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Publicado por em 23/06/2017 em Reflexão

 

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Bullying

BullyingTodos nós sofremos, todos nós praticamos.

Muito falamos; ficamos indignados e nos sentimos vítimas dele… Porém costumamos não refletir sobre nós mesmos e nossas atitudes. Por isso passamos uma vida inteira sem perceber que também somos algozes.

Praticamos Bullying, quando nos deixamos dominar pelos padrões comportamentais impostos pelo brilho do ouro, pela ditadura da beleza física; pela sede insaciável de notoriedade e podemos ser sim, muito cruéis com o próximo sem nem mesmo nos darmos conta.

Quem julga ter o corpo perfeito, de acordo com os parâmetros estabelecidos pela sociedade e que desdenha o corpo disforme do outro, pratica Bullying e não percebe ou não aceita que as células envelhecem e sua tão valorizada beleza não o isentará das moléstias físicas.

O que se acha corajoso e vencedor por saber impor sua vontade e seus interesses, pouco se importando se vai machucar alguém pelo caminho; e menospreza o irmão a quem julga fraco por ser inseguro e indeciso, pratica bullying e não se dá conta que muitas vezes é preciso muito mais coragem para não fazer certas coisas do que pra fazer algumas.

Aquele cidadão simples que possui um emprego que lhe proporciona tão somente a sobrevivência, mas que condena o irmão menos afortunado que vaga pelas ruas pedindo alimento, dizendo: “ Eu levanto cedo todos os dias para trabalhar mais de oito horas por dia, porque ele não faz o mesmo? Porque tenho que dividir o que eu tenho com um malandro.” este também pratica o Bullying e não leva em conta que a vida é muito dinâmica e em outro momento pode ser ele próprio a estar nesta situação.

Poderíamos citar muitas outras situações do nosso dia a dia que demonstram que sofremos e praticamos o tão afamado ‘Bullying.’

Na verdade meus amigos; Bullying, nada mais é do que uma palavra “chique” para denominar a exteriorização do nosso velho e mais destruidor inimigo interno; o ORGULHO e todo o seu séquito nocivo aos nossos corações e almas. A saber:

– O velho, mas ainda jovem PRECONCEITO…

– A antiga e também ainda moderna SOBERBA…

– A sempre contemporânea VAIDADE…

E todos os demais sentimentos negativos que nos fazem julgar tudo e todos pela aparência, pela superficialidade, sem nem cogitar a possibilidade de tentar saber mais dos motivos que fazem o outro agir ou ser desta ou daquela maneira e as dificuldades que enfrenta por isso.

Sentimentos negativos que nos fazem agir como se pairássemos acima de todos, como se não tivéssemos imperfeição nenhuma e fôssemos os únicos a merecer todas as glórias e todas as bênçãos de Deus.

Não somos melhores nem piores uns que os outros, somos todos espíritos errantes matriculados nesta grande escola da vida e que vamos ter que aprender todas as lições, mesmo que não queiramos.

Todos, passaremos por todas as provas igualmente e se hoje estamos vivendo momentos felizes e prósperos, já vivemos e ainda vamos viver instantes de tristezas e dificuldades.

E… se somos contra o BULLYING, procuremos fazer cada um a sua parte, refletindo sempre antes de dizer ou fazer algo que alimente os nossos monstros internos que se manifestam através de atitudes tão infelizes.

Certamente agindo assim eliminaremos a necessidade de autoridades  e legisladores elaborarem leis para que façamos o mínimo que se pede de homens e mulheres de bem.

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 14/11/2013 em Reflexão, Uncategorized

 

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Tu e eu somos iguais

“Minha alma instruiu-me e ensinou-me a nunca me ufanar por um elogio, nem me deprimir por uma censura.

Antes de minha alma falar, eu vivia na incerteza acerca do valor das minhas ações e precisava de alguém para me orientar.

Mas agora, aprendi que as árvores florescem na primavera e dão frutos no verão, sem almejar louvor algum, e desfolham-se no outono e desnudam-se no inverno sem temer os censores.

 

Minha alma instruiu-me e ensinou-me que não sou superior aos pigmeus nem inferior aos gigantes.

