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Maravilhas

 
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Publicado por em 03/08/2017 em Reflexão

 

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Não tenha medo de quem te ama

amor

Não tenha medo, pois quem te ama de verdade, jamais fará deliberadamente, algo para lhe prejudicar.

Só fará alguma coisa parecida, quem considera o outro uma propriedade, da qual não quer abrir mão por mero capricho.

Quem sente o amor com pureza d’alma, preferirá inclusive ir embora, para não atrapalhar sua felicidade, se você não sentir do mesmo jeito.

Não tenha medo… Porque quem ama genuinamente, estará sempre de portas, coração e braços abertos a qualquer momento que você precisar ou simplesmente quiser, pois será seu amigo fiel além do tempo.

Aquele que ama tem como marca a coragem de priorizar a felicidade do ser amado, mesmo que isto custe a sua. E por incrível que pareça, esta coragem desperta o medo, já que nos acostumamos a entender por  amor o que nada mais é que apego e sentimento de posse.

Mas, chegará o dia em que compreenderemos que o verdadeiro amor se baseia na amizade e no respeito à individualidade.

E não importa a distância e nem o tempo, pois como diz o poeta Carlos Drumond de Andrade: “Amar se aprende amando e só quem ama escutou o apelo da eternidade.”

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 25/10/2015 em Reflexão

 

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Pessoas são Música

pessoas sao musica

Pessoas são Música.
Você já percebeu?
Elas entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde.
Como os ataques de guitarras e metais
presentes em cada clarão da manhã.

Olhe a pessoa que está ao seu lado
e você vai descobrir, olhando fundo,
que há uma melodia brilhando no disco do olhar.
Procure escutar.

Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, interpretadas.
Para tocarem nossas vidas com a mesma força do instante em que foram criadas,
para tocarem suas vidas com toda essa magia de serem música.

E de poderem alçar todos os vôos,
de poderem vibrar com todas as notas,
de poderem cumprir, afinal, todo o sentido que a elas foi dado pelo COMPOSITOR.

Pessoas são como você que tenho o prazer de conhecer.
Pessoas são música como você
que terei o prazer de continuar ouvindo.

Pessoas tem que fazer o sucesso que lhes desejamos.

Mesmo que não estejam nas paradas.

Mesmo que não toquem no rádio.

Apenas no coração…

 

José Oliva

Fonte: O Mensageiro

 
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Publicado por em 03/01/2014 em Poesia

 

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Chaplin e o sorriso

chaplinCharles Chaplin foi o artista do sorriso, da docilidade, dos gestos pequenos e da grandeza de coração. Há um texto, de sua autoria, traduzido para o português que diz mais ou menos assim:

Ei, você, sorria!

Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

Não faça dos defeitos uma distância, e sim uma aproximação.

Aceite a vida, as pessoas. Faça delas a sua razão de viver.

Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você. Não as reprove.

Ei! Olhe! Olhe à sua volta quantos amigos!

Você já tornou alguém feliz hoje, ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?

Ei! Não corra! Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.

Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.

Chore! Lute! Faça aquilo que gosta. Sinta o que há dentro de você.

Ei! Ouça! Escute o que as outras pessoas têm a dizer. É importante!

Suba! Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo, mas não esqueça daqueles que nunca conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Procure acima de tudo ser gente. Eu também vou tentar.

Ei, você. Não vá embora. Eu preciso lhe dizer que… gosto de você, simplesmente porque você existe!

*   *   *

O poeta dos sorrisos, o criador de Carlitos, das cenas inesquecíveis de Luzes da ribalta, de O garoto, de O grande ditador, acreditava que a Humanidade precisava sentir mais do que pensar.

Dizia ele: Pensamos em demasia, e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.

O homem enigmático, talvez um tanto triste, por trás do personagem cômico, brilhou no mundo do cinema, mas também irradiou muita luz para o mundo dos homens.

Coragem! Não se entregue! Sempre há uma esperança. – Disse ele, levando aos solitários, aos sofredores, um pouco de alento, de confiança, de graça na vida, quem sabe.

Chaplin foi o menino pobre que, passando de orfanato em orfanato, não esquecia o seu dom – o de representar, vindo da herança da mãe, a arte da pantomima.

Foi a criança que cedo viu a mãe acolhida pela insanidade mental, certamente fruto das privações em que ela, Hanna Chaplin, e os filhos, viviam.

Foi o homem que fez o cinema de uma época, o cinema de um século rir das trapalhadas de um certo Carlitos, e com isso trouxe alegria ao mundo.

Ouçamos seus conselhos e jamais deixemos de sorrir, de ter esperança nas pessoas, e em nós mesmos.

Ei, você, sorria! Mas não se esconda atrás desse sorriso.

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente!

Ame acima de tudo. Ame a tudo e a todos.

 

Redação do Momento Espírita, com base
em texto atribuído a Charles Chaplin.
Em 12.12.2013.

 

 
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Publicado por em 19/12/2013 em Otimismo

 

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Vivo

 

vivo

 

“Precário, provisório, perecível;

Falível, transitório, transitivo;

Efêmero, fugaz e passageiro;

Eis aqui um vivo, eis aqui um vivo.

