessoas são como você que tenho o prazer de conhecer.
Pessoas são música como você
que terei o prazer de continuar ouvindo.

Pessoas tem que fazer o sucesso que lhes desejamos.

Mesmo que não estejam nas paradas.

Mesmo que não toquem no rádio.

Apenas no coração…

 

José Oliva

Fonte: O Mensageiro

 
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Publicado por em 03/01/2014 em Poesia

 

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O mais importante…

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Foi há três anos. A ex-governadora do Estado do Texas assistiu à mãe doente, até o seu estágio terminal.

Acompanhando-a dia a dia, observando como a doença ia minando as forças físicas e preparando aquele corpo para a morte, Ann Richards viu a drástica mudança que sua mãe sofreu.

Era uma mulher que passou sua vida inteira obcecada por cristais lapidados, baixelas de prata, toalhas de renda, porcelanas e joias, que colecionava com extremo cuidado.

À medida que a doença foi destruindo o seu vigor físico e falando-lhe que a morte se aproximava, tudo aquilo deixou de ser importante. Para ela só importavam agora as visitas, a família e os amigos.

A mudança foi radical. Depois da morte da mãe, Ann Richards resolveu se livrar de todas as antiguidades que, mais de uma vez, tinham feito com que ela desse mais importância aos objetos do que às pessoas.

Montou um bazar na garagem. Num só dia, tudo foi embora. Vendido. E a ex-governadora, concluiu: Aprendi que para dar valor ao presente, preciso me livrar daquilo que me detém. Hoje, não hesito diante de nada.

* * *

Nada é mais importante na vida do que as pessoas. As coisas têm o valor que lhes damos. E o valor muda com o tempo e as convenções sociais.

Em tempos antigos, o sal era tão precioso que se pagavam funcionários com ele. De onde, inclusive, surgiu a palavra salário.

Depois, os homens foram convencionando, no transcorrer do tempo, a considerar esse ou aquele metal mais precioso. De um modo geral, aquele mais raro naquele momento.

Hoje, a preocupação é ter carro do ano, tapetes importados, roupas de grife. E existem pessoas que fazem coleções de objetos, livros, perfumes. O importante é amontoar, ter bastante para mostrar com orgulho, como se fossem troféus.

No entanto, quando a enfermidade chega, quando a soledade machuca, nenhum objeto, por mais precioso, por mais que o prezemos, conseguirá espantar a doença, diminuir a solidão.

São as pessoas com seu carinho, sua ternura, seus gestos simples, traduzindo amizade, ternura, afeição que nos conferem forças para aguentar a dor e para espantar a solidão.

São as pessoas que nos dão calor com seu aperto de mão, seu abraço, sua presença, seu olhar.

São as pessoas que fazem a grande diferença em nossas vidas.

O afeto é como o sol. Surge silencioso e ilumina tudo com seus raios, espalhando luz e calor.

Ninguém pode viver sem afeto. Pode ser o amor de marido, de mulher, de um irmão.

O carinho de um amigo que se candidata a tutor da nossa vida afetiva. A ternura de alguém com quem nos encontramos na jornada das dores e que nos oferece as flores delicadas de sua atenção.

De tudo que há na Terra para se gozar, nada faz mais feliz o homem do que o amor que receba, o amor que compartilhe, o amor que doe.

 

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Segredos de uma vida bem vivida – Alivie sua carga,da Revista Seleções Reader´s Digest, de junho de 2000. Em 12.1.2013

“Recebi esta mensagem por e-mail e como o propósito deste Blog é passar e repassar mensagens positivas e que toquem o coração dos leitores, repasso com carinho a todos!”

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 15/01/2013 em Reflexão

 

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Só, na presença do mar…

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Quando abraço o oceano todo com um olhar, volto a questionar sete milhões de coisas… Tantas quanto as ondas velozes que ganham a areia a cada minuto.

Volto a indagar: Como alguém pode se sentir só, na presença do mar? Acariciado por esta brisa incessante? Preenchido por este perfume raro?…

Como ainda posso me sentir só, sabendo que os braços do invisível me abraçam, que aqueles que partiram continuam existindo, e que todos nós, sem exceção, somos amados por alguém, em algum lugar, de alguma forma?…

Como ainda posso me sentir só?…

Talvez seja eu que me isole do mundo, e que exija demais das pessoas. Pode ser isso…

Talvez seja eu que não permita que os outros conheçam minha vida, meus sonhos, minhas mazelas (e, percebendo melhor, acho que há um pouco de orgulho nisso)…

Quem sabe seja eu que procure a solidão, e não ela que me persiga, como sempre imaginei…

É… Talvez eu precise conversar mais com as pessoas, interessar-me mais por suas vidas… Ouvir mais…

Há tempos que não ouço alguém. Um desconhecido relatando os acontecimentos corriqueiros do dia a dia; um colega de trabalho falando das peripécias de seus filhos; meu irmão… Puxa!… Há tempos não converso com meu irmão…

É curioso, pois me lembro que, há algumas semanas, ouvi uma mensagem de cinco minutos, num programa de rádio, que falava exatamente sobre isso, sobre como as pessoas se isolam umas das outras, e do quanto isso é prejudicial para a saúde mental e física, já que uma é consequência da outra – dizia o locutor.