Antes de minha alma falar, eu costumava classificar os homens em duas categorias: os fracos que desprezava e de quem me apiedava – e os fortes que seguia ou contra os quais me rebelava.     

Mas agora, sei que fui amassado com a mesma argila com que todos os homens foram amassados.

Minha essência é igual à sua essência.

Meus elementos são iguais aos seus.

Minhas aspirações e as suas aspirações convergem. E nossos alvos convergem.

Quando pecam, eu também sou responsável. E quando agem meritoriamente, compartilho o seu mérito.

Quando andam, ando com eles, e quando param, eu também paro. Minha alma instruiu-me e ensinou-me.

E tua alma te instruiu, meu irmão, e te ensinou.

Tu e eu somos iguais.”

Iguais na essência… Iguais nos meios e condições recebidos para progredir…

Não há ser que não esteja aqui na Terra para aprender.

Misturada na água da argila ainda úmida, o escultor derramou gotas de perfectibilidade, fazendo com que sua obra, embora já guardando beleza sem igual, pudesse ainda se aformosear infinitamente através das eras.

Não há ser que não esteja aqui para conviver.

Em nossos elementos fundamentais, o Grande Alquimista combinou a individualidade com a coletividade.

Misturou o eu com o nós, fazendo-nos dependentes uns dos outros para que nos amparássemos mutuamente, contudo, entregou-nos o controle pleno apenas de uma das partes: do eu.

Não há ser que não esteja aqui para amar.

Nas mãos cuidadosas do artesão estava o amor, em sua expressão mais alva e luminescente, transformando o barro elementar em peça sem forma e dimensões materiais. Fez-se o imponderável, o abstrato. E nada foi como antes…

Por mais tenhamos aberto vales entre nós, através dos tempos; por mais tenhamos nos apartado uns dos outros sob a égide de brasões, bandeiras, crenças e cores múltiplas, essencialmente, somos iguais.

Por mais tenhamos nos afastado uns dos outros, corroídos pelos preconceitos, pela dificuldade em conviver com o diferente, faz-se urgente entender que o diferente está apenas na casca.

Triste época! – Afirmou Einstein. – Mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.

É chegado o tempo de aplicar as potências humanas que desvendaram as estruturas atômicas, no descobrir a alma em toda sua complexidade e beleza, e de encontrar em seu núcleo luzente as partículas comuns a todos nós: a perfectibilidade e o amor.

 

Redação do Momento Espírita com base em trecho da obra
“Curiosidades e belezas”, de Gibran Khalil Gibran, ed. Acigi, e no cap.
Tu e eu somos iguais, do livro “O que as águas não refletem”, de Andrey
Cechelero, edição do próprio autor.
Em 24.09.2012.

 
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Publicado por em 09/10/2012 em Espiritualidade

 

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Quando o coração escolhe

Autor: Américo Simões ditado por Clara
 
Uma narrativa envolvente que embora seja vivida em grande parte numa época mais remota, fala de dramas sempre atuais vividos por todos nós em família e na sociedade.
Escolhas equivocadas que fazemos ao levar somente em conta aquilo que está pré- estabelecido sabemos lá por quem, ou o que achamos que nossos familiares ou a sociedade esperam de nós e não o que realmente queremos, o que realmente nos faz feliz.
O livro nos faz refletir sobre o que verdadeiramente Deus espera de cada um de nós.
Ele simplesmente espera que sejamos felizes dando voz e vez ao amor, sem preconceitos, o amor que não impõe condições para se realizar, simplesmente flui como um rio que corre para o mar, contornando  as pedras do caminho.
Deixamos aqui uma parte do trecho final do livro, que vem ao encontro da mensagem que este blog tenta passar, na busca de um mundo melhor.
 