 

 Impuro, imperfeito, impermanente;

Incerto, incompleto, inconstante;

Instável, variável, defectivo;

Eis aqui um vivo, eis aqui…”

Os versos são de música do compositor pernambucano Lenine, e nos é inspiração para alguns pensamentos valiosos.

O Espiritismo proporciona ao ser um inestimável conhecimento a respeito de si mesmo.

“Conhece-te a ti mesmo.” – Eis o meio mais eficaz de nos melhorarmos nesta vida.

Aprendemos que há uma parte de nós que é perecível, transitória, passageira – nosso corpo material: um invólucro ponderável que põe o Espírito em contato com o mundo exterior.

Aprendemos que há outra parte, nossa essência, o Espírito, que toma de uma vestimenta carnal, de tempos em tempos, para viver a chamada encarnação.

Ainda, há o laço que liga os dois, o perispírito, ou corpo fluídico: imponderável laço – intermediário entre o Espírito e o corpo.

Falível, imperfeito, inconstante – este sou eu, ou melhor, estou eu, Espírito em desenvolvimento através das eras, conquistando valores morais e intelectuais nas muitas reencarnações.

Somos perfectíveis, transformáveis, passíveis de melhoramento constante e cada experiência no corpo é lição fundamental.

Estar vivo é estar nos trilhos do progresso inevitável.

Estar vivo é buscar o amor, mas não o amor que recebe apenas, mas o amor que doa.

Estar vivo é amar, amar profundamente.

Estar vivo é não desistir, pois se pode existir algum tipo de morte, essa seria a desistência, a indiferença e a passividade.

Estar vivo é buscar a luz, o entendimento, o amor, estando vinculado a um corpo físico ou não, pois a vida continua no espaço.

Somos sempre vivos, pois a morte, a tão temida morte, nada mais é do que uma transformação, e não um aniquilamento.

Quando o invólucro exterior está usado e não pode mais funcionar, tomba e o Espírito o abandona.

Assim como o fruto se despoja da sua semente, a árvore da casca, a serpente da pele, em uma palavra, como se deixa um vestido velho que já não pode servir – eis o que se designa de morte.

A morte é apenas a destruição do envoltório corporal, que a alma abandona, como faz a borboleta com a crisálida, conservando, porém, sua essência.

Somos sempre vivos quando nos dispomos a seguir em frente, contornando obstáculos, superando a nós mesmos através das eras.

Somos vivos, quando no corpo ou fora dele.

A vida que pulsa em nós não vem das batidas do coração, ou das atividades do cérebro material.

A vida que pulsa em nós vem do pensamento e da vontade, do sentir e sonhar.

Eis-nos aqui: um vivo.

 

Filhos de Deus, criados pela Onipotência de um Pai de amor e bondade, somos herdeiros do mais extraordinário legado: a Imortalidade.

Pensemos nisso e jamais nos detenhamos no caminho do progresso e da conquista dos brilhos estelares.

Redação do Momento Espírita, com versos da música Vivo, de
Lenine e Carlos Rennó, e nos itens 10 a 14 do cap. II do livro O

que é o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 4.3.2013.

 
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Publicado por em 23/03/2013 em Reflexão

 

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Quem se importa?!… Eu me importo!!!

o sentido da vida

“Quando um homem planta árvores sob cuja sombra sabe que nunca haverá de sentar-se, começou a entender o sentido da vida.”

Desconheço o autor desta frase, mas com certeza é um sábio, pois sintetizou a base dos ensinamentos de praticamente, todas as religiões e doutrinas espiritualistas que se baseiam na mensagem de Jesus.

O tempo todo, procuramos um sentido para nossas vidas, buscando o reconhecimento pelo que fazemos ou doamos aos outros.

E quase a totalidade dos conflitos e sofrimentos que experimentamos se dão justamente porque em matéria de gratidão, somos eternos insaciáveis.

Mas… não a cultivamos em nós, exigimos dos outros e por isso sofremos, cometemos injustiças, praticamos crimes, inclusive contra o nosso bem maior que é a vida, dando como desculpa a falta de…

Queremos recebê-la, mas não lembramos que o outro também a quer.

O contraditório em nós é que, mesmo nesta época do ano em que se encerra mais um ciclo e nossas almas se enternecem com as mensagens de amor e paz, também acreditamos que devemos encerrar ciclos virtuosos em vez dos viciosos.

“Se não recebo a reciprocidade de minhas ações e sentimentos, devo parar de praticar e sentir.”

Assim, paramos de ter atitudes fraternas e amorosas com relação a quem julgamos não valorizá-las e vamos substituindo sentimentos bons por magoas e ressentimentos que só nos fazem mal.

Verdadeiramente a vida é feita de ciclos e alguns, sem dúvida precisam ser encerrados. Não aqueles em que amamos e nos doamos mesmo que saibamos não ser amados da mesma maneira, mas aqueles em que nos deixamos envolver pelo o orgulho, exigindo dos outros o que ainda não sabemos dar.