Vem-me claramente à memória uma frase: Quem ama não se sente só.

É interessante, pois acho que sempre acreditei que para não se sentir só era necessário ser amado, e não amar.

Dizia, ainda, que quando nos sentimos úteis, e concluímos que muitos dependem de nossa dedicação, de nosso amor, também esquecemos a solidão.

É… Talvez ele tenha razão, pois lembro que, um dia desses, fui visitar uns parentes que não via há muito tempo, e aquela visita fez-me tão bem!

Falamos de assuntos comuns, como notícias de televisão, de família (em verdade ouvi muito mais do que falei, pois eles desembestaram a falar que só vendo!)

Mas, sabe que gostei de ouvir… Ao final, saí de lá com menos tensão, menos preocupado com a solidão… Percebi – não sei ao certo – um ar estranho entre os dois, como se estivessem cansados, entediados, possivelmente um pouco tristes…

Abracei minha tia (lembrei o quanto gosto dela!), e a ouvi dizer com os olhos levemente umedecidos: Gostamos muito de você, viu! Venha mais vezes! Não é sempre que recebemos visitas!

Ela estava certa. Não é sempre que recebemos visitas, pois não é sempre que visitamos os outros, creio eu…

Naquele final de tarde, vi que poderia ser útil em coisas tão pequenas, porém tão significativas!… E aquilo me afastava do desânimo, da solidão…

Dentro do carro, voltando para casa, observando a vida lá fora, por entre gotas de uma garoa discreta, lembro-me que essas mesmas questões emergiram:

Como pode alguém sentir-se só, na presença de tanta gente, de tanta vida! Quantas dessas pessoas esperam apenas por uma visita? E quantos deles estão dispostos a fazer uma?

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Como alguém pode se
sentir só, na presença do mar, do livro O que as águas não refletem, de
Andrey Cechelero, edição do autor.
Em 5.12.2012.

 

 
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Publicado por em 14/12/2012 em Reflexão

 

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Tudo depende da maneira de dizer as coisas…

 
“Certa vez um rei sonhou que havia perdido todos os dentes.
 
Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
 
– Que desgraça, Senhor! Exclamou o sábio. Cada dente caído representa a
perda de um parente de Vossa Majestade!
 
– Mas que insolente, gritou o rei. Como se atreve a dizer tal coisa?
Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
 
Aí resolveu chamar outro sábio para interpretar o mesmo sonho. E este
lhe disse:
 
– Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que
ireis viver mais que todos os vossos parentes!
 
A fisionomia do rei se iluminou e ele mandou dar cem moedas de ouro ao
sábio. Quando este saía do palácio um cortesão perguntou ao sábio:
 
– Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu
colega. No entanto, ele levou chicotadas e você, moedas de ouro!
 
– Lembre-se sempre… respondeu o sábio, TUDO DEPENDE DA MANEIRA DE
DIZER AS COISAS…
 
Precisamos aprender como nos direcionar as pessoas que nos cercam,
muitas vezes elas precisam apenas de uma palavra amiga ou uma mão
estendida”.
 
 
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Publicado por em 10/07/2012 em Reflexão, Uncategorized

 

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Mundo de Irmãos

 
“Cinco de maio. Mukhtar, um somaliano residente em Copenhagen, na Dinamarca, se ergue pela manhã e comparece ao serviço.
 
Ele é motorista de ônibus.Tudo parece normal, como todos os dias. As pessoas entram, saem, o ônibus faz as paradas devidas.
 
 
E é justamente numa dessas que, entre outros, entra um jovem vestindo o mais fino traje a rigor. Na mão, um instrumento de sopro. Coloca-se em lugar estratégico do ônibus e toca.
 
O motorista olha pelo espelho e continua sua rota. Então, uma mulher começa a cantar.
É uma música que, com certeza, fala de felicidades, de dia de aniversário. Mukhtar sorri agora, abrindo a boca, mostrando os dentes alvos.
 