 
“Talvez você duvide que um ser humano possa mudar ao longo da vida. Bem, Fabrízio Guiarone mudou, isto é, deixou apenas aflorar o melhor de si, um melhor que muitos nem percebem possuir, mas que está lá, na alma de todos nós seres humanos.
Deixou de ser corrupto, dedicou-se com afinco à política, procurando por em prática aquilo que realmente pudesse melhorar as condições da população.
Uns dizem que é o tempo, o mágico tempo, que tem o poder de despertar o melhor do ser humano. Mas não é o tempo em si que faz com que despertemos esse melhor, são os amigos encarnados ou desencarnados que encontramos através dos tempos. São eles que cedo ou tarde, nos levam a perceber que certos padrões de pensamento sobre a vida nos são prejudiciais e só servem para impedir o ser humano de despertar o seu melhor, bem como o da sociedade.
Esses amigos nos ajudam porque a vida quer trazer à consciência aquilo que realmente é importante para vivermos bem com ela, com nossos semelhantes, com o planeta, com o cosmos em si. Esses auxílios nos chegam de diversos modos, dentre eles os mais comuns: alguém se aproxima de você e lhe diz algo que o faz refletir, que o leva à solução de um problema que há muito procurava resolver; ou lhe sugere um curso que ajuda a despertar o seu melhor, que lhe ensina técnicas para estimular sua paz de espírito; ou lhe indica um livro que lhe ensina, indiretamente , a lidar melhor consigo mesmo e com a vida; ou, ainda, através da mediunidade.
Há certamente os do contra que percebem que estão recebendo uma ajuda do Além para despertar o seu melhor e, mesmo assim, não dão o braço a torcer. Esses são levados a despertar o seu melhor por meio da dor, porque só a dor nos faz , cedo ou tarde, tomar finalmente uma atitude em prol da VIDA.
Para muita gente é realmente muito difícil mudar, adquirir hábitos mais saudáveis para tornar sua vida mais saudável física, emocional e espiritualmente. Esses que reprimem a mudança para o melhor, tendem a pichar aqueles que abraçam mudanças positivas, que descobrem um modo mais saudável de viver, que aceitam a natureza na íntegra, incondicionalmente, com todos os seus componentes.
Saber não se deixar perturbar por pessoas que vão contra as mudanças positivas é algo difícil, muitas vezes, mas altamente necessário se quiser manter o seu melhor. Todos sabem que basta uma laranja podre no meio de várias, para apodrecer as demais.
A história da família Guiarone parece ter  um final de novela, onde tudo termina bem para os personagens, mas não é bem assim; a vida dos Guiarone não parou no último relato descrito neste livro, a vida continuou e todos tiveram que enfrentar os altos e baixos que o dia a dia nos traz.
Se você tem vergonha por ter um filho homossexual, tem vergonha de ter um amigo ou um ente querido casado com um negro, ou sente vergonha por ter colegas de trabalho da raça negra, saiba que vergonha mesmo a gente deve ter é do terrorismo, da miséria, da guerra, da matança das baleias, da devastação da natureza, do racismo, do preconceito, de fanáticos religiosos, de politicagem corrupta, de assaltantes, de criminosos, entre outras coisas do gênero. Agora de homossexuais, de outras raças, de outra cor de pele é realmente uma hipocrisia, uma afronta a Deus que criou todos nós de diferentes tamanhos, cores e gostos.
Antes de alguém ser preconceituoso e racista, gaste seu tempo, seu cérebro e suas palavras com atitudes mais prósperas, em prol da paz mundial: vá ajudar carentes, fazer algo realmente que faça com que você e Deus sintam orgulho de você mais tarde.
Porque uma coisa é certa: Deus não vai tirar do planeta os homossexuais, negros e outras raças porque você não as aceita. Tudo vai continuar o mesmo, a única diferença que pode acontecer se dará quando você aceitar a vida como ela é, tudo do jeito que Deus criou; até mesmo as baratas continuarão a existir, não é só porque você não gosta delas que elas desaparecerão. Há espaço para todos neste planeta. E todos que aqui estão, são necessários para a nossa existência. Ainda que não pareça. Pense nisso!
A verdade é uma só: quem aceita aquilo que é intrínseco à natureza da vida, vive melhor, tem condições de ser mais feliz. E felicidade é o que todos querem, portanto… Felizes aqueles que já perceberam isso!”
 
 
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Publicado por em 14/02/2012 em Literetura

 

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