Por que cada um ama de um jeito e se; ser amado é bom, amar é imprescindível a nossa alma, é o que dá o verdadeiro sentido as nossas vidas, é o que preenche todas as necessidades do nosso ser.

Plantemos nossas árvores pelo caminho, regando-as com nosso mais puro amor, para que elas cresçam frondosas e seus galhos e folhas abriguem em sua sombra o maior número de irmãos que puderem.

Então, quando você continuar visitando aquele familiar enfermo que já perdeu a consciência de si mesmo e alguém lhe perguntar:

– Por que você insiste e vê-lo, já que ele não reconhece ninguém e nem vai saber que veio?

Responda com serenidade:

– Porque o amo! Sou grato pelo que me ensinou quando de nossa convivência fraterna e pelo que ainda me ensina, mesmo inconsciente e  preso ao leito. E ele não me reconhece, mas eu sei quem ele é e o que representa em minha vida.

Quando você persistir em procurar com carinho e atenção aqueles amigos que há muito, se afastaram de seu convívio e lhe perguntarem:

– Por que você continua a visitá-los, se não o procuram e nem se importam mais consigo?

Responda com um sorriso largo nos lábios, do tamanho da sua felicidade:

– Porque amo-os! Sou grato pelo que aprendi quando do nosso convívio mais estreito e pelo que ainda aprendo, mesmo com seu afastamento… E porque… Eu me importo!

Silvia Gomes

 
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Publicado por em 27/12/2012 em Reflexão

 

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Só, na presença do mar…

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Quando abraço o oceano todo com um olhar, volto a questionar sete milhões de coisas… Tantas quanto as ondas velozes que ganham a areia a cada minuto.

Volto a indagar: Como alguém pode se sentir só, na presença do mar? Acariciado por esta brisa incessante? Preenchido por este perfume raro?…

Como ainda posso me sentir só, sabendo que os braços do invisível me abraçam, que aqueles que partiram continuam existindo, e que todos nós, sem exceção, somos amados por alguém, em algum lugar, de alguma forma?…

Como ainda posso me sentir só?…

Talvez seja eu que me isole do mundo, e que exija demais das pessoas. Pode ser isso…

Talvez seja eu que não permita que os outros conheçam minha vida, meus sonhos, minhas mazelas (e, percebendo melhor, acho que há um pouco de orgulho nisso)…

Quem sabe seja eu que procure a solidão, e não ela que me persiga, como sempre imaginei…

É… Talvez eu precise conversar mais com as pessoas, interessar-me mais por suas vidas… Ouvir mais…

Há tempos que não ouço alguém. Um desconhecido relatando os acontecimentos corriqueiros do dia a dia; um colega de trabalho falando das peripécias de seus filhos; meu irmão… Puxa!… Há tempos não converso com meu irmão…

É curioso, pois me lembro que, há algumas semanas, ouvi uma mensagem de cinco minutos, num programa de rádio, que falava exatamente sobre isso, sobre como as pessoas se isolam umas das outras, e do quanto isso é prejudicial para a saúde mental e física, já que uma é consequência da outra – dizia o locutor.

Vem-me claramente à memória uma frase: Quem ama não se sente só.

É interessante, pois acho que sempre acreditei que para não se sentir só era necessário ser amado, e não amar.

Dizia, ainda, que quando nos sentimos úteis, e concluímos que muitos dependem de nossa dedicação, de nosso amor, também esquecemos a solidão.

É… Talvez ele tenha razão, pois lembro que, um dia desses, fui visitar uns parentes que não via há muito tempo, e aquela visita fez-me tão bem!

Falamos de assuntos comuns, como notícias de televisão, de família (em verdade ouvi muito mais do que falei, pois eles desembestaram a falar que só vendo!)

Mas, sabe que gostei de ouvir… Ao final, saí de lá com menos tensão, menos preocupado com a solidão… Percebi – não sei ao certo – um ar estranho entre os dois, como se estivessem cansados, entediados, possivelmente um pouco tristes…

Abracei minha tia (lembrei o quanto gosto dela!), e a ouvi dizer com os olhos levemente umedecidos: Gostamos muito de você, viu! Venha mais vezes! Não é sempre que recebemos visitas!

Ela estava certa. Não é sempre que recebemos visitas, pois não é sempre que visitamos os outros, creio eu…

Naquele final de tarde, vi que poderia ser útil em coisas tão pequenas, porém tão significativas!… E aquilo me afastava do desânimo, da solidão…

Dentro do carro, voltando para casa, observando a vida lá fora, por entre gotas de uma garoa discreta, lembro-me que essas mesmas questões emergiram:

Como pode alguém sentir-se só, na presença de tanta gente, de tanta vida! Quantas dessas pessoas esperam apenas por uma visita? E quantos deles estão dispostos a fazer uma?

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Como alguém pode se
sentir só, na presença do mar, do livro O que as águas não refletem, de
Andrey Cechelero, edição do autor.
Em 5.12.2012.

 

 
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Publicado por em 14/12/2012 em Reflexão

 

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