É o dia do seu aniversário. Outras vozes se unem à primeira e também cantam.
A viagem prossegue. Então, ao entrar em determinada via, ele se depara com uma marcha de protesto.
 
Bom, não dá para ele saber com exatidão contra quem ou o que eles protestam. As pessoas, jovens, homens, mulheres, estão de costas para ele. Portam cartazes, que ele não consegue ler.
Eles gritam palavras de ordem, erguendo os punhos.
 
Mukhtar sabe que deve ter cuidado. Avança devagar, aproxima-se delas e pede passagem buzinando. A marcha continua imperturbável na sua manifestação.
 
Ele torna a buzinar. Aí, o inusitado acontece. Todas aquelas pessoas se voltam de frente para ele. Os cartazes agora estão virados para ele e o saúdam pelo seu aniversário. São felicitações. Todos cantam, sorriem. O ônibus para. Não há como prosseguir.
 
Entre a surpresa e a emoção, o motorista abre a porta do veículo.
Um homem vem ao seu encontro, o abraça e lhe entrega flores. Outros lhe oferecem presentes.
Mukhtar disfarça as lágrimas da emoção que o toma por inteiro.
 
Algumas daquelas pessoas são passageiros habituais da sua linha de ônibus, outras se encontravam na rua e foram convidadas a participar da homenagem ao aniversariante.
 
Tudo organizado pela empresa de ônibus que o emprega. Uma empresa que lembrou que aquele somaliano, vivendo distante de sua terra, de sua gente, apreciaria uma manifestação de alegria e de afeto, no dia do seu aniversário.”
 
Enquanto houver pessoas que se preocupam em ofertar momentos de alegria a outras pessoas; enquanto houver tempo para manifestações de afeto; enquanto um empresário se lembrar de parabenizar seu funcionário pelo seu aniversário, pelo filho que lhe nasceu, pelo diploma que conquistou, tenhamos certeza: o mundo está melhor.
 
Enquanto alguns ainda se comprazem em prejudicar o seu irmão ou se mostram indiferentes à dor alheia, acreditemos: há um número expressivo de pessoas que se importam com o seu semelhante.
 
Pessoas que se sentem felizes em propiciar felicidade a outros. Mesmo que isso possa ser somente cantar uma canção de aniversário, ofertar um abraço, tocar uma música, aceitar participar de uma homenagem a um servidor de todos os dias.
 
Pensemos nisso, vibremos e nos unamos a tais pessoas, engrossando a fileira dos que mentalizam o bem, fazem o bem e materializam, dia a dia, um mundo de irmãos, um mundo de amor.
 
 
Redação do Momento Espírita, com
dados colhidos na Internet.
 
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Publicado por em 03/07/2012 em Otimismo

 

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Nossos talentos

 
Quais são os nossos talentos? Esta pergunta é algo que vale a pena fazermos para nós mesmos.
Há quem diga que não os tem, que não consiga fazer nada direito, que não tem nada para oferecer de bom.
Há outros que imaginam que talento é algo para pessoas especiais, predestinadas. Que são poucos aqueles que efetivamente têm algum.
Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos nós, de alguma forma, temos talentos.
Alguns têm inteligência privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos raciocínios lógicos, nas deduções brilhantes.
Outros são talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agradável com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um comentário feliz.
Há outros que têm talento inegável na profissão que escolhem. Realizam-na com prazer e dedicação, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.
Mesmo em situações que muitos não dão a importância devida, há muito talento se expressando.
A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, é quem, com muito talento, administra o orçamento, planeja o cardápio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita…
Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribuição para a sociedade em que vivemos.
Quantas histórias não escutamos sobre maestros, músicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunitárias, ensinando a crianças e jovens as belezas de sua arte.
Quantos não são os professores que, talentosos, sabem honrar seu ofício, indo além do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidadãos, a forjar positivamente caracteres.
Há, e não são poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas graças à sua inegável capacidade de negócios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monetário dessa sua potencialidade.
Não importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.
Sempre haverá a possibilidade de multiplicá-los, de fazê-los crescer e produzir frutos em benefício de tantos.
Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.
Madre Tereza de Calcutá usou do seu talento de amar ao próximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein não poupou seu talento para que a Ciência ganhasse novos horizontes.
Porém, se ainda não conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, façamos aquilo que já nos cabe. Talvez não modifiquemos a história do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos compêndios da ciência ou da arte.
Mas valerá a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se faça melhor, que o dia de alguém se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.
 
Redação do Momento Espírita. Em 04.04.2012.
 
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Publicado por em 12/04/2012 em Reflexão

 

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